11/03/2010
Recebido por mail de Jornal Maricá em Foco/Ricardo V.Ferreira
O "GOVERNO" DE MARICÁ DESMORONA COMO CASTELO DE CARTAS
Jornal Maricá em Foco/Ricardo V.Ferreira

As notícias de uma debandada geral da camarilha tomam conta das rodas de conversas. O prefeito mentiroso, lânguido, incapaz e traidor do povo anuncia exonerações durantes os breves ataques de valentia (cercado de homens armados), dá várias "recuetas", certamente ameaçado por "madame" e outras figuras que sabem demais e as portarias não aparecem. A imprensa chapa branca cria fatos numa luta inglória para, num esforço derradeiro, passar algum alento ao "prefeito" destruído física, mental e moralmente. A podridão contamina tudo e todos. Hoje chegaram até nós matéria do Noticiário RJ a exaltar a participação do secretário de obras no aniversário da Creche São Bento em Itaipuaçu, plantando muda de pau-brasil. Devia a ilustre senhora dizer no seu texto que nem a primeira parcela dos R$ 5 mil mensais do convênio com a entidade foi paga pelo governo-calote. Recebemos ainda a informação que o "governo" foi forçado a sair do local improvisado onde estava abrigada a escola Municipal Ataliba de Macedo Domingues na Estrada de Itaipuaçu, por não pagamento de alugueis e contas de luz. Jogaram as crianças numa casa que, para ser acessada, passa por uma verdadeira trilha de MotoCross na Estrada 3, caminho de Itaocaia Valley, enfrentando lama, buraco e lixo. As crianças estão sendo jogadas de um lado para outro há meses por esta nuvem de gafanhotos que destruíram as finanças municipais. Numa atitude inexplicável, a Secretaria de Educação contratou 82 vigias não se sabe para que! Por fim, vemos no Enter on-line que o Dr, Mauro, subsecretário de Assistência Básica também joga a toalha divulgando um poema revelador. A operação para a campanha de "madame" não para com cada vez mais gente sendo nomeada, todas passando por seu crivo. É uma imoralidade jamais vista e de uma falta de vergonha que deixa profissionais da política rasteira de queixo caído. Vamos ver quem vai sobrar para fechar a porta e apagar a luz, se não tiver sido cortada!

Leiam o desabafo poético do médico demissionário:

"Parar! Parar não paro!
Esquecer! Esquecer não esqueço!
Se caráter custa caro, pago o preço.
Pago, embora seja raro. Mas HOMEM não tem avesso.
E o preço da perda eu comparo à força do arremesso.
E que ninguém me dê amparo nem me pergunte se padeço.
Não sou e nem serei avaro.
SE CARÁTER CUSTA CARO, EU PAGO O PREÇO"