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Há mais de uma semana
que a imprensa de Niterói e São Gonçalo noticia as atrocidades praticadas
no Hospital Municipal Conde Modesto Leal. São histórias de terror
e que mostram o grau de insensibilidade e desprezo pela vida humana
que nos remete ao regime nazista. Entre os monstros assassinos destacou-se
o Dr Joseph Mengele que ficou macabramente conhecido como o ANJO
DA MORTE. As práticas na matança são diferentes, mas a falta de
humanidade e a crueldade contra pessoas indefesas e desfavorecidas
são iguais. Lá a sanha dos criminosos se dava contra os judeus e
outras minorias. Aqui o ataque é contra os pobres que não tem quem
os defenda. Foram milhões em farras intermináveis, contratos fraudados,
desvios de toda ordem e para a saúde apenas o que manda a lei e
daí devemos descontar as falcatruas e superfaturamentos. A campanha
ilegal de "madame" está manchada com o sangue dos que morrem no
Conde Modesto Leal! A inoperância do Ministério Público no caso
específico é um dos fatores responsáveis pelo agravamento da crise
e pelo aumento do número de mortes. A grande maioria que recorre
ao PORTAL DA MORTE não tem outra saída. São pessoas humildes, maltratadas
pela vida e sem recursos ou até mesmo indivíduos com posses, mas
apanhados pelo destino e que acabam sendo levados para lá. A matéria
de hoje do jornal A Tribuna nos trás os números da chacina. Foram
143 mortes de janeiro até abril ou mais de um morto por dia e de
variadas faixas etárias. Convido a todos que procurem meditar sobre
as inúmeras denúncias que vem sendo feitas ao longo do quase 17
meses do regime de monstruosidades contra o povo de Maricá, especialmente
nos últimos dias, o que foi amplamente retratado. Não quero aqui
voltar a tecer comentários sobre o criminoso que ocupa a prefeitura
e deixo aos prezados leitores a tarefa de escolher os adjetivos
que ele e sua camarilha merecem.
Vejam as matérias de hoje:
www.atribunarj.com.br/
(CAPA)
www.atribunarj.com.br/noticia.php?id=5138&titulo= Atestado
do IML registra a morte de bebê por meningite
jornal.ofluminense.com.br/editorias/cidades/falta-atendimento-medico-em-marica-revolta-moradores
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