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Desafiando o povo
que o elegeu e paga impostos, além das autoridades do Poder Judiciário
e contando com a cobertura da Câmara de Vereadores para suas atitudes
criminosas, o traidor do povo contratou mais 109 comissionados agora
em fevereiro e diz que não há orçamento para cumprir o plano de
cargos e salários da Guarda Municipal. Deixou que a Guarda fosse
despejada da casa que servia de sede e jogou o pessoal numa porcaria
que não presta para os objetivos. Uma das poucas áreas que eram
visíveis no desgoverno desse inútil "prefeito" e que conta com pessoal
educado que são os GM's, recebe tratamento indigno. Além de não
atender a categoria, manda "madame" sua mulher e sua candidata,
completa nulidade que se acha autoridade negociar com os GM's. O
frouxo não tem coragem de enfrentar ninguém e anda escoltado por
seguranças armados. O desrespeito às leis atingiu níveis inimagináveis
e o traidor do povo pensa que é inatingível e que ficará impune.
O grande "administrador e revolucionário" vem, minimamente, praticando
crimes de responsabilidade em série. Será que não bastam as mortes
no Portal da Morte, nome que se dá ao hospital municipal que deveria
atender aos contribuintes? Vamos lá prefeito mentiroso, lânguido,
incapaz e traidor do povo! Venha para as ruas e enfrente a população,
prestando contas do que fez com mais de R$ 135 milhões em 2009.
Quanto a mim, espero ansioso um processo qualquer da parte desta
cambada para que a festa fique completa. Vejam a matéria do jornal
O Fluminense de hoje, 28/02:
Guarda Municipal de Maricá promete paralisação para a próxima
semana
Por: Lissandra Torres 27/02/2010
Categoria emitiu nota relatando problemas constantes, como o não
cumprimento do Plano de Cargos e Salários, e por isso, a decisão
da suspensão temporária dos trabalhos
A Guarda Municipal de Maricá divulgou por meio de uma nota que vai
entrar em paralisação a partir desta segunda-feira por conta da
sucessão de problemas que o setor tem passado. Um dos principais,
segundo a categoria, seria o não cumprimento do Plano de Cargos
e Salários, que o atual prefeito da localidade, Washington Quaquá,
não estaria cumprindo a execução do mesmo desde outubro de 2009.
"Esse plano foi aprovado no governo anterior e o atual não está
cumprindo. As turmas estão galgando por anos de serviço sem a gratificação.
Fizemos uma reunião no início de fevereiro com o secretário municipal
de Segurança Pública, coronel Jorge Braga, de que queríamos a resolução
do problema junto ao prefeito", explicou um dos guardas, que não
quis ser identificado com medo de represálias.
Criada em 2001 e com cerca de 130 membros, a corporação também salienta
estar indignada com o despejo do prédio-sede ocorrido no último
dia 20 pelo dono do imóvel. O mesmo estaria cobrando na justiça
débitos de aproximadamente R$ 10 mil e a imediata desocupação do
imóvel.
Encontro com a primeira-dama não resolveu questão
Segundo um dos funcionários, os mesmos ainda tentaram um meio de
comunicação com o prefeito antes do Carnaval, mas ao invés disso
foram recebidos pela esposa de Quaquá, Rosângela Zeidan. Nesta reunião,
a primeira-dama garantiu que o prefeito falaria com a categoria
até o fim do mês, o que não foi cumprido.
"Por esse motivo, cerca de 80% da guarda não vai trabalhar a partir
desta segunda até que o prefeito se reúna com a corporação. Nós
queremos os nossos direitos", disse um dos guardas.
A assessoria de imprensa da prefeitura informou que o secretário
de Segurança de Maricá, coronel Jorge Braga, está fazendo um estudo
para analisar a possibilidade de atender ao Plano de Cargos e Salários
da Guarda Municipal, que já foi encaminhado às secretárias de Planejamento
e Administração. Portanto, assim que houver orçamento, a reivindicação
dos funcionários será atendida.
O Fluminense
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