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Os
direitos humanos aqui em Maricá são freqüentemente violados, sem
que haja punições para os violadores, em sua maioria responsável
por cargos públicos. A legislação é freqüentemente ignorada.
Na
última quarta-feira, 18/08/2010, cerca de 16hs, ao tentar chegar
ao prédio onde funciona a Academia de Ciências e Letras de Maricá,
da qual sou membro, que funciona no prédio da Casa de Cultura do
Município, na Praça Orlando de Barros Pimentel, ao pedir permissão
a uma Guarda Municipal, que ali estava de plantão, para subir na
praça, para que eu pudesse saltar do taxi, alegando que era deficiente
físico, ela agressivamente me negou sob o argumento de que ali era
uma praça pública não sendo possível atender o meu pedido - eu disse
parar e não estacionar - dizendo com toda agressão possível que
eu devia usar uma cadeira de rodas, num tom de voz como se fosse
ela a dona da cidade. E se insistisse muito - disse a referida -
multaria o carro em R$ 600,00 por infração de transito. Por ai logo
se vê como são tratadas as pessoas humanas aqui nesta cidade!
Sabendo
do fato, alguns membros da Academia se dirigiram ao posto da GM
ali existente e conseguiram autorização para que eu pudesse cumprir
o meu trajeto.Eu sempre soube que esse tipo de autoridade - ou esta
é uma "autoridade" - é para nos orientar e nos indicar os caminhos
certos a serem seguidos no trânsito, e não tratar as pessoas com
agressividade e falta de respeito aos direitos da criatura humana.
Diante
do ocorrido, vou tomar as providências cabíveis para que não seja
surpreendido com situações desta natureza. O Ministério Público
certamente irá resolver este caso desta natureza.
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