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O homem como valor
central Sendo Humanista, a princípio tenho como valor central o
ser humano, ou seja, numa perspectiva antropocêntrica, o homem é
o centro ou a medida do Universo, sendo-lhe por isso destinada todas
as coisas. Destarte, havemos de conceber o Universo em termos de
experiências ou valores humanos. Por outro lado, as doutrinas finalísticas,
ou seja, que se constituem num fim ou que encerram um fim em si.
Admitem que todas as coisas foram criadas por Deus para propiciar
a vida humana.
O humanismo é a “Doutrina
ou atitude que se situa expressamente numa perspectiva antropocêntrica,
em domínios e níveis diversos, assumindo, com maior ou menor radicalismo,
as conseqüências daí decorrentes. Manifesta-se o humanismo no domínio
lógico e no ético.
No primeiro, aplica-se
às doutrinas que afirmam que a verdade ou a falsidade dum conhecimento
se definem em função da sua fecundidade e eficácia relativamente
à ação humana; no segundo, aplica-se àquelas doutrinas que afirmam
ser o homem o criador dos valores morais, que se definem a partir
das exigências concretas, psicológicas, históricas, econômicas e
sociais que condicionam a vida humana”.
Eclodiu na Renascença;
a doutrina e o movimento dos humanistas, que ressuscitaram o culto
das línguas e literaturas greco-latinas. Formação do espírito humano
pela cultura literária ou científica.
E a quem não conhece,
Silo (Mario Rodriguez Cobos), pensador, filósofo e escritor nascido
na Argentina. Com seu pensamento fundou as bases no Novo Humanismo,
que transformará positivamente todo o mundo. O objetivo desta comunidade
é a troca de impressões e idéias sobre o Pensamento expresso em
seus livros e a sua influência sobre o Novo Humanismo.
Tenho fé na reestruturação
política e social do homem por conta da reestruturação de cada um
de per si que há de retrogradar no caminho percorrido e rever os
valores alterados negativamente, até por conta de interesses de
países ou potências super-desenvolvidas, em tirar as riquezas de
países não-desenvolvidos, assim fomentando conflitos sociais e econômicos,
em face de oferecer “ajuda” ou “favores” por meio de política intervencionista.
Paralelamente, introduzindo
costumes e tradições; termos e gíria da língua estrangeira, fazendo
com que principalmente o jovem abandone o culto ao seu idioma nativo,
adotando as importações até de violência. Contudo, o homem está
despertando convicto que os senhores da globalização intervém para
destruir, demolir, dilapidar a terra invadida para levar as riquezas,
mantendo um processo de canibalismo para compor a destruição de
sua própria terra, quando dizimou as tribos nativas, a flora e a
fauna. Os piratas modernos chefiados por tiranos sádicos alimentam
a sua própria tirania e desamor noutros países onde há um subsolo
rico de petróleo e outras matérias primas, oferecendo-se em missões
com treinamento militar, serviços de saúde, estudos e de ordem religiosos.
Em tais missões estão infiltrados espiões bem treinados politicamente
e tecnicamente, filmando, ocultando a instalação de equipamentos,
mapeando, retirando amostras do solo, da fauna e da flora. Ao encontrar
dificuldades, com suas ações, forjam denúncias falsas para desarticular
o governo, levando-o à guerra civil. Que o Sadan também era um sádico
tirano, não há dúvidas, contudo não se justifica uma intervenção
em que se matam muitas e muitas vezes mais que o tirano levado não
a um “julgamento” justo em que outros tiranos atuais e promotores
de intervenções de pirataria; sim à vingança de grupos adversários.
Destroem vidas de
povos inocentes em nome da "democracia". Roubam recursos
naturais alheios em favor de sua política comercial onde inexiste
qualquer tipo de preocupação social, apenas preocupação financeira.
Ainda hoje são os grandes responsáveis pelo efeito estufas, lançando
CO2 na atmosfera, sabendo estar dizimando a humanidade, tal qual
dizimou o bisão e os pele-vermelhas, mas se negam a assinar o tratado
como o reivindicam as demais Nações.
Contudo, meus fraternos
e amigos leitores acreditem, despertem da antiga inércia, assistindo
a banda passar. Divulguem e vibrem com a energia positiva e poderosa
de nossa mente: afirmem que o Mundo caminha para um consenso, em
que as cidades se tornarão megalópoles tão grandes que perderão
a noção de fronteira, isso é uma aglomeração populacional polinuclear
constituída pela reunião articulada de várias áreas metropolitanas
cujos limites se interpenetram, redistribuindo as atribuições urbanas
num território muito mais extenso unindo-se e estreitando a amizade
fraterna para o bem comum.
Está-se reestruturando
na revolução sem violência, acredito em que um dia seremos uma nação
universal, também sem fronteiras e fraterna.
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