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O “O Fluminense” de
hoje, domingo, 21/03 página 4 fala do lixo e do transporte em nossa
Cidade.
TRANSPORTE - o que mais pesa é a demagogia barata do prefeito
completamente desmoralizado e sem comando, querendo agradar aos
operadores de vans e destruindo o transporte público. Diante das
críticas do jornal começam a falar em colocar as vans para operar
no que chamam de “zona rural” e informam ainda que uma das empresas
já foi notificada. A solução está no projeto que apresentei em 17/10/2008
quando fui convocado para assumir a futura Secretaria de Transportes
e que não foi implementado pelo prefeito incapaz e traidor do povo.
A prefeitura não cuida das vias que sempre estiveram sem condições
de tráfego. As vans deveriam estar rodando na periferia, sem cobrar
passagens, levando os usuários até aos corredores de transportes
e sendo pagas pelo Fundo Municipal de Transportes, com recursos
das empresas de ônibus, IPVA, multas de trânsito, CIDE, cobrança
de estacionamento e depósito público. Estará fazendo um ano, no
próximo dia 25, que pedi a cassação da concessão da Costa Leste
e o processo parou, apesar da continuação dos péssimos serviços.
Quanto à N.Sra. do Amparo, falta diálogo e direcionamento por parte
do poder público. A empresa se dispôs a contribuir, como construir
terminal coberto, com banheiros e acomodações para seus funcionários
e usuários no Recanto de Itaipuaçu e calçar 100m de rua com paralelepípedos
na beira do Canal da Costa. Bastaria a desapropriação de 4 lotes
de terrenos que estavam sem pagar IPTU desde 2000, mas o incompetente
e lânguido prefeito preferiu manter a desordem e a imundície que
reinam naquele local. O custo das desapropriações deveria ser em
torno de R$ 80 mil, quantia ínfima diante dos desperdícios e desvios
que estamos assistindo há 15 meses! Só o passeio turístico que ninguém
viu custou R$ 72.240,00. O revolucionário bolivariano torrou R$
135 milhões e nada fez!
LIXO - A desordem começou junto com o atual “governo” e devemos
ao Promotor Luciano Mattos da 2ª Promotoria de Meio Ambiente e Urbanismo
a falta de atitude contra a prefeitura. Há nova ameaça de entrar
em ação. É o que consta da matéria de hoje no O Fluminense. Vejamos
o que vem dizendo o “governo municipal” e o ilustre Promotor: Em
09/10/2009, coluna informe do mesmo jornal “...A Promotoria de Tutela
Coletiva, Cidadania e Urbanismo do MP está investigando supostas
irregularidades na contratação da firma. Outro detalhe que chamou
a atenção do MP foi a qualidade do serviço prestado. O Promotor
de Tutela Coletiva e Meio Ambiente cogita reabrir o inquérito que
foi instaurado em janeiro para investigar possíveis falhas...”.
Cabe as perguntas: por que o inquérito foi encerrado se os péssimos
serviços continuavam desde a posse do novo governo e por que não
reabriu? Em 10/10/2009 no O São Gonçalo: “...Fui procurado pela
prefeitura e marcamos uma reunião para que me expliquem os caminhos
encontrados para não prejudicar a coleta de lixo”. Na mesma matéria
o Secretário de Meio Ambiente de Maricá usou como desculpa o “rombo
no Orçamento municipal encontrado pelo prefeito Washington Quaquá
com dividas que já chegam a R$ 50 milhões”. Seria interessante saber
os argumentos de Alan Novaes que impediram a reabertura do inquérito
pelo ilustre Promotor, uma vez que o rombo de R$ 50 milhões é uma
grossa mentira! No O Fluminense de 11/10/2009, a coluna Informe
publica: “...prefeito de Maricá, Washington Quaquá determinou abertura
de sindicância para apurar as supostas irregularidades na contratação
da empresa que presta serviços de coleta de lixo no município”.
O que apurou a sindicância? Que medidas tomaram se o povo nada viu
para dar solução ao inferno na coleta de lixo? O São Gonçalo de
14/10/2009, trás a choradeira das dívidas por parte da prefeitura,
do secretário Alan Novaes, do presidente da Câmara que também promete
investigar e informa que vão se reunir com o Promotor Luciano Mattos,
depois que ele ameaçou reabrir o inquérito de janeiro de 2009. A
população de Maricá tem o direito de saber o que vem sendo negociado
com o Ministério Público na pessoa do Promotor Luciano Mattos uma
vez que os serviços sempre estiveram muito abaixo do que se poderia
classificar como aceitável. Quais as razões que levaram o Promotor
Luciano Mattos desistir de reabrir o inquérito diante da manutenção
dos péssimos serviços prestados ao município. Afinal são 15 meses
de desmandos no lixo e em todo o “governo municipal”. Por que ameaçar
e não seguir em frente, defendendo os interesses do povo de Maricá?
Informa ainda o ilustre Promotor que o limite para reclamações é
de 3% sob pena de perda da concessão. Certamente Dr. Luciano desconhece
o calvário enfrentado pelos maricaenses e a unanimidade na insatisfação
com a coleta de lixo !
Segue matéria digitalizada, vejam clickando
aqui.
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