Sem ter mesmo o
que fazer ou anunciar, Quaquá apela para os factóides mais imbecis
e destrambelhados numa tentativa de convencer a população de que trabalha.
Agora saiu com a vinda de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
através de uma audiência com o ministro Temporão, em Brasília, para
onde não vai há muito tempo, porque por lá ninguém quer ver sua cara.
É bom avisar ao prefeito que a distribuição de UPAs é feita pelo governador
Sérgio Cabral e já houve pedido do deputado Tucalo para se construir
uma unidade em Inoã. E para ainda desmascarar o factóide, ainda há
reportagem sobre o pedido de Tucalo na TV Copacabana. É muita falta
de vergonha da cambada!
Como não sabem fazer nada, aproveitaram o pedido do deputado, porque
há uma grita geral na saúde com Sérgio Cabral distribuindo UPAs para
todo mundo menos para Maricá (Por que será que o governador trata
tão mal um ex-subsecretário tão "querido" do seu governo?). Por não
conhecerem nada, a mentira ainda fica mais flagrante. Anunciaram a
construção ainda para este ano, mas esqueceram de dizer o montante
dos recursos do Ministério da Saúde.
Factóide ainda mais aberrante é a autorização (?) do ministro para
que se faça um projeto de construção de um novo hospital e justamente
ao lado do prédio do Corpo de Bombeiros, às margens da rodovia Amaral
Peixoto. Alô, aspones, o projeto já deveria estar pronto para ser
analisado e o ministério checar sua viabilidade, aí sim o ministro
daria autorização. Temporão não é burro para dizer: "Façam, que dou
o dinheiro". Como médico, será que Temporão gostaria de trabalhar
num hospital de beira de estrada, sempre tumultuada e barulhenta?
A história sobre o local escolhido pelos petistas é idéia do ex-prefeito
Ricardo Queiroz, que queria construir uma obra idêntica com o apoio
da imobiliária luso-espanhola quando da construção do resort na restinga.
A construção seria uma das contrapartidas dadas pela empresa ao município
para poder instalar suas maravilhas na APA de Maricá.
Agora o governo popular anuncia, para 2012, a instalação de um hospital
no mesmo local. Coincidência ou apropriação indébita de ideia? Ou
seria, por trás dos panos, uma mãozinha luso-espanhola? Não se descarte
que a direção da imobiliária foi "entrevistada" pelo então candidato
ao governo municipal e o resort teve até apoio dos petistas. Portanto,
Quaquá sabia muito bem sobre esse hospital e insiste com o projeto
do ex-prefeito, em mais um atentado à saúde.
Que mal pergunte: Quando o doente deixar o hospital vai atravessar
a rodovia? Qual o nível de decibéis na área? Ou hospital não precisa
mais daquela plaquinha pedindo silêncio? Alguém já pensou que no hospital
só se poderá ir de táxi ou motorizado? E o que farão com o sucateado
Conde Modesto Leal?
Ministro Temporão, toma cuidado, porque seu nome está na boca do sapo.
Esse professor é mais perigoso do que dendobrata. Joga veneno longe.
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