18/01/2007
Recebido por mail   de  Luiz da Silva Mattos
CIDADANIA AO POVO DE MARICÁ ?
PARTE II

O homem como valor central Sendo Humanista, a princípio tenho como valor central o ser humano, ou seja, numa perspectiva antropocêntrica, o homem é o centro ou a medida do Universo, sendo-lhe por isso destinada todas as coisas. Destarte, havemos de conceber o Universo em termos de experiências ou valores humanos. Por outro lado, as doutrinas finalísticas, ou seja, que se constituem num fim ou que encerram um fim em si. Admitem que todas as coisas foram criadas por Deus para propiciar a vida humana.

O humanismo é a “Doutrina ou atitude que se situa expressamente numa perspectiva antropocêntrica, em domínios e níveis diversos, assumindo, com maior ou menor radicalismo, as conseqüências daí decorrentes. Manifesta-se o humanismo no domínio lógico e no ético.

No primeiro, aplica-se às doutrinas que afirmam que a verdade ou a falsidade dum conhecimento se definem em função da sua fecundidade e eficácia relativamente à ação humana; no segundo, aplica-se àquelas doutrinas que afirmam ser o homem o criador dos valores morais, que se definem a partir das exigências concretas, psicológicas, históricas, econômicas e sociais que condicionam a vida humana”.

Eclodiu na Renascença; a doutrina e o movimento dos humanistas, que ressuscitaram o culto das línguas e literaturas greco-latinas. Formação do espírito humano pela cultura literária ou científica.

E a quem não conhece, Silo (Mario Rodriguez Cobos), pensador, filósofo e escritor nascido na Argentina. Com seu pensamento fundou as bases no Novo Humanismo, que transformará positivamente todo o mundo. O objetivo desta comunidade é a troca de impressões e idéias sobre o Pensamento expresso em seus livros e a sua influência sobre o Novo Humanismo.

Tenho fé na reestruturação política e social do homem por conta da reestruturação de cada um de per si que há de retrogradar no caminho percorrido e rever os valores alterados negativamente, até por conta de interesses de países ou potências super-desenvolvidas, em tirar as riquezas de países não-desenvolvidos, assim fomentando conflitos sociais e econômicos, em face de oferecer “ajuda” ou “favores” por meio de política intervencionista.

Paralelamente, introduzindo costumes e tradições; termos e gíria da língua estrangeira, fazendo com que principalmente o jovem abandone o culto ao seu idioma nativo, adotando as importações até de violência.  Contudo, o homem está despertando convicto que os senhores da globalização intervém para destruir, demolir, dilapidar a terra invadida para levar as riquezas, mantendo um processo de canibalismo para compor a destruição de sua própria terra, quando dizimou as tribos nativas, a flora e a fauna. Os piratas modernos chefiados por tiranos sádicos alimentam a sua própria tirania e desamor noutros países onde há um subsolo rico de petróleo e outras matérias primas, oferecendo-se em missões com treinamento militar, serviços de saúde, estudos e de ordem religiosos.  Em tais missões estão infiltrados espiões bem treinados politicamente e tecnicamente, filmando, ocultando a instalação de equipamentos, mapeando, retirando amostras do solo, da fauna e da flora. Ao encontrar dificuldades, com suas ações, forjam denúncias falsas para desarticular o governo, levando-o à guerra civil. Que o Sadan também era um sádico tirano, não há dúvidas, contudo não se justifica uma intervenção em que se matam muitas e muitas vezes mais que o tirano levado não a um “julgamento” justo em que outros tiranos atuais e promotores de intervenções de pirataria; sim à vingança de grupos adversários.

Destroem vidas de povos inocentes em nome da "democracia". Roubam recursos naturais alheios em favor de sua política comercial onde inexiste qualquer tipo de preocupação social, apenas preocupação financeira. Ainda hoje são os grandes responsáveis pelo efeito estufas, lançando CO2 na atmosfera, sabendo estar dizimando a humanidade, tal qual dizimou o bisão e os pele-vermelhas, mas se negam a assinar o tratado como o reivindicam as demais Nações.

Contudo, meus fraternos e amigos leitores acreditem, despertem da antiga inércia, assistindo a banda passar. Divulguem e vibrem com a energia positiva e poderosa de nossa mente: afirmem que o Mundo caminha para um consenso, em que as cidades se tornarão megalópoles tão grandes que perderão a noção de fronteira, isso é uma aglomeração populacional polinuclear constituída pela reunião articulada de várias áreas metropolitanas cujos limites se interpenetram, redistribuindo as atribuições urbanas num território muito mais extenso unindo-se e estreitando a amizade fraterna para o bem comum.

Está-se reestruturando na revolução sem violência, acredito em que um dia seremos uma nação universal, também sem fronteiras e fraterna.

 

lsmattos