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A nossa próxima chamada à reflexão
é mais singela, fruto do coração de um poeta desiludido, que se
vê chegando ao fim de sua jornada sem que se observe qualquer mudança
estrutural, nenhuma revolução, esta sim, humanista, que leve o nosso
Povo à Felicidade. Partido político ou religião não deve e nem pode
ser usado em benefícios escusos a serviço de seus companheiros,
de enriquecimentos sem causa, favorecimentos de familiares e outros
desvios de personalidade e de conduta ética e moral. Devemos entender
que todo homem é bom enquanto não erra; não pratique atos e nem
se vincule a fatos que o desabone.
O homem é um animal gregário e político.
Também o somos dotados de sentimentos, de momentos e de estímulos
e outros mecanismos controlados pelos nossos sistemas glandulares:
Glândula endócrina, de secreção interna, cuja secreção se lança
diretamente na circulação sanguínea. São glândulas endócrinas: a
epífise ou glândula pineal, a hipófise ou glândula pituitária, a
tireóide, o timo, as glândulas paratireóides, a porção endócrina
do pâncreas, as glândulas supra-renais, os testículos, os ovários.
Glândula supra-renal. Cada uma de duas glândulas endócrinas situadas
na parte superior da face interna de cada rim, compostas de duas
porções distintas, o córtex e a medula supra-renal, e que segregam
hormônios da maior importância para diversas funções do organismo
(metabolismo, circulação, etc.). São chamadas de supra-renal: Tais
substâncias químicas são os hormônios produzidos no organismo, e
têm efeito específico sobre a atividade de certo órgão ou estrutura.
Além dos hormônios produzidos nas glândulas de secreção interna
(tireóide, hipófise, etc.), há os elaborados em células especializadas,
sem estrutura glandular, chamados hormônios teciduais. A adrenalina,
hormônio produzido pela parte medular das glândulas supra-renais,
e que tem numerosos efeitos no organismo (circulatórios, metabólicos
e outros). Estimulação, exaltação. Não é por acaso quando dizem
que esporte radical é adrenalina pura. Glândula exócrina de secreção
externa, cuja secreção é lançada, através de um conduto, para o
exterior do órgão que a produz. São glândulas exócrinas ou de secreção
externa: as glândulas salivares, as sebáceas, as sudoríparas e as
lacrimais. Quando estamos tensos; apavorados na cadeira do dentista,
suamos e produzimos grande quantidade de saliva.
Mas o homem também gosta e sente
a necessidade de mistério, do místico e do religioso. Temente à
divindade na qual deposita sua fé; carrega sua bateria com carga
de força e se submete para purgar os excessos por ventura cometidos.
Ajuda-o a escolher a estrada por onde andar, aonde e como chegar;
a torná-lo humilde, corajoso e orientado. Destarte há um tripé armado
pela Religião, Violência e a Política que sustenta, dando apoio
e equilíbrio ao nosso Planeta. Em particular a nós, os seres que
o habitam e nele vivem.
A propósito, valemo-nos de um texto
enviado pelo nosso irmão Almir, pré-candidato a prefeito de São
Vicente, em São Paulo: "A violência presente no cotidiano moderno
assume formas dissimuladas, a guerra civil diária na periferia das
grandes cidades, não assumidas pelas autoridades, é um exemplo de
que as contradições não se reduzem à eterna luta do bem e do mal.
Estas considerações indicam para um caminho em que a postura individualista
e intimista é confrontada, evidenciando o egoísmo espiritualizante,
que alivia as tensões e funciona como uma espécie de anestesia,
e passando a largo das questões sociais, ainda que se afirme "amar
o próximo". Gostando ou não, política, religião e violência
se entrelaçam em diversos contextos históricos".
Vida efêmera
Na efemeridade da vida somos os passageiros
que se arrojam num desencadear de
momentos
repletos ou vazios que jamais desejamos.
Há momentos eternos de dor física
ou d?alma
de que jamais gostaríamos de tê-los
vividos,
cuja marca torna-se indelével.
Semblante de ar sereno,
qual o frescor da madrugada,
seguro, ciente e firmeza em respeitáveis
palavras, não deixa dúvidas
quanto à ilibada conduta
do homem de aparência calma e reservada
do caipira interiorano.
Astro de luz própria,
outrora cintilante no firmamento,
vem riscando no céu;
porém, já imprevisível a sua queda
ESTRELA cadente que transitou em
nossos corações,
trazendo esperanças de vida;
de melhores dias ao povo acostumado
ao sacrifício,
à miséria e à derrama imposta, sem
o retorno
de bem-estar e de felicidade.
Não mais aceitamos os mentirosos
e farsantes
ou aqueles irresponsáveis que nada
vêem;
nada sabem; contudo se locupletam
e protegem os inimigos do povo.
A ideologia, a bandeira e a estrela
em que se apoiavam, jazem com a
miséria que campeia no País: o caos.
Constituição tantas e tantas vezes
pisada,
constituída de infinitos artigos
ainda inaplicáveis
ou criados em dispositivos à clientela
seleta e casta
de lobistas, com privilégios nunca
dantes aceitáveis,
em País sério, conforme declarou
o Francês;
cujas doutrinas, vem cerceando o
povo em seus direitos, até o de punir
os inimigos, os vendilhões da Pátria,
acenando outra forma de verdade ao
povo,
ao fazer-se o estado de direito.
Nada pega para tais cidadãos, no
máximo, são punidos com ótimas aposentadorias, luxo e riqueza. Protegidos
pelos "companheiros" e demais facções. Passam pela Polícia,
Receita e pelo Ministério Público Federal; nós, pobres mortais,
sem condições de trabalhar, sem emprego, sem assistência médico-hospitalar
e sem Justiça, deixando-se de declarar a "renda", ou recolher
R$ 50,00 de imposto, TODOS somos execrados, tratados como criminosos
comuns e verdadeiros inimigos da Nação.
Assistimos às falácias contra o
STF; contra o ministro Jobim, quando presidente do STF. Posteriormente
homenageado. . . Falsidade, demagogia, hipocrisia ou covardia?
Esperava-se o ministro da Justiça
no Parlamento. Aplaudimos os senadores e deputados, em cujos discursos
observou-se a veemência e a contundência inflamada e justificada
contra esse ministro, porém, pensamos: manterão o ritmo e o tom
com a mesma inflexão, ou cantarão pianíssimo, em breves e semibreves
por culpa do diapasão; ou lhes jogarão rosas num tapete perfumado?
Vivemos num País de privilégios:
Uns matam, desviam, praticam a apropriação indébita são absolvidos
pelos seus pares; ou aposentados e regiamente remunerados. . .
outros morrem (povo), apenas enterrados.
Devemos despertar, principalmente,
a busca; o resgate de nossas instituições, de a Família, a cidadania,
o restabelecimento dos costumes e da moral; O amor à Terra; às tradições,
aos conhecimentos e/ou crenças populares expressas em provérbios,
personagens, contos ou canções.O nosso rico e belo folclore.
Estimular o brasileiro a questionar,
denunciar e cobrar em qualquer nível ou poder; seja do Executivo,
seja do Legislativo, seja do Judiciário, a obrigação e o dever com
a verdade, com a vergonha, com a honestidade, norteada pela conduta
pessoal e a responsabilidade profissional, prontos à prestação de
contas de seus atos à Nação.
Dessa forma, estaremos ajudando o
nosso Presidente. O Povo o escolheu.
Devemos respeitar e ajudar o Presidente
a governar, porém jamais abdicando da oposição séria e construtiva.
Por seu lado o Chefe e gestor geral da Nação não deve e nem pode
dizer que NÃO SABIA ou NÃO ACEITAR DENÚNCIAS E AGASALHAR OS ERROS
DOS VELHOS COMPANHEIROS.
NÃO DEVE E NEM PODE USAR O GOVERNO
EM BENEFÍCIO DE FAMILIARES, COMPANHEIROS E DO PRÓPRIO PARTIDO.
Finalmente, desejamos a felicidade
de nosso povo, enfim, a investigação livre de antolhos distribuídos
pelos governos e políticos, anos após anos.
Insólito
Insólito
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No vaivém da rede ao avião,
das ilhas tropicais levados a velejar
e no paraíso, fiscal a esgueirar-se
do José Francisco, procurador,
o inimigo . . . tudo a fiscalizar.
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lucros a creditar aos amigos dos
amigos.
Os prejuízos a socializar.
A renda é per capta, a fome residual
. . .
O déficit é humano; social,
insólito aos excluídos.
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Leva à expulsão. Mentira.
Conluio . . .
Encena: a volta à cena.
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