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Há
muitos anos que já se perdem nas brumas dos meus pensamentos, ouvi
um brasileiro, de cujo nome não estou certo, profetizou dizendo
que o grande risco aconteceria quando a favela descesse ao asfalto.
Os anos passaram e nenhum “Brasileiro”, governante Presidente da
República, Governador ou Prefeito; Parlamentar e outros, a preocupação.
Jamais houve dedicação honesta em face da declaração. O resultado
se estampa diariamente no noticiário.
Há
tempos, em Brasília os chamados de “jovens” resolveram “brincar”
botando FOGO NO ÍNDIO. E daí? Eram “jovens”? e ricos, filhos de
gente importante.
Em
9 de março de 2005, na Cidade de Pelotas, Rio grande do Sul, outra
ocorrência cruel, covarde e sádica, cuja reportagem está na íntegra:
http://www.orkut.com/commMsgs.aspx?cmm=1777763&tid=11506470.
Prendam
os assassinos da Preta!**
Preta
era uma cadela de rua, que foi amarrada por “jovens”? ao pára-choque
de um veículo e arrastada por mais de cinco quadras.
"Pedaços do animal e dos filhotes que nasceriam em um mês,
ficaram espalhados pelo asfalto." Grifei.
O
tempo passou e várias ocorrências trágicas. . . O código penal ultrapassado,
apenas ladrões de galinha sendo presos. Os pobres sofrendo as barbáries
dos monstros envelhecidos em suas faixas etárias.
Porém,
é sabido que enquanto e apenas irracionais ou pobres estiverem morrendo,
nada precisa ser feito. É o exemplo da conhecida e popularmente
chamada “paralisia infantil”, poliomielite: Fora combatida e erradicada
porque atacava, também aos ricos e importantes da Nação.
Sepultaram
as ferrovias, a Marinha Mercante, a Indústria Naval, a Saúde e a
Educação; venderam o Brasil em leilões, estão acabando com o agro-negócio
e a Indústria Têxtil, sendo que no Rio de Janeiro muito antes a
Fábrica Bangu e outras poderosas. Hoje, com total apoio atual do
Governo dos trabalhadores arrasando o trabalhador. Enquanto isso,
os escândalos de desvios, furtos, roubos e corrupção. Especialistas
em pasta cor-de-rosa e comum; doleiros, marqueteiros, cuecas e churrasqueiros
de plantão. Superfaturamentos e obras inacabadas, enquanto as instituições
se tornam desacreditadas e em estado falimentar, incluindo o Tribunal
faz-de-contas. . . mas eis que acordam quando a imprensa hiperativa
traz a denúncia a público e a máquina sonolenta e emperrada ao peso
da remuneração, regalias e privilégios é obrigada a executar movimentos
que não levam a lugar algum.
A
desmoralização é completa. Mais 04 (quatro) anos passaram regiamente
regados; negativamente em desastres ao Povo. Eis que ao início de
mais um, surge nova barbárie praticada com a participação de “jovens”?
.... Monstros. Câncer social, embora fabricado pelos 03 (três) poderes,
cada um de per si com a sua parcela de responsabilidade que proporcionou
e fez surgir o 4º (quarto) poder paralelo.
Destarte,
há o apoio não às vítimas, mas ao agressor, principalmente “so demenor”,
amparado pela Lei de proteção (e fortalecimento da criminalidade)
da criança e do menor, sob o agasalho dos direitos des(humanos).
Assim, em fevereiro de 2007, os assassinos da Preta, treinados na
mesma prática com um animalzinho inofensivo e irracional, repetiram-na
com um jovenzinho de 06 (seis) anos:
“Imagine
sendo arrastado por um carro durante 15 minutos sobre um piso de
asfalto quente. O seu corpo se chocando contra uma roda em movimento
e sem a menor possibilidade de fuga?”
Lembra
um filme de terror, um filme de ação, cenas de Lampião ou do Velho
Oeste dos EUA, mas não é. Aconteceu nas ruas do Rio de Janeiro,
em fevereiro de 2007. O menino JOÃO HÉLIO FERNANDES, de apenas 6
anos, teve sua vida tragicamente interrompida depois que o carro
da família, um Corsa Sedan, foi interceptado por 3 homens, que obrigaram
a mãe e a irmã do menino a saírem do carro. Quando a mãe tentava
soltar o cinto de segurança e retirar o menino do banco traseiro,
os bandidos arrancaram com o veículo, e o pequeno João ficou dependurado
próximo à roda traseira.
Os bandidos arrastaram a criança durante 7 km, passando pelos bairros
de Osvaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura, todos da zona
norte. E mais passaram por um quartel do Corpo de Bombeiros e pelo
Fórum, no Campinho/Cascadura. E a Polícia Civil e Militar, onde
estavam? Estavam sem comunicação e sem viatura? Bem próximo há duas
delegacias: uma em Madureira e outra na Cândido Benício, próximo
ao Campinho. O trajeto durou cerca de 15 minutos e nenhuma guarnição
da Polícia Militar foi vista ou se apresentou? E a Força Nacional
de Segurança (de quê e de onde)? Durante o impiedoso trajeto, pessoas
gritaram, avisaram que o menino estava pendurado, sendo arrastado,
se chocando e se dilacerando, mas os bandidos ignoraram todos os
avisos e respondiam com deboche: “È o nosso boneco de Judas”.
Os
responsáveis pela segurança e o policiamento ostensivo deviam estar
dormindo, enquanto o relação-pública, talvez já preparava as desculpas
de praxe à imprensa: “O policiamento foi reforçado na área. . .”
Com
muita tristeza concluo: “Se uma catástrofe na Terra acabasse com
tudo, a natureza aos poucos voltaria a viver, árvores voltariam
a crescer e organismos se formar. Porém se acabasse de vez com a
natureza, o Homem não sobreviveria e o mundo sim acabaria!”
“O
Homem é o único ser que come sem ter fome, bebe sem ter sede, fala
sem ter nada pra falar e 80% dos seus atos são de destruição, desperdício
e para tirar proveito dos mais fracos e indefesos em benefício da
ganância, luxo e vaidade!” - (by Stefanny)
Dos
fatos se depreende ainda que "A compaixão pelos animais está
intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente
afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem"
(Arthur Schopenhauer).
Destarte
não podemos e nem devemos esperar mais: Precisamos acabar com a
prática cruel, covarde e sadomasoquista dos rodeios e das rinhas.
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