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Há
muito que não falo aqui de acessibilidade, de deficiente físico,
de desordem urbana e de cultura. Mas hoje estou voltando num momento
de tantos "factóides" espalhados pela cidade servindo apenas para
desviar a atenção do povão das coisas mais sérias que rolam em nosso
cotidiano. Uma maneira antiga de enganar a opinião pública.
Porém o importante é que estou aqui novamente para continuar cobrando
do poder público tudo aquilo que reivindiquei antes e que são direitos
estabelecidos por Lei, mas que infelizmente o poder público não
vem cumprindo, mostrando que nada mudou nestes últimos seis meses
em Maricá, o que é lamentável.
É bom lembrar, que aqui foi pedido melhor acessibilidade para os
deficientes fiscos, para as pessoas com mobilidade reduzida, para
os idosos e gestantes, que em Maricá não recebem o tratamento devido
por culpa de quem fala muito e não resolve nada. E no que concerne
a cultura foi aqui enfocado o direito dos cidadãos maricaenses de
terem acesso a um bem tão precioso que é. Visto que na cidade não
existe cinema, nem teatro e nem outros projetos de conhecida importância
para a população em geral.
Não posso deixar de falar, que a Casa de Cultura da cidade, é quase
impraticável o acesso aos idosos, deficientes, gestantes e pessoas
de mobilidade reduzida. Os responsáveis por aquela Casa mesmo tendo
sido alertados e instados, até o momento não tomaram nenhuma providência.
Parece que em Maricá o povo não tem voz e nem direitos, mesmo que
desfrute de uma legislação própria. E quanto à desordem urbana...
A desordem urbana... Vai de mal a pior...
Na verdade é triste saber que na nossa Maricá, nem sempre os direitos
do cidadão são respeitados.
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