| | | MISÉRIA
EM MARICÁ, ESPETÁCULO DE CANALHAS | O
circo montado em Maricá para receber com vivas Seu Cabral, o Magnífico Chorão,
foi mais uma orquestração calhorda da picaretagem institucionalizada, que prolifera
entre a politicanalha brasileira, em particular a fluminense. A bandeira da miséria
só serve para garantir suas "carreiras" políticas, a continuação dos roubos, dos
rombos públicos, dos investimentos empresariais acima de qualquer lei ambiental,
da corrupção desenfreada dos governos do Rio a Brasília.
É impossível
ficar calado diante de um discurso eleitoreiro, para garantir a continuação do
seu pau-madado, de quem chorou por petróleo, mas nunca verteu uma lágrima pelos
infelicitados na tragédia serrana de 2010, local em que só visitou quase duas
semanas depois, pois estava "em férias". No desabamento de prédio no Rio, ficou
quase um dia se dar sequer uma nota, mas se envolvesse dinheiro choraria na hora.
Com um governante desse naipe, não se pode queixar da bandidagem. E Maricá está
pagando muito para deixar com que faça o que queira aqui, inclusive abraçando
bandido amigo. Como esparro não teria outro melhor e com igual sede de dinheiro.
O circo montado pelos marginais governamentais de Maricá, a um bom custo superfaturado,
demonstra claramente que dar dinheiro a pobre só serve mesmo para fazer vista
para a classe média, a burguesia velha de guerra, aquela que idolatrava a Terceira
Idade (lembram?), e os revolucionários de pé-sujo ficarem satisfeitos por "seus"
pobres estarem vivendo melhor (sic). Uma fõrmula para assegurar que esses mesmos
políticos continuarão a roubar inclusive a própria classe média, a sempre "enganada",
para alimentar os "bolivarianos".
Convocaram a população de baixa renda
através de telegramas, entregues por todos os meios disponíveis, em mãos, para
não faltar quorum no espetáculo dos miseráveis para agradecer à dádiva misericordiosa
de Cabral das lágrimas petrolíferas. A máquina pública do social ornitorrinco
caçou pobres nos cafundós do Judas. Fez uma festa com música, dança e sorteios
durante quase duas horas para enganar os empobrecidos, a fim de esperar a chegada
do magnânimo e sua quadrilha. Nunca se viu tanto miserável assim no município!!!
Se o desgoverno tem cadastradas mais de 6 mil famílias em estado de miséria, logicamente
o número dessa população pode ser comparável ao de eleitores do hoje enjeitado
prefeito. Realmente uma glória para políticos gulosos em ter tantos miseráveis
para alimentar a boa vida deles, no luxo, na riqueza, na corrupção, na roubalheira.
O nosso Moloch estadual é a verdadeira Garganta Profunda, insaciável em poder
e dinheiro, com a implantação dos sensacionais "projetos desenvolvimentistas",
que estranhamente nenhum outro governo estadual se dispôs a implementar. E os
miseráveis e a "Enganada", que distribui risinhos agradecidos, por estar sempre
nas bocas, continuam a ser seus mantenedores preferidos para gáudio do "socialismo"
de carreira, que tem enriquecido os companheiros lulistas.
As tais bolsas
assistencialistas que tanto fazem vista para os idiotas de sempre são rejeitadas
em qualquer país sério por não serem uma fórmula democrática de distribuição de
riqueza. Enquanto dão graciosamente migalhas com a direita, gesto magnânimo do
populismo, embolsam fortunas com a esquerda como os grandes ditadores das republiquetas
de bananas. Isso em pleno século XXI, porque apesar do avanço tecnológico a ganância
e a hipocrisia do brasileiro ainda não foram civilizadas e estão longe de serem
democráticas. Idolatram ainda a demagogia que esconde uma tirania de medíocres.
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