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Em
nossas reflexões quanto ao artigo publicado em 24 de janeiro, sob
a égide e o impulso de publicações anteriores, observamos que o
mesmo poderia ser usado politicamente, de forma maldosa e prejudicial.
Até mesmo com o intuito de denegrir vultos de importância consagrada
pelo trabalho e dedicação, em verdadeiro sacerdócio à causa humana
e ao bem-estar da fauna e da flora em harmonia do ecossistema.
Todavia, trata-se de um evento bem
aceito e considerado saudável, não existindo qualquer impedimento
legal que embargue a sua realização. Tanto é que acontece em Barretos,
e graças ao calendário do rodeio, tornou-se uma das cidades mais
conhecidas do Estado de São Paulo, onde comparecem turistas de todos
os lugares do País e muitos estrangeiros. É verdade também que a
cidade paulista sede de a mundialmente famosa e reconhecida Festa
do Peão Boiadeiro, realizada e promovida tradicionalmente pelo Clube
dos Independentes de Barretos, apesar atrair grande parte da população,
tem recebido duras críticas de grupos de direitos e proteção animais
com sérias denúncias de sofrimento nos métodos empregados no rodeio.
Em contrapartida, há pouco tempo, tivemos o tema do rodeio
explorado e focalizado em horário nobre, na novela levada ao ar
pelo canal da rede Globo de Televisão, não havendo qualquer manifestação
do Conselho de Medicina Veterinária, de entidades de defesa ambiental,
política ou religiosa; tampouco o Ministério Público se pronunciou.
Todos se calaram frente à Globo.
Destarte, no artigo publicado anteriormente,
criticamos o aparato que a Prefeitura montou com o apoio de diversas
autoridades. O sabemos que foi de boa-fé, devida à preocupação do
Chefe Maior do Município, o nosso digno Prefeito e o ilustre vice,
hoje Deputado Estadual, que estenderam tal preocupação aos nossos
honrados parlamentares, secretários do Município, autoridades civis
e militares, a fim de que não houvesse distúrbios ou transtornos
ao ir e vir da população fixa e rotativa. Nem mesmo qualquer ocorrência
delituosa ou danosa à integridade física ou psicológica às pessoas
e muito menos lesivas ao patrimônio público, época em acontecem
os excessos devido ao alcoolismo, drogas em geral e práticas de
vandalismo, terrorismo e vinganças pessoais. E com toda a certeza
o evento foi um sucesso!
O Senhor Prefeito que muito ama e
se identifica com o nosso Povo; no melhor de seus propósitos e tão
inocente quanto o seu staff, desconhecia os métodos de tortura e
sofrimento aplicados aos animais. Buscou a melhor qualidade e segura
diversão, não só à População de Maricá, mas o grande número de pessoas
que lá chegariam, além de as divisas financeiras que aportariam
à Cidade.
Mas não vamos chorar o restante do
leite derramado. O que passou, passou e como tudo, a efemeridade
da vida. O que desejamos é apresentar crítica construtiva à guisa
de conhecimento ao Povo, às autoridades civis e militares, até mesmo
que busquem junto às universidades, aos veterinários, aos pesquisadores,
às Ong, à SUIPA e demais detentores de conhecimento sobre o assunto,
levando-o ao debate honesto e consciencioso, não só restrito a Maricá,
mas a nível de Brasil, do Parlamento Nacional, da Presidência da
República e do Conselho Nacional de Justiça.
No momento queremos mostrar segundo
o que apuramos e gerar a formação de opinião honesta e o início
desse debate, ainda que restrito à nossa pequena comunidade de Maricá.
Vejam:
levando-o ao debate
honesto e conciencioso, nre o assuntoa Prefeitura montou com o apoio
de diversas autoridades, sabemos que
O clima de festança é previamente
preparado com a prefeitura e as autoridades responsáveis pela segurança.
A arena, as arquibancadas e a masmorra.
Um comércio dedicado ao evento se
instala, oferecendo refeição variada que vai da pipoca à maçã do
amor. São barracas de alimentação rápida e imediata, do pão com
qualquer coisa ao churrasquinho no palito; da comida a quilo ao
rodízio de churrasco. Água, refrigerantes, bebidas diversas e outras
coisas que “rolam” (misérias do fundo do poço). O sistema de som
é possante e o locutor preparado ao espetáculo. No palco se apresentam
os grupos e atrações sertanejas: forró, moda de viola, contador
piadas, “causos e causos” da vida campestre. Homens, mulheres, jovens
e crianças circulam com suas roupas coloridas, botas e chapelões
para todos os gostos e poder aquisitivo.
Mas onde estão os gaúchos com suas
bombachas, a cuia e a bomba do chimarrão, trajados tipicamente à
moda dos Pampas com sua Tropilha Crioula e o Gado Xucro? Vieram
os bravos vaqueiros do Pantanal a tocar os seus berrantes? Por que
não vieram os outros bravos vaqueiros em trajes típicos feitos de
couro, qual armadura a proteger o corpo de pedras e espinhos que
mais parecem lanças a desfiar os bravos, “antes de tudo um forte”,
os nordestinos que vivem nas caatingas, no semi-árido do sertão,
rogando a deus por gotas de chuva e seus bois alimentados pelo Mandacaru?
Mas onde estão os grupos de alpercatas: sandálias sem salto que
se prende ao pé por tiras de couro ou de pano e chapéu-de-couro
de boiadeiro? Não se ouve o forró de pé de serra? O Baião, o Xote
(importado da Hungria) a sanfona, o zabumba (a zambumba) e o triângulo;
os repentistas, o nosso saudoso Lua, o Luiz Gonzaga e outros poetas
cantadores que ainda cantam o poema Asa Branca?
O cenário não é brasileiro e nada
tem Haver com as nossas tradições achincalhadas pelos jovens que
não foram levados a aplaudir o que é nosso, o que é do Brasil. Há
muito tempo vem faltando matéria prima feita de patriotismo, de
amor à Natureza, à Terra e aos Símbolos Nacionais. Com pesar assistimos
a eventos, cuja abertura se dá com o Hino Nacional Brasileiro, contudo
observam-se “brasileiros” em posição e/ou atitudes desrespeitosas,
outros somente ouvem sem cantar porque não sabem. A situação piora
quanto ao maior dos nossos símbolos, o Pavilhão nacional, a Bandeira
Nacional, ao Hino à Bandeira, ao Hino da Independência. É verdade!
No Brasil falta BRASILEIRO. Temos, sim, uma mistura de tudo que
deu nada, mas sobram espertalhões individualista, hipócritas e demagogos.
Sobram oportunistas, apátridas de índole, mau-caráter, Judas e mercenários
vendilhões da Pátria.
O cenário é aquele imposto pelos
espoliadores intervencionistas ao longo dos últimos 60 anos e aceito
por mercenários ou covardes que sempre estiveram e ainda estão a
serviço de outras potências. Como já vimos, por determinação de
empresários “brasileiros”, governos e multinacionais fabricantes
de automóveis e caminhões, sepultaram as ferrovias, as fábricas,
a indústria naval brasileira e o transporte marítimo, outrora pujante.
Sobrou o desemprego e a miséria; a produção em série de marginalidade
fabricada por não ter o que comer, restando cheirar cola; uma Polícia
mal-paga e sofrida que se arrisca em cada esquina e sem os direitos
humanos.
O cenário é o da desfiguração do
nosso idioma, substituído por nomes e termos em inglês; da pichação
de Nova York exportada para os subdesenvolvidos aumentando o lucro
dos fabricantes de tinta, responsáveis pelo aquecimento do planeta;
do dia das bruxas que nada tem haver com o Brasil. Mas entre muitos
outros, eis o cenário dos rodeios.
Nesse cenário híbrido, multicolorido
de alegria e de grande festa, nos remete ao Coliseu, ao circo dos
gladiadores: indivíduos que nos circos romanos combatiam com outros
homens ou com feras, para o divertimento público. Só não
encontramos homens escravos gladiadores, seus senhores e donos,
tampouco os imperadores romanos, porém veremos que o cavalo e o
boi não passam de gladiadores; presas escravizadas e submetidas
a maus-tratos, torturas físicas e psicológicas na masmorra atual.
Os homens trajados nada têm haver
com os nossos boiadeiros e vaqueiros, pois se vestem tais quais
os “cowboys” no Texas, Estado dos E.U.A.
“Os rodeios são promovidos como exercícios
de “coragem” e “valentia” da habilidade humana em conquistar as
“bestas ferozes” e “indomadas” do velho Oeste. Na realidade, os
rodeios não são nada mais do que uma exibição manipulada do domínio
humano sobre os animais, mal disfarçado de "entretenimento".
O que começou no final do século XIX como um concurso de habilidades
entre “cowboys” se transformou num show motivado por ganância
e lucro.”
Seqüência exibicionista
Laçar um bezerro; o corpo
a corpo com um novilho; montar um cavalo e um touro sem arreios,
selar um potro xucro e ordenhar uma vaca selvagem.
As “bestas ferozes” não têm nada
de agressividade em seu comportamento natural. Os gladiadores de
outrora foram substituídos por bezerros, pelos novilhos, pelos potros,
ou mesmo um cavalo ou touro sem arreios. São animais dóceis e como
os gladiadores, prisioneiros, levados na triste condição de protagonistas
arredios e impacientes; considerados agressivos e temidos assassinos,
devido a torturas e maus-tratos a que são submetidos antes, na masmorra
dos bastidores e durante a apresentação, vítimas da crueldade humana
que lhe aplicam o conhecido sedem, amarrado ao redor do corpo do
animal (sobre pênis ou saco escrotal) e que é puxado com força no
momento em que o animal sai à arena. Veremos ainda outras formas
e instrumentos de tortura que provocam saltos e corridas desconexas,
devido a angústia e a dor física aplicadas a seres irracionais,
mais vivos e de grande utilidade à vida humana.
Realmente, não vai além de uma farsa,
a demonstração de coragem e valentia. O que temos são verdugos cruéis
e sadomasoquistas aplaudidos por uma platéia inebriada, movida por
verdadeira comoção universal.
A seguir apresentamos textos retirados
via Internet, da Enciclopédia Livre Wikipedia, cujo embasamento
técnico e científico transcende ao nosso conhecimento:
“A posição chamada
de bem-estarista tem sido propagada por alguns das mais antigas
organizações de proteção animal: por exemplo a Sociedade Real pela Prevenção de Crueldades contra Animais
no Reino Unido.
Com uma característica
condenada como bem-estarista a Declaração Universal dos direitos
dos animais foi proclamada em assembléia, pela UNESCO, em Bruxelas, no dia 27 de
janeiro de 1978.”
Contudo, o Brasil resolveu importar a cópia de espetáculos contrários
à formação do nosso Povo.
“Os organizadores de rodeios alegam
que o animal trabalha apenas por oito segundos, como se não houvesse
centenas de horas de treinos não supervisionados, muitas vezes,
com o mesmo animal. Eles contestam também que os animais utilizados
são selvagens e que pinoteiam por índole. Caso fosse verdade o sedem
não seria necessário e o animal não pararia de pular após a retirada
do mesmo. E não é só, faz parte do manual de torturas, a prática
e os utensílios:
Laçada de bezerro: animal
de apenas 40 dias é perseguido em velocidade pelo cavaleiro, sendo
laçado e derrubado ao chão. Ocorre ruptura na medula espinhal, ocasionando
morte instantânea. Alguns ficam paralíticos ou sofrem rompimento
parcial ou total da traquéia. O resultado de ser atirado violentamente
para o chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos levando
o animal a uma morte lenta e dolorosa.
Laço em dupla / team roping:
dois cowboys saem em disparada, sendo que um deve laçar a cabeça
do animal, e o outro as pernas traseiras. Em seguida os peões esticam
o boi entre si, resultando em ligamentos e tendões distendidos,
além de músculos machucados.
Bulldog: dois cavaleiros,
em velocidade, ladeiam o animal que é derrubado por um deles, segurando
pelos chifres e torcendo seu pescoço.”
Ferramentas de Tortura
Agulhadas elétricas, um pedaço de
madeira afiado, ungüentos cáusticos e outros dispositivos de tortura
são usados para irritar e enfurecer os animais usados nos rodeios,
com o objetivo de mostrar um "bom show" para a multidão.
Sedem ou sedenho: é um artefato
de couro ou crina que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre
pênis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento em que
o animal sai à arena. Além do estímulo doloroso pode também provocar
rupturas viscerais, fraturas ósseas, hemorragias subcutâneas, viscerais
e internas e dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal
fique exposto a tais fatores, pode-se evoluir até o óbito.
Objetos pontiagudos: pregos,
pedras, alfinetes e arames em forma de anzol são colocados nos sedenhos
ou sob a sela do animal.
Peiteira e sino: consiste
em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do
corpo, logo atrás da axila. O sino pendurado na peiteira constitui
mais um fator estressante pelo barulho que produz à medida que o
animal pula.
Esporas: às vezes pontiagudos,
são aplicados pelo peão tanto na região do baixo-ventre do animal
como em seu pescoço, provocando lesões e perfuração do globo ocular.
Choques elétricos e mecânicos:
aplicados nas partes sensíveis do animal antes da entrada à arena.
Terebentina, pimenta e outras
substâncias abrasivas: são introduzidas no corpo do animal
Golpes e marretadas: na cabeça
do animal, seguido de choque elétrico, costumam produzir convulsões
no animal e são o método mais usado quando o animal já está velho
ou cansado.
Esses recursos que fazem o animal
saltar descontroladamente, atingindo altura não condizente com sua
estrutura, resultam em fratura de perna, pescoço e coluna, distensões,
contusões, quedas, etc.
Segundo a Dra. Irvênia Prada, que
foi por muitos anos Professora Titular da Faculdade de Medicina
da USP e tendo mais de uma centena de trabalhos publicados em Anatomia
Animal, ao observar as fotos dos animais em plena atividade no rodeio
declarou: "os olhos dos animais mostram uma grande área arredondada,
luminosa, conseqüente à dilatação de sua pupila. Na presença de
luz, a pupila tende a diminuir de diâmetro (miose). Ao contrário,
a dilatação da pupila (midríase) acontece na diminuição ou ausência
de luz, na vigência de processo doloroso intenso e na vivência de
fortes emoções (medo, pânico..) e que acompanham situações de perigo
iminente, caracterizando a chamada Síndrome de Emergência
de Canon. No ambiente da arena de rodeio, o esperado seria que os
animais estivessem em miose, pela presença de luz. Assim, a midríase
que exibem é altamente indicativa de que estejam na vigência da
citada Síndrome de Emergência, o que caracteriza o sofrimento mental."
Fazendo Frente ao Mito
Num estudo conduzido pela Humane
Society of the United States, dois cavalos conhecidos pelos seus
temperamentos gentis foram submetidos ao uso da cinta no flanco.
Ambos pularam dando coices até a cinta sair. Então vários cavalos
do circuito de rodeio foram liberados dos currais sem a cinta no
flanco e não pularam nem deram coices, mostrando que o comportamento
selvagem e frenético dos animais é induzido pelos cowboys e promotores
dos rodeios.
O Fim da Trilha
O médico veterinário Dr. C.G. Haber,
que passou 30 anos como inspetor federal de carne, trabalhou em
matadouros e viu vários animais descartados de rodeios sendo vendidos
para abate. Ele descreveu os animais como "tão machucados que
as únicas áreas em que a pele estava ligada à carne eram cabeça,
pescoço, pernas e abdome. Eu vi animais com 6 a 8 costelas quebradas
à partir da coluna, muitas vezes perfurando os pulmões. Eu vi de
2 a 3 galões de sangue livre acumulado sobre a pele solta. Estes
ferimentos são resultado dos animais serem laçados nos torneios
de laçar novilhos ou quando são montados através de pulos nas luta
de bezerros."
Os promotores de rodeio argumentam
que precisam tratar seus animais bem para que eles sejam saudáveis
e possam ser usados. Mas esta afirmativa é desmentida por uma declaração
do Dr. T.K. Hardy, um veterinário e às vezes laçador de bezerros,
feita à revista Newsweek: "Eu mantenho 30 cabeças de gado para
prática, a U$200 por cabeça. Você pode aleijar três ou quatro numa
tarde... É um hobby bem caro." (2) Infelizmente existe um fornecimento
constante de animais descartados à disposição dos promotores de
rodeios os quais tiveram seus próprios animais esgotados ou irremediavelmente
feridos.
Conforme o Dr. Harber documentou,os
circuitos de rodeio são apenas um desvio na estrada dos matadouros.
Escolhas e Oportunidades
Embora os cowboys de rodeio voluntariamente
arrisquem-se a sofrer injúrias nos eventos em que participam, os
animais que eles usam não têm esta escolha. Em 1986, no rodeio de
Calgary em Alberta no Canadá, um dos maiores rodeios da América
do Norte, oito cavalos foram mortos ou fatalmente feridos num acidente
numa corrida de carroças. Pelo fato da velocidade ser importante
em vários rodeios, o risco de acidentes é alto.
Bezerros laçados quando estão correndo
a mais de 27 milhas por hora, têm seus pescoços tracionados para
trás pelo laço, geralmente resultando em injúrias no pescoço e costas,
contusões, ossos quebrados e hemorragias internas. Bezerros ficam
paralíticos devido à lesão de coluna vertebral ou suas traquéias
ficam parcialmente ou totalmente machucadas. Bezerros são usados
apenas em um rodeio antes de voltarem ao rancho ou serem sacrificados
devido aos ferimentos.
Os cavalos dos rodeios geralmente
desenvolvem problemas de coluna devido aos repetidos golpes que
sofrem. Devido ao fato de cavalos não ficarem normalmente pulando
para cima e para baixo, existe também o risco de lesão das patas
quando o tendão se rompe.
As regras da associação de rodeios
não são eficazes na prevenção de lesões e não são cobradas com rigor,
nem as multas são severas o bastante para evitar maus tratos. Por
exemplo, se um bezerro é ferido num torneio, a única punição é que
o laçador não poderá laçar outro animal naquele dia. Se o laçador
arrastar o bezerro, ele poderá ser desclassificado. Não há regras
protegendo os animais durante as provas e não há nenhum observador
objetivo ou exames requisitados para determinar se um animal foi
ferido num evento.
Notas:
1.Human
Society of the United States, interview with C.G. Haber, DVM (Rossburg,
Ohio),1979;
2."Rodeo
:American Tragedy or Legalized Cruelty?" The Animals Agenda,
March 1990;
3.Dr.
E.J. Finocchio, DVM, Letter to Rhode Island State Legislature. Feb.
28, 1989;
4."Rodeo Critics Call It "Legalized Cruelty", San
Francisco Chronicle, June 25, 1981;
5.Lipsher, Steve, "Veterinarian Calls Rodeos Brutal to Stock"
Denver Post, Jan 20, 1991;
6.Schmitz,
Jon "Council Bucks Masloff’s Veto On Rodeo Bill"
Pittsburgh Press, Nov27, 1990;
Fonte:
SUIPA - Sociedade União Internacional de Proteção aos
Animais.
PETA - People for Ethical Treatment of Animals
Tradução: Luiziania
de C.M. de Barros
Banner
ilustração - Lenita Ouro Preto - S.O.S
Animais.
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