|
Onde estão Dom Paulo Evaristo Arns e os sacripantas dos Direitos
Humanos?
O sangue da sociedade brasileira tinge o chão das ruas das cidades,
infelicita famílias que vão perdendo seus entes queridos sob a
sanha dos que
são alimentados pelo crime. Seqüestram, assaltam, matam a sangue
frio,
asfixiam e incineram corpos, arrastam crianças indefesas, dependuradas
até a
morte, em um veículo na cidade maravilhosa do crime. Estranho.
Onde estará
Dona Marisa Letícia, primeira mãe da Nação que não consola mães
que perdem
seus filhos barbaramente? Não ouvimos uma palavra de alento, solidariedade
e
repulsa do ex-candidato a Prêmio Nobel da Paz, Dom Paulo Evaristo
Arns, do
ex-ministro José Gregory, pioneiro da Comissão de Justiça e Paz,
do angélico
Frei Betto, do douto Professor Dalmo Dalari, apologista dos Direitos
Humanos, do Frei "chapa fria" Bofe, teólogo da venenosa
Teologia da
Libertação, do espírito flutuante do saudoso pastor-reverendo White,
do
padre Lancelloti, plantonista de tragédias, e tantos outros.
Onde está o movimento aproveitador das pensões da ditadura, "Tortura
Nunca
Mais"? Onde está o seu advogado milionário, Luiz Eduardo Greenhalg,
defensor
dos Direitos Humanos, que turbou a investigação do assassinato
do colega
petista Prefeito Celso Daniel? Essa gente, piolho vermelho, não
aparece para
defender a sociedade da tortura imposta pelo crime que se avantaja
no
governo de Luiz Inácio da Silva, o mesmo que sustentou uma quadrilha
de
criminosos já denunciados pelo Procurador-Geral da República.
Que vergonha! Que cinismo dos líderes religiosos! Onde está o clero
brasileiro, a poderosa multinacional Igreja Universal do Reino
de Deus e
seus agentes políticos, que não bradam e não saem às ruas contra
o crime?
Onde está Mr. Francisco Whitaker, ex-presidente da Comissão de
Justiça e
Paz, hoje líder e fundador do Fórum Social Mundial, metamorfose
do Movimento
Comunista que agasalha todas as organizações narco-terroristas
do planeta?
A história demonstra que todas as tiranias começam adulando movimentos
que
contrariam a ordem pública e social. O crime é munição e agente
da esquerda.
Seus militantes são reservistas de primeira categoria para o alinhamento
ao
assalto do poder, quando um governo desarma a sociedade boa, generosa
e
trabalhadora, do seu legítimo direito de defesa. Estamos sob o
governo do
crime complacente, indulgente, que ajuda e subvenciona o Crime
Organizado
dos Sem Terra e Sem Teto, treinados pelas FARC e outros, que atemorizam,
invadem, destróem e rendem notícias e imagens de um país sem a
segurança do
direito.
Até quando assistiremos a classe togada, os magistrados que não
andam a pé
nas ruas, permanecer covardemente entocada, sem reagir unissonante
contra o
crime que avança, domina e vai tomando conta de todos os setores
da vida
nacional?
Brasil acima de tudo!
Orion Alencastro
|