19/03/2010
Recebido por mail
QUAQUÁ DANIFICA MOBILIÁRIO URBANO, MAS MENDIGOS CONTINUAM
Maricá está mesmo entregue ao escracho sem que qualquer vereador ou políticos, vorazes amiguinhos em tempo de campanha, saiam em defesa até das propriedades públicas, o que dirá defender a população. O prefeito Quaquá se lixa para qualquer um, esnoba que ninguém tem peito de enfrentar sua guarda pessoal, e vai fazendo o que lhe der na telha mesmo que seja fora da lei, num claro desrespeito à Câmara e à população. Impunemente afronta todos com a alteração de patrimônio público a seu bel-prazer, por incapacidade de resolver os problemas municipais.
Exemplo da falta de administração e descaso com prédio público ocorreu ontem, em plena praça Orlando de Barros Pimentel, durante o dia, quando a Prefeitura de Quaquá tapou com tijolos a entrada da torre de aparelhagem do anfiteatro. A "obra" foi uma solução para impedir que os mendigos, "importados" de conhecido município vizinho, não mais usem o local como abrigo e privada. O fato foi denunciado em edição de sábado do Território Livre, sob o título "Anfiteatro virou Quaquá's Resort", quando se flagrou até banho da mendicância, que invadiu a cidade sob seu governo.

Quaquá mostra mais uma vez a incompetência no trato com os problemas municipais. É a mesma atitude que tem tomado em todos os casos. No hospital, pintou paredes com infiltração e portais destruídos pelo cupim, para dar um aspecto de novo, e colou piso emborrachado sem qualquer cuidado; nas ruas, usa o tapa-buracos como solução e até anuncia esse trabalho como "obra"; às críticas, responde com o sacode, bancando o dono do município. Agora repete o paliativo, mas não soluciona o descaso com que tem tratado aquela praça, em particular o prédio tombado da Casa de Cultura, cercado por uma jardineira ilegal e servindo de poste para estandartes do governo. O que faz para cuidar daquele logradouro que não é a Casa da Mãe Joana? Onde a proteção e a conservação dos prédios públicos de lá?
Como sociólogo, sabe muito bem que o problema dos mendigos foi importado justamente para reforçar a criação da supersecretaria social, trampolim da campanha de madame Z, a primeira "dona" de Maricá. É a fórmula de manipulação de governos descompromissados com as próprias posições anunciadas em campanha. A ampliação artificial desses casos sociais serve para alavancar candidaturas eleitoreiras, influir na opinião pública, direcionar as próprias decisões governamentais com aval do povo, já de cabeça feita. Não é, professor?
E o digníssimo sabe muito bem que destruir, danificar ou alterar patrimônio público sem prévia autorização do Legislativo é crime, se houver seriedade na Câmara. Do contrário, é o escracho, com os vereadores lavando as mãos, num gesto de conivência e servilismo, como já se tornou regra no governo popular petista em Maricá.