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Em 03 de agosto Maricá conheceu o primeiro
número do jornal O Terminal que é originário de Niterói. Alertamos
que seria muito difícil encher as duas páginas destacadas para Maricá
por completa falta de assunto que não fossem as tragédias engendradas
pelo grupo que assaltou o poder. Pedimos aos editores que não fossem
pautados pela Secretaria de Comunicação da prefeitura, mas é exatamente
o que está acontecendo. As matérias são requentadas e com toscas
tentativas de imprimir novidade onde não existe, alterando o texto
da matéria original. O Arco Metropolitano é um dos casos que foi
tratado em 29 de julho pela prefeitura e lá está renovada a matéria.
Água para Ponta Negra, Casa da América Latina, e os tais 10 milhões
para obras de recuperação dos estragos das enchentes voltam no novo
jornal, que pelo andar da carruagem veio para fazer o jogo do poder.
Vamos mostrar as barbaridades do número que foi distribuído hoje,
2ª feira, 9 de agosto, começando pelas blitzes (SIC). Plural de
blitz (palavra alemã) é blitzen. O texto postado no O Terminal é
tirado do site da prefeitura e até a foto que usaram já foi publicada
no Enter online em 07/08. O texto sobre o Bilhete Único que está
no jornal chegou a manter o erro que está no site da prefeitura,
final da matéria onde diz que "a providência foi PREITEADA
pelo prefeito..." A matéria é um equívoco, pois diz, no
primeiro parágrafo que "... já podem contar com os benefícios
do bilhete único que passaram a funcionar neste final de semana."(SIC)
Tentaram dar uma nova roupagem ao que está no site da prefeitura
e torceram tudo. Além do erro contido na frase que anotamos, o bilhete
único está valendo há meses. A modificação foi apenas que agora
o bilhete e sua recarga já podem ser adquiridos em Maricá. Como
não estamos vendo qual foi a vantagem que a população teve com relação
às notícias locais, fica a pergunta: qual o retorno pretendido pelos
editores e quem estaria por trás da colocação do jornal O Terminal
em Maricá? Como estamos sendo bombardeados por uma nova onda de
promessas de "um novo canteiro de obras" e verbas fantásticas trazidas
pelo prefeito inominável, será que o lançamento do novo periódico
não é uma preparação para ajudar na OPERAÇÃO ABAFA montada pela
mais completa nulidade que nosso município já viu? Onde foram parar
os R$ 250 milhões em impostos arrecadados? Por que o "O Terminal"
não ajuda a investigar? Vamos aguardar, pois a estréia não recomenda.
Não nos esqueçamos que ZEIDAN é QUAQUÁ e QUAQUÁ é ZEIDAN!
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