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QUAQUÁ
DANIFICA MOBILIÁRIO URBANO, MAS MENDIGOS CONTINUAM
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Maricá
está mesmo entregue ao escracho sem que qualquer vereador ou políticos,
vorazes amiguinhos em tempo de campanha, saiam em defesa até das
propriedades públicas, o que dirá defender a população. O prefeito
Quaquá se lixa para qualquer um, esnoba que ninguém tem peito de
enfrentar sua guarda pessoal, e vai fazendo o que lhe der na telha
mesmo que seja fora da lei, num claro desrespeito à Câmara e à população.
Impunemente afronta todos com a alteração de patrimônio público
a seu bel-prazer, por incapacidade de resolver os problemas municipais.
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Exemplo da falta
de administração e descaso com prédio público ocorreu ontem, em plena
praça Orlando de Barros Pimentel, durante o dia, quando a Prefeitura
de Quaquá tapou com tijolos a entrada da torre de aparelhagem do anfiteatro.
A "obra" foi uma solução para impedir que os mendigos, "importados"
de conhecido município vizinho, não mais usem o local como abrigo
e privada. O fato foi denunciado em edição de sábado do Território
Livre, sob o título "Anfiteatro virou Quaquá's Resort", quando se
flagrou até banho da mendicância, que invadiu a cidade sob seu governo.
Quaquá mostra mais uma vez a incompetência no trato com os problemas
municipais. É a mesma atitude que tem tomado em todos os casos. No
hospital, pintou paredes com infiltração e portais destruídos pelo
cupim, para dar um aspecto de novo, e colou piso emborrachado sem
qualquer cuidado; nas ruas, usa o tapa-buracos como solução e até
anuncia esse trabalho como "obra"; às críticas, responde com o sacode,
bancando o dono do município. Agora repete o paliativo, mas não soluciona
o descaso com que tem tratado aquela praça, em particular o prédio
tombado da Casa de Cultura, cercado por uma jardineira ilegal e servindo
de poste para estandartes do governo. O que faz para cuidar daquele
logradouro que não é a Casa da Mãe Joana? Onde a proteção e a conservação
dos prédios públicos de lá? |
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Como
sociólogo, sabe muito bem que o problema dos mendigos foi importado
justamente para reforçar a criação da supersecretaria social, trampolim
da campanha de madame Z, a primeira "dona" de Maricá. É a fórmula
de manipulação de governos descompromissados com as próprias posições
anunciadas em campanha. A ampliação artificial desses casos sociais
serve para alavancar candidaturas eleitoreiras, influir na opinião
pública, direcionar as próprias decisões governamentais com aval
do povo, já de cabeça feita. Não é, professor?
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| E o digníssimo sabe
muito bem que destruir, danificar ou alterar patrimônio público sem
prévia autorização do Legislativo é crime, se houver seriedade na
Câmara. Do contrário, é o escracho, com os vereadores lavando as mãos,
num gesto de conivência e servilismo, como já se tornou regra no governo
popular petista em Maricá. |
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