24/08/2010
Recebido por mail
MENSAGEM/ELEITOR OU MARIA VAI COM AS OUTRAS
Vai votar? Conhece o pai, a mãe, a família do político? Ah, não? Alguma vez esteve com ele, conversou com ele sobre seus projetos? Sei, sempre viu de longe em palanque e mais ainda na televisão. E pode dizer o que ele já fez em sua carreira na política, e mesmo antes? Também não sabe, mas ele (ela) é boa gente. Analisou bem o que diz esse candidato? Ah, só o acompanha agora, na mídia, e no programa eleitoral, nos santinhos e folhetos de divulgação partidária, ou através de um vizinho ou amigo de bar. Sem saber nada, porque nunca quis saber sobre o candidato, apenas ouvindo as promessas, que nem sabe se são verdadeiras, ainda assim vai votar nele? Quer dizer está assinando um aval para um desconhecido e nem se importa? Porque o(a) candidato(a) é realmente um desconhecido(a) para você se nem sabe de onde veio e quem é sua família. Mas você nunca assina cheque em branco para um desconhecido, porque pode ser golpe. Nem compra um remédio ou mesmo um produto no supermercado sem exigir todas as informações, verdadeiras, sobre o mesmo. Reclama se o produto não é bom e tem até direito de recorrer a serviço de proteção ao consumidor.
Ainda assim continua certo de que o melhor é votar em tal candidato (a) sem ter qualquer garantia de que fará o que promete e ser verdade o que diz. E se for um falsário, ainda assim vai confiar? Tudo bem, cada um tem o direito de fazer o que quer da própria vida e dos familiares sem ser responsável pelo o que vier a acontecer. Errado? Mas como estamos errados se você entrega a vida da própria família a gente que não conhece, não sabe se é honesta, ou tenha moral, só por ouvir de terceiros? Isso é irresponsabilidade passível de cadeia. Ou acha correto deixar que legisle num país gente de que não sabe nem de onde veio, nem mesmo conhece sua capacidade mental ou até se sofre de um desvio psicológico? Se fizerem alguma falcatrua, dilapidarem o patrimônio público, destruírem com medidas errôneas sua vida e da sua família, demonstrarem ser deficientes mentais (o país já teve gente assim no governo)? A Justiça tarda mas não falha!? Pode ser, mas no Brasil ela tarda demais e pode ser aí tarde imensamente para sua família se recuperar. Vai, vai votar. Mas não chore arrependimento, pois, se arrependimento matasse, Maricá voltava a ser vila de uns poucos quinhentos com o maior cemitério do mundo.