31/01/2011
Recebido por mail de Flavio Erthal
Informativo DRM-RJ
INFORMATIVO DRM-RJ Ano IX - Nº 207 - 26/01/2011 "Preserve o ambiente: reflita antes de imprimir este Informativo"

Presidência: 21-2717-3995 / Geoinformação: 21-2717-5075 / Registro Mineral: 21-2717-3316/3094 / Fax: 21-2717-4191

Data do fechamento desta edição: 28/01/2011

NOTA SOBRE A CIRCULAÇÃO DO INFORMATIVO DRM-RJ Informamos aos nossos leitores que, em decorrência dos desastres naturais que assolaram a Região Serrana do estado, o Informativo DRM-RJ não foi editado no período de 13 a 26 de janeiro, quando toda a equipe do Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro foi mobilizada para atender à emergência, que se caracteriza por uma das maiores catástrofes naturais da história brasileira. Desde 13 de janeiro o DRM-RJ mantém duas bases permanentes em Teresópolis e Nova Friburgo, buscando dar apoio aos municípios e ao governo do estado, neste difícil momento. Esta edição reproduz informações divulgadas pelo Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de ampliar a divulgação sobre nossa atuação neste momento. Passado o período de emergência, que o DRM-RJ manterá até 12 de fevereiro, retomaremos o ritmo normal do Informativo.

ATUAÇÃO DO DRM-RJ/SERVIÇO GEOLÓGICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO NA REGIÃO SERRANA O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ), vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis), vem informar detalhes de sua atuação no atendimento dos desastres naturais que assolaram a Região Serrana. Desde o dia 13 de janeiro, por orientação de governo, o Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro instalou duas bases emergenciais na região serrana, nos municípios de Nova Friburgo e de Teresópolis. O objetivo das bases é dar mais mobilidade e agilidade às equipes (geólogos, engenheiros geotécnicos e geógrafos) que apoiam as defesas civis do estado e dos municípios assolados pelas chuvas. O trabalho consiste na identificação das áreas com risco iminente, a partir de sobrevoo das áreas afetadas, produzindo relatórios fotográficos para a Defesa Civil, com a delimitação, de forma emergencial, das áreas de risco remanescentes associados aos escorregamentos e recomendação de providências para interdição e desocupação imediata dos imóveis. Para o sobrevoo o DRM-RJ contou inicialmente com o inestimável apoio da Petrobras, cedendo aeronave para este serviço, uma vez que as aeronaves do estado estavam todas dedicadas ao resgate de pessoas.

EQUIPES FORAM REFORÇADAS POR PARCEIROS As equipes do Serviço Geológico do Estado foram reforçadas por especialistas das diversas universidades, entre elas PUC-Rio, UERJ e UFRJ, além do Centro de Apoio Científico em Desastres - CENACID, vinculado à UFPR e a Escola Politécnica da UFBA. Por iniciativa da Secretaria Nacional de Defesa Civil, chegou a Nova Friburgo uma equipe de especialistas do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), que atuou em conjunto com o DRM-RJ. O Ministério de Minas e Energia, através da CPRM - Serviço Geológico do Brasil - colocou à disposição do estado uma equipe de onze geólogos especialistas, que também atuarão, coordenados pelo Serviço Geológico Estadual, no atendimento à emergência e nos desdobramentos que virão, com foco no mapeamento das áreas de risco.

AMPLIAÇÃO DA ÁREA DE AÇÃO O objetivo é ampliar a área de ação, estabelecendo também uma base para atender Petrópolis e, destas bases, que funcionam ininterruptamente, possamos atender os municípios de Bom Jardim, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto e Areal, com a equipe ampliada. Inicialmente, o trabalho deverá ser mantido por dois meses, podendo ser estendido na medida que as necessidades sejam melhor dimensionadas.

MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO NO ESTADO TEM CONTINUIDADE É importante destacar que desde maio de 2010, o Serviço Geológico iniciou programa de mapeamento, em cooperação com a Secretaria do Ambiente e INEA, utilizando recursos do FECAM, de outras 30 cidades do estado que não dispunham de mapeamento de suas áreas de risco a deslizamentos. Os resultados dos primeiros oito municípios já estão em fase final de processamento, enquanto outros oito já estão com resultados preliminares e dez estão na fase inicial, com a realização de oficinas nos municípios para levantamento, junto às Defesas Civis municipais, das áreas de risco.

DESASTRE NATURAL AUMENTOU INTERESSE DOS MUNICÍPIOS PARA O MAPEAMENTO Constatamos, após a tragédia, que houve um grande aumento de interesse nas oficinas realizadas na duas ultimas semanas, em Paty do Alferes, Vassouras, Barra do Piraí, Barra Mansa e Mendes, mostrando que os municípios estão muito mais preocupados com as suas áreas de risco Enquanto atende aos municípios da região serrana na emergência, o Serviço Geológico acelera o programa de mapeamento de prevenção do terceiro bloco de municípios, com a realização de oficinas em Itatiaia (31/1); Resende (1/2); Miguel Pereira (3/2) e Paracambi (4/2), faltando definir Paulo de Frontin. Estas oficinas são abertas à comunidade e interessados.

MAPEAMENTO SERÁ FUNDAMENTAL PARA PROGRAMA MORAR SEGURO As informações do mapeamento de áreas de risco realizado pelo Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro são fundamentais para o Programa Morar Seguro, conduzido pelo Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Obras, pois identifica as áreas de risco nos municípios, possibilitando que as prefeituras tenham a base técnica para os projetos visando intervenções e, se for o caso, a remoção das pessoas afetadas e seu reassentamento, o que será feito com o apoio do Programa.

SAIBA QUAIS SÃO OS MUNICÍPIOS EM MAPEAMENTO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Os municípios em mapeamento quanto a risco de escorregamentos são Itaguaí, Japeri, Mangaratiba, Nova Iguaçu, Paraty, Piraí, Queimados, Rio Claro (primeiro grupo, em finalização); Duque de Caxias, Mesquita, Nilópolis, São João de Meriti, Magé, Maricá, São Gonçalo e Rio Bonito (segundo grupo, em fase de mapeamento) e Vassouras, Barra Mansa, Barra do Piraí, Paty do Alferes, Mendes, Paracambi, Paulo de Frontin, Miguel Pereira, Itatiaia e Resende (terceiro grupo, em fase de oficinas para levantamento de dados). Um quarto grupo, composto de Casimiro de Abreu, Bom Jardim, Itaboraí e Saquarema, ainda será licitado, pois não teve empresas ganhadoras nos processos de licitação realizados em 2010 (maio e agosto). A empresa REGEA é responsável pelos dois primeiros grupos e a empresa ENVIROGEO é responsável pelo terceiro grupo, supervisionados pela equipe do Núcleo de Análise e Diagnóstico de Escorregamentos do DRM-RJ.

MUNICÍPIOS DA REGIÃO NORTE E NOROESTE CONTAM COM CARTAS DE RISCO Além do mapeamento detalhado, realizado com recursos FECAM, o Serviço Geológico realizou, com recursos próprios, uma série de inspeções preliminares sobre risco de escorregamentos em outros 16 municípios, a maioria deles na região noroeste. O levantamento gerou "Cartas Cadastro de Risco", que são produtos intermediários, realizados em cooperação com as Defesas Civis municipais, indicando, sobre fotografias aéreas, as áreas de alto risco a escorregamentos de encostas nos municípios. Já foram repassadas "Cartas de Risco" às defesas municipais de Cambuci, Italva, Itaperuna, São Fidélis e São José de Ubá. Estes produtos são preliminares e prévios ao mapeamento que está sendo realizado nos demais 30 municípios, mas podem ser utilizados pelas Defesas Civis municipais como importante instrumento para redução do risco. É objetivo do Serviço Geológico é ter todo o estado mapeado nos próximos três anos.

FORAM PRODUZIDOS 128 LAUDOS SOBRE TERESÓPOLIS E FRIBURGO O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) produziu 128 laudos sobre as condições geológicas dos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis, com o objetivo de identificar as áreas de risco iminente a escorregamentos, em apoio às defesas civis municipais. O trabalho foi realizado por solicitação das prefeituras e da Secretaria de Estado de Obras, a partir de sobrevoos ocorridos entre os dias 13 e 25 de janeiro e constitui-se em importante elemento para avaliar a necessidade de reassentamento nessas localidades atingidas pelas fortes chuvas ocorridas no início de janeiro. Como parte do apoio aos municípios, os técnicos do DRM-RJ estão avaliando geologicamente as áreas indicadas pelas prefeituras para os futuros reassentamentos em Bom Jardim, Friburgo e Teresópolis. Com equipes atuando nas cidades de Teresópolis e Nova Friburgo desde 13 de janeiro, o DRM-RJ, ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, montou bases operacionais nas duas cidades para apoiar as ações das Defesas Civis municipais e também da Defesa Civil estadual e da coordenação de governo na região. Desde então, foram feitas visitas e sobrevoos às regiões de Sumidouro (área atingida próxima ao Campo do Coelho, em Nova Friburgo), além de Itaipava, Areal e Bom Jardim.

REGIÃO SERRANA É AVALIADA PELO SERVIÇO GEOLÓGICO Durante a última semana, geólogos do Departamento realizaram avaliação na região de Vieira, em Teresópolis, com o objetivo de coletar informações para melhor entendimento dos processos geológicos e hidrológicos que resultaram na tragédia da Região Serrana, acompanhados de especialistas da PUC, UFRJ, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e da Associação Brasileira de Geologia de Engenharia Ambiental (ABGE). Ainda em Teresópolis, o Serviço Geológico do Estado contou, na semana passada, com a cooperação do Centro de Apoio a Desastres - CENACID, da Universidade Federal do Paraná. Em Nova Friburgo, esteve presente o Instituto de Pesquisas Tecnológicas, acionado pela Defesa Civil Nacional, além de representantes de diversas entidades

AMBIENTE LANÇA PARQUES FLUVIAIS PARA RECUPERAR RIOS DA REGIÃO SERRANA O secretário do Ambiente anunciou nesta sexta-feira a implantação de cinco parques fluviais ao longo de 95 quilômetros de margens de rios de Friburgo, Petrópolis e Teresópolis afetados pela catástrofe climática de janeiro, a custo estimado de R$ 190 milhões, dos governos estadual e federal. Para a construção dos parques fluviais, serão necessárias a realocação de famílias que vivem nas margens dos rios atingidos, a recuperação de suas matas ciliares e a instalação de equipamentos de lazer e ciclovias. O objetivo dos parques fluviais é impedir que a população volte a ocupar as margens dos corpos hídricos, ao mesmo tempo em que poderá usufruir de uma área de lazer. Para agilizar o processo de implantação dos cinco parques, serão empregados R$ 5 milhões do Fecam (Fundo Estadual de Conservação Ambiental) nos primeiros trabalhos de retirada de famílias que vivem nas margens de rios da Região Serrana. Um dos parques fluviais será instalado em um trecho de 6 quilômetros das margens do Rio Santo Antônio, entre o Vale do Cuiabá e o Rio Piabanha, em Petrópolis, onde vivem cerca de 600 famílias, e que serão reassentadas. O outro será implantado no Córrego Dantas, que deságua no Rio Bengalas, em Friburgo. Os outros parques fluviais serão instalados em vales do município de Teresópolis, entre eles os vales da Posse, do Caleme e de Bonsucesso. Os parques fluviais, que serão instalados em 95 quilômetros de margens de rios de Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, terão duas vertentes: em 40 quilômetros dos 95 quilômetros, a Secretaria do Ambiente fará a recomposição da mata ciliar - faixa de vegetação que protege as margens dos rios, sendo considerada Área de Proteção Permanente (APP). Já em 55 quilômetros, serão instalados equipamentos de lazer e ciclovias. Veja a íntegra em www.imprensa.rj.gov.br/detalheNoticiaMetropolitana.asp?ident=62610&flag=Noticia.

AGRICULTURA E EMBRAPA VÃO RECUPERAR FERTILIDADE DO SOLO NA REGIÃO SERRANA A secretaria estadual de Agricultura, através de sua empresa de pesquisa agropecuária, Pesagro-Rio, e a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - se uniram para buscar soluções tecnológicas visando recuperar a fertilidade do solo nas comunidades rurais atingidas pelas fortes chuvas na Região Serrana. A erosão superficial no solo, cobertura de áreas de lavouras com areia, barro e pedras e alteração de cursos de rios e córregos, com afloramento rochoso, comprometeram a capacidade produtiva dessas terras, em muitos casos, inviabilizando a atividade agrícola. Na tarde da última quarta-feira (26), técnicos da Pesagro-Rio e Defesa Agropecuária, Embrapa, através dos seus Centros de Pesquisa de Solo, Agrobiologia, Meio Ambiente e Agroindústria, DRM - Departamento de Recursos Minerais, e PUC-RIO, através do setor de recuperação de áreas degradadas, se reuniram para discutir o plano de ação imediata para tratar da questão. Na ocasião, ficou decidido a vistoria das áreas afetadas e identificação de tecnologias para a solução de cada tipo de dano. A Região Serrana fluminense caracteriza-se pela produção de hortaliças e flores, culturas de ciclos curtos, que exigem alta fertilidade orgânica e permanente rotação de lavouras. Veja a íntegra em www.imprensa.rj.gov.br/detalheNoticiaMetropolitana.asp?ident=62545&flag=Noticia.

ESTADO CRIARÁ REDE INTEGRADA DE RADARES METEOROLÓGICOS As secretarias do Ambiente e de Ciência e Tecnologia juntarão esforços e recursos para a criação de uma rede de monitoramento de áreas de risco em todo o Estado do Rio de Janeiro. No próximo verão, radares meteorológicos estarão operando 24 horas por dia para alertar, até 12 horas antes, sobre a ocorrência de fortes chuvas. De acordo com a Secretaria do Ambiente, os radares serão instalados em Macaé e Resende. Simultaneamente à criação da rede de monitoramento da distância, da intensidade e do avanço das tempestades, será realizado o treinamento das defesas civis municipais para garantir agilidade e eficiência na comunicação dos alertas.

INEA APRESENTA DADOS DO SEU SISTEMA DE ALERTA DE CHEIAS E ÍNDICES DE CHUVAS A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) apresentou no dia 19/01 os números do sistema de alerta de cheias do Inea, que mostram que foi bem maior do que tem sido divulgado o volume de chuvas, causa da maior tragédia da história dos desastres naturais do país. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Teresópolis registrou 124,6 mm de chuva no último dia 12, contra uma máxima histórica de 140,8 mm em 28 de janeiro de 1977. Já em Nova Friburgo, a chuva alcançou 182,8 mm no dia dos desabamentos, mas, como essa estação do Inmet só entrou em operação no ano passado, não há uma série de dados para comparação. Entretanto, uma estação antiga, que funcionou na cidade entre 1961 e 2003, marcou como recorde 113 mm em 24 de janeiro de 1964. Segundo o Inea houve um engano na informação divulgada pelo Inmet, porque ele comparou a chuva de uma estação que está fora da área atingida com um dado histórico. As medições do Inea mostram que a tempestade foi de 249 mm em Friburgo, similar ao que o instituto mediu. Entretanto, em relação ao resultado da chuva sobre o território, todos os indícios apontam que a mesma intensidade de chuva que aconteceu em Friburgo, aconteceu em Teresópolis e Petrópolis. Segundo o Inea não há como afirmar se já aconteceu ou não chuvas maiores naquela região. http://www.imprensa.rj.gov.br/detalheNoticiaMetropolitana.asp?ident=62463&flag=Noticia.

ABGE DIVULGA NOTA SOBRE DESASTRES NA REGIÃO SERRANA A Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental - ABGE divulgou nota assinada por seu presidente, sobre os desastres na Região Serrana, onde esteve a convite do DRM-RJ: "Prezados sócios e colaboradores da ABGE. Segue em anexo carta do Serviço Geológico do Rio de Janeiro, a respeito da tragédia ocorrido na região serrana e os trabalhos em desenvolvimento. Estou em Nova Friburgo há 3 dias, de onde escrevo esta carta. O DRM - Serviço Geológico está fazendo um grande trabalho, cadastrando áreas afetadas e zonas que poderão sofrer com eventuais novos episódios de chuvas intensas. Os mapas exeditos de risco são enviados diariamente à Defesa Civil, e usados imediatamente para remover moradores, isolar áreas e liberar evevtualmente locais como hospitais e prédios públicos. A ABGE já se colocou à disposição para cadastrar e enviar voluntários para auxiliar onde o DRM achar mais importante. A situação é trágica. Ocorreram corridas de blocos e de lama em dezenas de drenagens, formando pequenos barramentos formados por blocos de rocha, árvores e solo transportados. A água acumulou e rompeu estes diques, ganhando força e alagando diversos locais. Inúmeras moradias que ocupavam as margens dos rios foram atingidas. Em reunião com o vice governador do RJ e sua equipe, propusemos a retirada em definitivo destas moradias que ocupam os fundos dos vales, sendo então implantados enormes parques lineares, florestados e com estruturas de lazer. Moradias populares seriam construídas aos milhares, em edifícios baixos, em terrenos seguros. O governo local concorda e deverá seguir esta linha. Frente à situação de completa destruição local e regional, é impressionante o que já foi limpo e recuperado. A vida retoma aos poucos. Porém a urbanização da região serrana terá que sr repensada. São evidentes os sinais de talus e antigos e indícios evidentes de que corridas generalizadas já ocorreram nesta região, muito frágil. O problema maior, é que a mesma morfologia e condições de solo e clima ocorrem em diversas regiões serranas do país. A ABGE vem alertando sobre estas questões há 40 anos. No nosso site temos mais de 600 cartas geotécnicas e de risco. Estamos prontos para auxiliar e dispostos a participar das tomadas de decisões junto com o governo federal, estadual e municipal". Fernando Kertzman. www.abge.com.br.

AQUISIÇÃO DE PRODUTOS DO DRM-RJ - SAIBA COMO FAZER Com o intuito de divulgar o conhecimento e facilitar o acesso aos produtos gerados pelo DRM-RJ e parceiros, é criado um canal para a "Aquisição de Produtos do DRM-RJ". Agora de uma forma mais direta, todos os "usuários" poderão adquirir produtos via email ou postagem, focando assim, a otimização do tempo e acessibilidade da informação. Hoje os produtos mais solicitados no DRM-RJ são as Cartas Geológicas do Estado do Rio de Janeiro na escala de 1:50.000 em formato matricial e vetorial. Entretanto, encontram-se também no acervo do Departamento vários outros produtos que fazem parte desta forma de aquisição. Para maiores informações: niltoncosta@drm.rj.gov.br (Coordenador de Geoinformação).

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