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Rio
de Janeiro, 09 de janeiro de 2001.
Ilmo.
Sr. Presidente do Banco Real – ABN AMRO BANK.
Sou
correntista do Banco Real desde 1992, agência 0380, cliente,
portanto, desta ilustre instituição que cresceu tão
vultuosamente e com glória em tão pouco tempo. Venho
por meio desta participar a Vossa Senhoria o seguinte fato.
No
dia 03 JAN 2001, no interior de um posto de combustível (PETROBRÁS),
localizado na Alameda São Boa Ventura, em Niterói,
sofri constrangimento social, quando, perante várias pessoas,
obtive do frentista a informação de que meu cartão
REALMASTER nº 50011, com validade até julho de 2003, estava
cancelado, situação que me foi comunicada de forma
desdenhosa e discriminatória. Ato contínuo, procurei
a gerência do PAP do COMAR3 e relatei o ocorrido. A senhora
Adriana Nonato, respondendo pela gerência do estabelecimento,
esclareceu-me que o referido cartão estava de fato cancelado.
Em seguida, a referida senhora citou a existência de outro
cartão (REAL VISA), o qual nunca solicitei e nem tão
pouco autorizei sua efetivação.
Diante
de tal transtorno e agravo, restou-me, apenas, caracterizar duas
testemunhas, Sr. José Paulo de Assis, e Sr. Joel Cauduro,
e solicitar à gerência que me fornecesse documento
comprobatório do cancelamento do cartão. Peremptoriamente,
esse me foi negado, apresentando-me como solução a
necessidade de providenciar uma carta para o Departamento Jurídico
deste Banco, único órgão que poderia fornecer
o documento requerido.
Finalmente,
desnecessário se faz informar a Vossa Senhoria os transtornos
e aborrecimento que ainda acontecem.
Cesar
Marco Borges
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