25/01/2007
Recebido por mail   de  Luiz da Silva Mattos
CIDADANIA AO POVO DE MARICÁ
PARTE VI

 

A nossa próxima chamada à reflexão é mais singela, fruto do coração de um poeta desiludido, que se vê chegando ao fim de sua jornada sem que se observe qualquer mudança estrutural, nenhuma revolução, esta sim, humanista, que leve o nosso Povo à Felicidade. Partido político ou religião não deve e nem pode ser usado em benefícios escusos a serviço de seus companheiros, de enriquecimentos sem causa, favorecimentos de familiares e outros desvios de personalidade e de conduta ética e moral. Devemos entender que todo homem é bom enquanto não erra; não pratique atos e nem se vincule a fatos que o desabone.

O homem é um animal gregário e político. Também o somos dotados de sentimentos, de momentos e de estímulos e outros mecanismos controlados  pelos nossos sistemas glandulares: Glândula endócrina, de secreção interna, cuja secreção se lança diretamente na circulação sanguínea. São glândulas endócrinas: a epífise ou glândula pineal, a hipófise ou glândula pituitária, a tireóide, o timo, as glândulas paratireóides, a porção endócrina do pâncreas, as glândulas supra-renais, os testículos, os ovários.  Glândula supra-renal. Cada uma de duas glândulas endócrinas situadas na parte superior da face interna de cada rim, compostas de duas porções distintas, o córtex e a medula supra-renal, e que segregam hormônios da maior importância para diversas funções do organismo (metabolismo, circulação, etc.). São chamadas de supra-renal: Tais substâncias químicas são os hormônios produzidos no organismo, e têm efeito específico sobre a atividade de certo órgão ou estrutura. Além dos hormônios produzidos nas glândulas de secreção interna (tireóide, hipófise, etc.), há os elaborados em células especializadas, sem estrutura glandular, chamados hormônios teciduais. A adrenalina, hormônio produzido pela parte medular das glândulas supra-renais, e que tem numerosos efeitos no organismo (circulatórios, metabólicos e outros). Estimulação, exaltação. Não é por acaso quando dizem que esporte radical é adrenalina pura. Glândula exócrina de secreção externa, cuja secreção é lançada, através de um conduto, para o exterior do órgão que a produz. São glândulas exócrinas ou de secreção externa: as glândulas salivares, as sebáceas, as sudoríparas e as lacrimais. Quando estamos tensos; apavorados na cadeira do dentista, suamos e produzimos grande quantidade de saliva.

Mas o homem também gosta e sente a necessidade de mistério, do místico e do religioso. Temente à divindade na qual deposita sua fé; carrega sua bateria com carga de força e se submete para purgar os excessos por ventura cometidos. Ajuda-o a escolher a estrada por onde andar, aonde e como chegar; a torná-lo humilde, corajoso e orientado. Destarte há um tripé armado pela Religião, Violência e a Política que sustenta, dando apoio e equilíbrio ao nosso Planeta. Em particular a nós, os seres que o habitam e nele vivem.

A propósito, valemo-nos de um texto enviado pelo nosso irmão Almir, pré-candidato a prefeito de São Vicente, em São Paulo: "A violência presente no cotidiano moderno assume formas dissimuladas, a guerra civil diária na periferia das grandes cidades, não assumidas pelas autoridades, é um exemplo de que as contradições não se reduzem à eterna luta do bem e do mal. Estas considerações indicam para um caminho em que a postura individualista e intimista é confrontada, evidenciando o egoísmo espiritualizante, que alivia as tensões e funciona como uma espécie de anestesia, e passando a largo das questões sociais, ainda que se afirme "amar o próximo". Gostando ou não, política, religião e violência se entrelaçam em diversos contextos históricos".

Vida efêmera

Na efemeridade da vida somos os passageiros

que se arrojam num desencadear de momentos

repletos ou vazios que jamais desejamos.

Há momentos eternos de dor física ou d?alma

de que jamais gostaríamos de tê-los vividos,

cuja marca  torna-se  indelével.

Semblante de ar sereno,

qual o frescor da madrugada,

seguro, ciente e firmeza em respeitáveis palavras, não deixa dúvidas

quanto à ilibada conduta

do homem de aparência calma e reservada

do caipira interiorano.

Astro de luz própria,

outrora cintilante no firmamento,

vem riscando no céu;

porém, já imprevisível a sua queda

ESTRELA cadente que transitou em nossos corações,

trazendo esperanças de vida;

de melhores dias ao povo acostumado ao sacrifício,

à miséria e à derrama imposta, sem o retorno

de bem-estar e de felicidade.

Não mais aceitamos os mentirosos e farsantes

ou aqueles irresponsáveis que nada vêem;

nada sabem; contudo se locupletam

e protegem os inimigos do povo.

A ideologia, a bandeira e a estrela em que se apoiavam, jazem com a

miséria que campeia  no País: o caos.

Constituição tantas e tantas vezes pisada,

constituída de infinitos artigos ainda inaplicáveis

ou criados em dispositivos à clientela seleta e casta

de lobistas, com privilégios nunca dantes aceitáveis,

em País sério, conforme declarou o Francês;

cujas doutrinas, vem cerceando o povo em seus direitos, até o de punir

os inimigos, os vendilhões da Pátria,

acenando outra forma de verdade ao povo,

ao fazer-se o estado de direito.

Nada pega para tais cidadãos, no máximo, são punidos com ótimas aposentadorias, luxo e riqueza. Protegidos pelos "companheiros" e demais facções. Passam pela Polícia, Receita e pelo Ministério Público Federal; nós, pobres mortais, sem condições de trabalhar, sem emprego, sem assistência médico-hospitalar e sem Justiça, deixando-se de declarar a "renda", ou recolher R$ 50,00 de imposto, TODOS somos execrados, tratados como criminosos comuns e verdadeiros inimigos da Nação.

Assistimos às falácias contra o STF; contra o ministro Jobim, quando presidente do STF.  Posteriormente homenageado. . . Falsidade, demagogia, hipocrisia ou covardia?

Esperava-se o ministro da Justiça no Parlamento.  Aplaudimos os senadores e deputados, em cujos discursos observou-se a veemência e a contundência inflamada e justificada contra esse ministro, porém, pensamos: manterão o ritmo e o tom com a mesma inflexão, ou cantarão pianíssimo, em  breves e semibreves por culpa do diapasão;  ou  lhes jogarão rosas num tapete perfumado?

Vivemos num País de privilégios: Uns matam, desviam, praticam a apropriação indébita são absolvidos pelos seus pares; ou aposentados e regiamente remunerados. . .  outros morrem (povo), apenas enterrados.

Devemos despertar, principalmente, a busca; o resgate de nossas instituições, de a Família, a cidadania, o restabelecimento dos costumes e da moral; O amor à Terra; às tradições, aos conhecimentos e/ou crenças populares expressas em provérbios, personagens, contos ou canções.O nosso rico e belo folclore.

Estimular o brasileiro a questionar, denunciar e cobrar em qualquer nível ou poder; seja do Executivo, seja do Legislativo, seja do Judiciário, a obrigação e o dever com a verdade, com a vergonha, com a honestidade, norteada pela conduta pessoal e a responsabilidade profissional, prontos à prestação de contas de seus atos à Nação.

Dessa forma, estaremos ajudando o nosso Presidente. O Povo o escolheu.

Devemos respeitar e ajudar o Presidente a governar, porém jamais abdicando da oposição séria e construtiva. Por seu lado o Chefe e gestor geral da Nação não deve e nem pode dizer que NÃO SABIA ou NÃO ACEITAR DENÚNCIAS E AGASALHAR OS ERROS DOS VELHOS COMPANHEIROS.

NÃO DEVE E NEM PODE USAR O GOVERNO EM BENEFÍCIO DE FAMILIARES, COMPANHEIROS E DO PRÓPRIO PARTIDO.

Finalmente, desejamos a felicidade de nosso povo, enfim, a investigação livre de antolhos distribuídos pelos governos e políticos, anos após anos.

Insólito

Insólito

.................................................................

No vaivém da rede ao avião,

das ilhas tropicais levados a velejar

e no paraíso, fiscal a esgueirar-se

do José Francisco, procurador,

o inimigo . . .  tudo a fiscalizar.

.........................................................

lucros a creditar aos amigos dos amigos.

Os prejuízos a socializar.

A renda é per capta, a fome  residual . . .

O déficit é humano; social,

insólito aos excluídos.

............................................................

Leva à expulsão. Mentira.

Conluio . . .

Encena: a volta à cena.

............................................................

 

lsmattos