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MARICÁ
ENTREGUE À INCÚRIA E À INCOMPETÊNCIA DE UMA ADMINISTRAÇÃO IRRESPONSÁVEL
Nós,
moradores de Maricá, estamos presenciando a uma das mais se não
a mais incompetente administração do nosso município. A arrogância
e o desleixo estão marcados em todos os locais da cidade.
Não
há planejamento e muito menos ações que atendam aos serviços que
se espera de uma administração que tanto prometeu e que se omite
das obrigações para com a população de Maricá.
Nas
ruas do município o que assistimos é a proliferam de buracos e crateras.
As ações preventivas e corretivas dos problemas da cidade inexistem.
A ponte e o canal da Barra de Maricá, mesmo após as enchentes de
abril, foram esquecidos. A população está revoltada com a precariedade
dos serviços de saúde, educação, transporte ou qualquer outro tema
que se possa listar.
Embora
o centro da cidade esteja degradado com o Prefeito “desasfaltando”
suas ruas e fazendo obra de fachada, os maiores prejudicados são
os moradores de Itaipuaçu, Inoã, São José do Imbassaí, Ponta Negra,
Caju e o seu entorno, Espraiado, Cordeirinho, Barra de Maricá, Ubatiba,
Caxito, Bambuí e as outras localidades dos distritos situados fora
do centro da cidade.
A
falta de recuperação da ponte da Mumbuca, interditada desde a calamidade
de abril, contribui ainda mais para a situação caótica do trânsito
na região.
A
responsabilidade é conjunta, pois não só o Prefeito, mas também
os Vereadores ou se omitem ou são coniventes com a calamidade pública
que tomou conta da cidade.
O
Fora Quaquá é não apenas uma medida reparadora com necessária para
recuperação da dignidade de Maricá.
Vamos
todos nos somarmos a esta luta e urgentemente, antes que o caos
assuma proporções irrecuperáveis e irremediáveis.
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COMO
COMBATER A CORRUPÇÃO?
Algumas candidaturas estão gastando mais de 5, 10 ou até 20 vezes
o total do valor das remunerações dos cargos a que concorrem. É
possível que esteja ai a raiz dos esquemas de corrupção que, segundo
estimativas, consomem cerca de 6,3% do PIB brasileiro. Em valores
de 2009, algo em torno de R$ 198,0 bilhões de reais, ou seja, equivalente
a 15 anos e 9 meses dos recursos do programa “Bolsa Família”.
Na urna é você e sua consciência. Reflita. O voto não tem preço,
tem consequências e às vezes danosas e desastrosas. Não vote em
campanhas milionárias. Diga não à corrupção. Diga não aos fichas
sujas.
Quanto
maior o aparato das campanhas, muito provavelmente, parte de nossos
impostos estão sendo corroídos nos compromissos obscuros montados
por trás das cortinas das negociatas.
Outro
aspecto a ser observado é a repetição dos sobrenomes dos candidatos,
como se estivéssemos retrocedendo ao período das capitanias hereditárias.
Procure conhecer o passado e a trajetória dos candidatos, pois só
assim o risco de elegermos futuros fichas sujas pode ser minimizado.
Não
seja cúmplice dessa bandalheira. Atenção, muita atenção. Você antes
de ser um eleitor e uma eleitora, você é, na verdade, um cidadão
e uma cidadã brasileiros. E isto tem um valor inestimável.
Parafraseando
uma citação anterior diríamos hoje: Ou o Brasil acaba com a corrupção
ou a corrupção acabará com o Brasil.
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ROYALTIES
DO PETRÓLEO
Uma
cobiça contra o Rio de Janeiro.
Estamos
assistindo, desde o ano passado, o debate sobre critérios de distribuição
dos valores correspondentes aos royalties e participações especiais
da exploração do petróleo. E, claro, os grandes perdedores serão
o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, principalmente o Rio de Janeiro,
responsável por 85% da produção do petróleo brasileiro. Cabe esclarecer,
inicialmente, que a tunga pretendida contra o Rio de Janeiro começou
quando o governo federal propôs a mudança do marco regulatório da
exploração do petróleo do regime de concessão para o regime de partilha.
O que isto significa? Significa que os Estados produtores perderão
sua parcela das participações especiais ficando apenas com a parte
dos royalties. Não satisfeitos com esta roubada aos Estados produtores,
o Deputado Federal Ibsen Pinheiro (PMDB/RS) e posteriormente o Senador
Pedro Simon (PMDB/RS) apresentaram emenda que distribuiria os valores
dos royalties nas proporções relativas aos Fundos de Participação
dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM).
Como
efeito desta emenda e considerando os valores de 2009, o Rio de
Janeiro perderia mais de R$ 7,5 bilhões ao ano, conforme segue:
Estado
do Rio de Janeiro:
.
Quanto recebe hoje: R$ 4,9 bilhões;
.
Quanto receberia: R$ 90,0 milhões;
Rio
de Janeiro (Capital):
.
Quanto recebe hoje: R$ 44,7 milhões;
.
Quanto receberia: R$ 20,1 milhões;
Municípios
do Rio de Janeiro:
.
Quanto recebe hoje: R$ 2,6 bilhões;
.
Quanto receberia: R$ 146,0 milhões.
84
municípios do Rio de Janeiro, além da Capital, recebem participações
sobre o petróleo.
Total
atual: R$ 7,95 bilhões.
Quanto
perde: R$ 7,51 bilhões.
Na
Constituição de 1988 foi aprovado o pagamento do ICMS sobre petróleo
e energia elétrica no destino e não na origem, como ocorre com os
demais produtos e serviços. Esta mudança provoca uma perda anual
para o Estado do Rio de Janeiro, a valores de 2009, de R$ 14,0 bilhões,
tendo como principal beneficiário o Estado de São Paulo, maior consumidor
de petróleo no Brasil.
Os
royalties e as participações especiais sobre a exploração de petróleo
surgiram então como forma de compensação financeira aos estados
e municípios diretamente ligados à exploração do petróleo.
Quais
as alternativas para o Rio de Janeiro não sofrer com estas perdas?
Veto
presidencial às emendas, que, no entanto, pode ser derrubado pelos
Deputados Federais e Senadores, ou;
O
Estado do Rio de Janeiro ou alguma outra entidade ingressar com
uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), com base no parágrafo
1º do artigo 20 da Constituição Federal, a ser apreciada pelo Supremo
Tribunal Federal (STF).
Malandramente
a emenda Simon obriga a União a compensar estados e cidades que
tiverem perda de receita com a nova fórmula. A votação da matéria
foi transferida, no Congresso, para depois das eleições. Fala sério.
Não tem inocente nesta jogatina.
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Professor
SARAIVA: candidato a Deputado Federal pelo PSOL/RJ, nº 5049.
Menos
IMPOSTOS: maior PRODUÇÃO, mais EMPREGO, mais TRABALHO, mais RENDA,
mais CONSUMO.
Melhor
QUALIDADE DE VIDA.
A
população brasileira paga em média 36% do PIB de impostos. Isto
significa dizer que até a primeira quinzena de maio trabalhamos
para sustentar as estruturas de governo (federal, estaduais e municipais).
Estima-se que entre 15% e 20% dos impostos são desviados nos esquemas
de corrupção, ou seja, na média 6,3% do PIB. Em valores absolutos
de 2009 temos:
PIB:
R$ 3,143 três trilhões e cento e quarenta e três bilhões de reais,
equivalentes a mais de 6,1 bilhões de salários mínimos atuais;
Impostos
pagos: R$ 1,131 um trilhão e cento e trinta e um bilhões de reais,
equivalentes a mais de 2,2 bilhões de salários mínimos atuais;
Esquemas
de corrupção (estimativa): R$ 198,0 cento e noventa e oito bilhões
de reais, equivalentes a mais de 388 milhões de salários mínimos
atuais, ou seja, igual ao valor de 15 anos e 9 meses do programa
bolsa família.
A
redução de 6,3% do PIB em impostos representaria uma possibilidade
real de maior produção, mais emprego, trabalho, renda e consumo
e uma melhor qualidade de vida para o povo brasileiro.
A
estimativa, para este ano de 2010, é que a carga tributária se aproxime
dos 38% do PIB, quando nossa proposta é de uma redução, ao longo
de determinado período, para 30% do PIB. Isto é possível? Alguns
poderão indagar. Para desfazer esta dúvida citemos alguns exemplos
próximos, onde a mesma relação é de 30% nos Estados Unidos, 26,8%
na Argentina e de 25% no Uruguai e no Chile.
O
desenvolvimento sustentável, em benefício da população brasileira,
deve estar amparado no trinômio: nutrição (alimentação balanceada),
saúde e educação. Um povo nutrido e com serviços de medicina preventiva
tem sua estrutura orgânica mais saudável, aumentando sua capacidade
de aprendizado, permitindo-lhe uma melhor formação e uma melhor
qualificação profissional para o mercado de trabalho.
Aliados
aos fatores anteriormente citados devemos ter também serviços adequados
de moradia, infraestrutura, saneamento básico, transportes, segurança,
esportes, cultura, lazer etc., necessários ao atendimento pleno
das condições de vida inerentes à natureza humana.
Indispensável
ainda, para preservação de salubridade do mundo, cultivarmos uma
consciência ecológica, garantindo às futuras gerações um planeta
menos degradado.
Investimentos
em ciência e tecnologia são fundamenteis para o Brasil ingressar
no grupo dos países desenvolvidos, deixando de ser meramente exportador
de produtos primários, principalmente alimentos e minerais e importador
de produtos industrializados. A título de exemplo citemos as exportações
de minério de ferro (90% da produção brasileira) ao preço de US$
136/tonelada, quando o preço da chapa de aço alcança cerca de US$
760/tonelada. Como a China é a maior importadora de minério de ferro
brasileiro, ela hoje é a maior produtora de aço do mundo.
Vamos
lutar por um Brasil mais justo, onde os benefícios de suas riquezas
sejam destinados ao conjunto de sua população e não para o enriquecimento
de uma pequena e voraz elite descompromissada com os destinos de
nossos habitantes.
Diga
NÃO à CORRUPÇÃO. Diga NÃO aos FICHAS SUJAS. Vote PSOL. Vote 50.
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