A ameaça ao presidente
do Conselho Municipal de Assistência Social, Spencer Ferreira, não
é só mais um escândalo protagonizado pelo petismo, que arrombou a
Prefeitura de Maricá, entre os inúmeros casos do dossiê criminoso.
Agora a "Gangue do Sacode" mostra a cara e são divulgados os nomes
dos elementos do alto escalão desgovernamental, inclusive com madame
Z e o próprio prefeito, destinatários do e-mail desafiador até para
com o Ministério Público ("Que venha o MP!"). Outra vez Maricá vê
que a arrogância dos tais professores no governo desafia qualquer
lei e qualquer poder constituído. Ou seja, as imaculadas vestais do
PT não passam de marginais prostituídas pelo poder.
No melhor estilo do banditismo, a chefona da Secretaria de Educação
destila seus supremos poderes com os cúmplices para conclamar o bando
para um "sacode", expressão da marginalidade para se organizar uma
intimidação, muitas vezes armada, contra um cidadão, que tem como
"crimes" ser presidente de um conselho municipal e liderar o grupo
municipal de ostomizados, além, é claro, de infelizmente ser contribuinte
e cidadão cumpridor da lei e dos deveres.
A professora Mônica Salles (que vergonha para a classe!) representa
o governo em dois importantes conselhos municipais: de Assistência
Social e dos Direitos da Criança e do Adolescente. Mas se acha armada
de peçonha e poderes suficientes para combater, com qualquer tipo
de violência, quem se atrever a discordar do comando vermelho que
se entronou em Maricá. E revela criminosamente que as falcatruas,
e quem sabe até as intimidações, sejam protegidas como diz com a frase:
"Fé que tudo vai dar certo!".
O cidadão agora está diante praticamente de uma organização capaz
de dar "sacode", afrontar qualquer lei. É a arrogância das ditaduras,
dos comandos fundamentalistas, dos marginais organizados em governo,
que muitos ainda teimam em proteger com a conivência, a complacência,
o coleguismo, o puxa-saquismo, daqueles que nunca tiveram vergonha
na cara. Está na hora de se dar um basta a uma administração de camarilha
que só levou o município para o fundo do poço moral, econômico, político,
social. Isso em apenas um ano. Defender a permanência deste governo,
como tem feito a Câmara, é um suicídio ético, um holocausto social,
uma catástrofe econômica da qual não se sairá nem mesmo em décadas.
|