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Prezado Srs, Fui
Na 1ª. Plenária preparatória da Região de Cordeirinho para implantação
do orçamento participativo, através do Congresso Geral da Cidade
de Maricá (dia 22/06/09), tomei conhecimento de como pretendem realizar
este processo e queria sugerir algumas coisas que podem auxiliá-los
ao êxito deste processo.
A reunião terminou sem uma proposta de dia, horário e local de encontro
da população local para apresentação das duas demandas (assim como
chamaram) e de todas as outras, caso esta região apresente para
os moradores votarem, as quais farão diferença se forem efetivamente
contempladas. Acredito que esta comunidade deveria selecionar entre
várias demandas, uma primeira voltada á saúde (posto de saúde),
a segunda voltada a entretenimento (praças e outros instrumentos)
e uma terceira voltada aos jovens (como a criação de um centro cultural
e poliesportivo para a região, inclusive que contemple a terceira
idade, quem sabe uma possível integração possa advir desta idéia)
e finalmente duas de infra estruturas, como: a questão do transporte
e vias essenciais de acesso.
Obs: Fundamentalmente das cinco demandas, três seriam constituídas
de mais de um recurso, como tempo, dinheiro, pessoal e etc., e as
duas últimas com menos recursos ainda que necessitem de um planejamento
coletivo desta região e toda sua vizinhança.
Problemas como coleta de lixo, iluminação e segurança e algumas
outras coisas, podem ser tratados separadamente, pois deve ser entendido
como administração ou correção no atendimento destes serviços já
existentes e não a implantação de um novo sistema e projeto.
Obs: A Defesa Cívil junto à Guarda Municipal e à Secretaria de Assistência
Social devem agir como fizeram com a ocupação irregular na APA (retirada
de posseiros e grileiros. Uma ação URGENTE e semelhante junto ao
tal [WINDOWS-1252?]"Hotel" em Cordeirinho é necessária, para que
de ante mão, o processo de invasão e má utilização (já iniciado)
indevida do espaço encerrasse a curto prazo.
Voltando ao assunto anterior, poderia ser feito ainda um ciclo de
palestras em dia especificado para a apresentação de todos os projetos
articulado pela subprefeitura, inclusive para ver se alguns projetos
podem se unir a outros, gerando assim, uma quantidade menor de demandas,
mas efetivamente representativas da comunidade.
Neste encontro, pessoas com a mesma finalidade poderiam determinar
projetos e processos comuns para em ultima apresentação haver uma
seleção final de cinco demandas efetivas e representativas e nelas
uma adesão de todos os presentes, em todos os projetos e a importância
de sua representatividade na Assembléia Popular.
Comentando ainda sobre o ciclo de palestras que deve ser ministrado
lembro que as adequações daqui podem também serem agregadas às demais
regiões. Por exemplo; o problema de transporte não é só um problema
de Cordeirinho, mas também de Bambuí, de Ponta Negra, de Guaratiba,
Espraiado e demais localidades, que depois no último processo regional,
podemos reunir esforços (à vizinhança/entorno) em conquistar ainda
mais delegados para esta representação.
Finalizando, sugiro que nas próximas plenárias preparatórias já
fique estabelecido local, data e hora para as apresentações de projetos
á comunidade, inscrições de pessoas com interesse em comum para
fomentação/organização de novos projetos e para que num passo seguinte
seja escolhido como demanda(s) representativas daquela região.
Gostaria de lembrar que problemas de abastecimento de água e captação
de esgoto também devem ser tratados de forma diferenciada já que
é um problema de cunho estadual e não municipal, e que desde já
não impede entendimento entre estas duas esferas para tentar resolve-los.
Como citei acima um dos problemas de infra-estrutura a resolver
é a acessibilidade, entendo que a principal Avenida de Cordeirinho
(Avenida Central) seja uma rodovia estadual, que desde já também
a Prefeitura através do Ministério Público devesse estar cobrando
por sua qualidade, e que ao mesmo tempo a prefeitura deva estar
junta cobrando para o cumprimento da lei que não permite quebras-molas
e sim a colocação de redutores de velocidade, já que comerciantes
locais acreditam que isto faça aumentar a visibilidade de seus estabelecimentos
aos visitantes. Na verdade isto acaba ocasionando danos quase irreparáveis
aos veículos da população residente, e também criando ondulações
na pavimentação, que em pouquíssimo tempo de tornarão crateras incontroláveis.
Existem outras formas de controle de velocidade que podem ser usadas
e é isto que tem que ser feito. Buscar novas possibilidades de redução
velocidade e não de vida útil veicular. Assim como cobrar a utilização
de material para a pavimentação de maior qualidade e maior durabilidade,
além de exigir a garantia mínima quando executada por empresa licitada.
Principalmente àqueles lugares que não querem estar sempre em manutenção,
como aqui.
Em sua maioria, grandes problemas são resolvidos com pequenas soluções,
será sempre necessário que as pessoas envolvidas ou comunidades
estejam caminhando no mesmo sentido e de mãos dadas, querer é fazer
e fazer é poder, só não faz quem não quer.
Atenciosamente, Ana Paula moradora de Cordeirinho
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