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Abaixo lista atualizada das entidades, organizações
que assinam o MANIFESTO CONTRA O DESERTO VERDE FLUMINENSE.
participe da Audiencia Publica dia 16/5/2007 na ALERJ, 10 hs.
Sérgio Ricardo
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SEGUE A LISTA ATUALIZADA DAS ENTIDADES QUE SUBSCREVEM O MANIFESTO
CONTRA O
DESERTO VERDE FLUMINENSE.
Favor divulgar. Se mais alguma entidade ou organização quiser subscrever
o convite, informe.
A REDE ALERTA CONTRA O DESERTO VERDE CONVIDA A SOCIEDADE PARA
A AUDIÊNCIA
PÚBLICA SOBRE MUDANÇA NA LEI QUE PROIBE O PLANTIO PREDATÓRIO
DO EUCALIPTO
DIA 16/05 (QUARTA-FEIRA) ÀS 10 H NA ALERJ.
Por solicitação de diversas entidades da sociedade civil, preocupadas
com o projeto de lei nº 383/2007 do governo do Estado, que permite
a expansão do plantio da monocultura do eucalipto no Estado do Rio
de Janeiro, os deputados André (PV) e Paulo Ramos (PDT) tomaram
a iniciativa de realizar na próxima quarta-feira (16/05), às 10
horas, audiência pública na Assembléia Legislativa (Alerj).
O projeto de lei nº 383/2007 do governo Sérgio Cabral altera a
Lei Estadual 4063/2003, de autoria do atual secretário de meio ambiente
Carlos Minc (PT), que fazia sérias restrições ao plantio predatório
das monoculturas no Estado. O projeto do Governador substitui o
zoneamento estadual por um zoneamento regional, modificando a contrapartida
única que hoje obriga empreendimentos de monoculturas a plantar
o equivalente a 30% da área cultivada com mata nativa. Pelo projeto,
a contrapartida seria reduzida para até 15%. Outra restrição da
legislação vigente é que as monoculturas só poderão ser permitidas
após o zoneamento estadual. Pela nova legislação, bastaria o zoneamento
regional.
As entidades do movimento social e ambiental são contra a mudança
na legislação. Alertam que a alteração permitiria o plantio da monocultura
de eucalipto no Estado, ameaçando o meio-ambiente e a sobrevivência
de pequenos agricultores, transformando, ao longo dos anos, as áreas
plantadas em desertos verdes, em função das características predatórias
do plantio do eucalipto em larga escala.
Ademais, alguns mitos devem ser derrubados. A geração de emprego
pelo eucalipto está bem aquém daquela prometida pela Aracruz Celulose
gerando um emprego para cada 183 hectares e ao custo de US$ 600.000,00
de investimento. Enquanto na Reforma Agrária, os maiores lotes do
Estado do Rio de Janeiro têm cerca de 17 hectares para o sustento
de uma família a um custo médio, incluindo investimentos governamentais,
inferior a R$ 100.000,00
A proposta do governo abre mão da recuperação das terras no Norte
e Noroeste do Estado, propondo recuperar com um terceiro ciclo de
monocultura, terras degradadas por monoculturas. Seria como se um
médico, para curar um doente, resolvesse adoecê-lo mais. A mudança
da lei permitirá a plantação do eucalipto em 80% das terras disponíveis
na região que aguardam decisão judicial para se destinarem à reforma
agrária.
A monocultura de eucalipto reduz significativamente postos de trabalho
no campo e ainda promove o ressecamento do solo e a mutilação de
trabalhadores. Estudos desenvolvidos pela Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apontam que a região seria ideal
para o plantio de outras culturas menos agressivas ao meio ambiente.
Defendemos modelos alternativos de produção, com a agricultura familiar
e a recuperação ambiental.
Tendo em vista que a proposta do Governador Sérgio Cabral Filho
encontra-se em tramitação na ALERJ, com pedido de votação em Regime
de Urgência, solicitamos o apoio, a solidariedade e a mobilização
de toda população no sentido de impedir a alteração da Lei Estadual
4063/2003.
ASSINAM:
Associação Brasileira de Reforma Agrária - ABRA
Associação dos Geógrafos do Brasil (AGB) - Seção Rio e Niterói
Central Única dos Trabalhadores (CUT-RJ)
Comissão Pastoral da Terra - CPT
Federação dos Trabalhadores na Agricultura (FETAG)
Fórum de Meio Ambiente e Qualidade de Vida da Zona Oeste e da Baía
de Sepetiba
Fórum Estadual de Reforma Agrária do Rio de Janeiro
Fundação Brasileira para Conservação da Natureza (FBCN)
Instituto de Cultura Ambiental (ICA)
Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST)
Movimento Terra Trabalho e Liberdade (MTL)
CPT - Comissão Pastoral da Terra
VERDEJAR - Proteção Ambiental e Humanismo
Sindicato dos Bancários
Sindicato dos Petroleiros do Rio (Sindipetro-RJ)
Sindicato dos Petroleiros do Sindipetro-NF (Norte Fluminense)
ASCPDERJ (Associação dos Servidores do Centro de Processamento
de Dados do Estado do Rio de Janeiro)
DAMGEMT- Defensores Ambientais do Gericinó-Mendanha-Tinguá
APELT - Associação dos Pescadores Livres de Tubiacanga (Ilha do
Governador-RJ)
Rede de Lideranças da Pesca Artesanal da Baía de Guanabara
Terræ Organização da Sociedade Civil
ITEREI - REFÚGIO PARTICULAR DE ANIMAIS NATIVOS - PORTARIA IBDF
163/78 (DOU 20/04/1978), MEMBRO OFICIAL DA SOCIEDADE PLANETÁRIA
(UNESCO PROJETO BRA022/1998)
CENTRO DE REFERÊNCIA DO MOVIMENTO DA CIDADANIA PELAS ÁGUAS FLORESTAS
E MONTANHAS IGUASSU ITEREI
CIRCULOS BOLIVARIANOS LEONEL BRIZOLA
FAMERJ - FEDERAÇÃO ESTADUAL DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DO ESTADO
DO RJ
FASE NACIONAL
REDE BRASILEIRA ECOSSOCIALISTA
INTERSINDICAL
SINTRASEF
COMITÊ POPULAR DE MULHERES-MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES
RENAAP-REDE NACIONAL DE ARTICULAÇÃO DOS ADVOGADOS POPULARES
MOVIMENTO CONSULTA POPULAR
COOPERATIVA CEDRO
COOPERATIVA ESTRUTURAR
FEAB - FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL
ASSUME - Associação dos Usuários do Metrô
SAPLAM - MARICÁ/RJ
UJS - União da Juventude Socialista
CUCA (Centro Universitário de Cultura e Arte) da União Nacional
dos Estudantes (UNE)
UEE-RJ (União Estadual dos Estudantes-RJ)
Grupo Pesquisador em Educação Ambiental - GPEA/UFMT
Instituto de Estudos Socioeconômicos - INESC
SINDICATO DOS ECONOMISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CENTRO NORTE-FLUMINENSE DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA (CAMPOS-RJ)
SINPAF - Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento
Agropecuário - Seção Sindical Solos
MORE - Movimento de Resistência Ecológica (Niterói-RJ)
Partido Verde de Bom Jardim (RJ)
Jornal "O RODO" (Bom Jardim-RJ)
AFERJ - ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA EMATER-RIO
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para os que ainda tinham dúvida da captura, cooptação do governo
estadual e de sua área ambiental pela multinacional poluidora Aracruz,
leiam o que saiu na imprensa do podero$o lobby da celulose:
O Governador Sérgio Cabral enviou na última semana mensagem à ALERJ
(Projeto de Lei No. 383/2007), com pedido de votação em Regime de
Urgência, que beneficia a implantação da Aracruz no território fluminense.
IMPRENSA EXPÕE CONTRADIÇÃO DA BANCADA DA CELUSOLE:
O GLOBO - NEGÓCIOS & CIA - 03/MAIO/2007
ESPÍRITO SANTO DE OLHO EM CELULOSE NO RJ
Nas andanças pelos Estados Unidos, o secretário estadual de Desenvolvimento
Econômico, Júlio Bueno, encontrou-se com executivos do Grupo Espírito
Santo,
de Portugal. Velho conhecido dos mercados financeiro e turístico
no Brasil,
o grupo anunciou interesse de investir no setor de celulose no
Rio de
Janeiro.
CABRAL ASSINA PROJETO QUE MUDA LEI AMBIENTAL EM BENEFÍCIO DA ARACRUZ
CELULOSE
O investimento será bem vindo, se depender do governador. Ontem
à tarde, Sérgio Cabral Filho assinou o novo projeto de lei sobre
reflorestamento comercial. O texto muda a lei 4.063/2003, que inviabiliza
o plantio de florestas de eucalipto e estimula investimentos em
solos degradados do Norte e do Noroeste fluminense. A proposta,
apoiada por Carlos Minc, secretário estadual de Meio Ambiente e
autor da lei original, chega hoje à ALERJ.
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JORNAL DO BRASIL Niterói
Q UA RTA - F E I R A, 4 D E A B R I L D E 2 0 0 7
AMBIENTE Nova proposta de Zoneamento Ecológico e Econômico permitiria
o
plantio de eucalipto o e, segundo ambientalistas, poderia pôr o
equilíbrio em risco
Mudança na lei provoca polêmica
Mariana Antoun
A mudança na Lei Estadual 4063 de 2003, de autoria do hoje secretário
de
Estado do Ambiente, Carlos Minc (PT), que determina o Zoneamento
Ecológico e
Econômico do Estado do Rio de Janeiro, está causando polêmica entre
ambientalistas e movimentos sociais. Eles argumentam que a mudança
permitiria o plantio predatório de eucalipto no Estado, ameaçando
o ambiente
e a sobrevivência de pequenos agricultores.
A discussão da legislação é uma iniciativa do governo do Estado,
a pedido
das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria
e Serviços
e de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, que pressionaram
o
governador Sérgio Cabral a reavaliar a medida, considerada nociva
ao
desenvolvimento dos municípios mais pobres, especialmente no Norte
e
Noroeste Fluminense. As secretarias de Trabalho e Ciência e Tecnologia
também
participam do grupo que elabora o Projeto de Lei.
De acordo com o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc,
o projeto,
que deverá ser enviado em breve para discussão na Assembléia Legislativa
(Alerj), não desmoraliza o anterior.
- Eu fiz uma lei que não proíbe o eucalipto, até porque a planta
não é
culpada de nada, mas sim o seu uso, que pode ser extremamente danoso.
No
entanto, no Espírito Santo, a plantação da monocultura gerou grandes
desequilíbrios socioambientais, e criamos uma legislação que conseguiu
impedir o problema de lá - argumenta Minc, ressaltando que, para
a nova
legislação ser aprovada, ela será discutida inclusive em audiências
públicas.
O projeto defendido pelo governo substitui o zoneamento estadual
por um
zoneamento regional, modificando a contrapartida única, que hoje
obriga
empreendimentos de monoculturas a plantar o equivalente a 30% da
área
cultivada com mata nativa. Pelo projeto, regiões como a da Baía
de Ilha
Grande, no Sul do Estado, não poderão ter plantio de monoculturas,
e em
locais como no Norte e Noroeste, teriam a contrapartida reduzida
para até
15% de replantio de essências nativas.
Outra restrição da legislação vigente é que as monoculturas só
poderão ser
permitidas após o Zoneamento Estadual - que nunca saiu do papel.
Pela nova
legislação, bastaria o zoneamento regional.
Movimentos sociais temem prejuízo para a agricultura familiar
Para o pesquisador e gestor ambiental, membro da Rede Alerta Contra
o
Deserto Verde - que mobiliza diversas organizações sociais pelo
país contra
a expansão da monocultura de eucalipto - Sérgio Ricardo, a proposta
do
governo abre mão da recuperação das terras no Norte e Noroeste
do Estado.
- O governo está propondo um terceiro ciclo de monocultura em terras
que
precisam ser recuperadas. O que nós apresentamos são modelos alternativos
de
produção, como consórcios, agricultura familiar e a recuperação
ambiental -
argumenta o ambientalista.
De acordo com Sérgio Ricardo, que presta apoio ao Movimento dos
Trabalhadores Sem Terra a proposta de mudança da lei permitira
a plantação
do eucalipto (MST), 80% das terras disponíveis na região em questão
estariam
destinadas à reforma agrária, aguardando decisão judicial.
- Nós vamos tentar uma articulação interpartidária, pois esta mudança
é um
atentado contra o interior do Estado. Ela não gera empregos e ainda
promove
o ressecamento do solo - diz Sérgio Ricardo.
Segundo ele, um estudo feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (Embrapa) aponta que a região seria ideal para o plantio
de
seringueiras, biodiesel e policulturas.
De acordo com Minc, o estudo da Embrapa será usado no Zoneamento
Regional,
mas precisa ser complementado por outras avaliações, como o desenvolvimento
industrial, pesqueiro e a produção de energia elétrica.
- Ali não vamos estar permitindo um deserto verde, pois é área
em processo
de desertificação de fato. Não tem nem Mata Atlântica, e nem pequena
produção.
Portanto o eucalipto seria muito bem vindo.
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To: redemataatlantica@yahoogroups.com <>
Sent: Sunday, March 11, 2007 6:33 PM
Subject: [redemataatlantica] Eucalipto no Norte do Rio de Janeiro
O governo do Rio de Janeiro decidiu rever uma lei ambiental que
inibia
investimentos do setor celulose no estado. Um grupo de trabalho
formado
pelas Secretarias de DesenvolvimentoEconômico, Agricultura, Trabalho
e Meio
Ambiente vai encaminhar ao governador Sérgio Cabral Filho um novo
projeto de
lei sobre reflorestamento comercial. É o sinal verde para 14 municípios
do
Norte e do Nordeste fluminenses tornarem-se áreas produtoras de
eucalipto
para as indústrias de papel e celulose e madeireira. Faz tempo
que grandes
empresas desses setores, manifestavam interesse em investir no
Estado do
Rio. Só que uma lei de autoria do então deputado estadual Carlos
Minc (PT),
hoje secretario do Meio Ambiente, exigia uma contrapartida que
inviabilizava
os projetos. Pela lei 4.063/2003, cada cem hectares de floresta
comercial
teriam de ser compensados com o plantio de 30 hectares de reflorestamento
de
espécies nativas. A proposta dos secretários, Minc entre eles,
é enviar à
Assembléia Legislativa um novo projeto de lei reduzindo a contrapartida
a
dez hectares em cada cem nas áreas do Norte e do Nordeste. Fechamos
posição
sobre isso, porque aquela região está se desertificando. O plantio
do
eucalipto nesse caso, será um ganho ambiental, além de estimular
o
desenvolvimento econômico das duas regiões diz Carlos Minc. O titular
do
Meio Ambiente no estado garante que a nova versão da lei manterá
a proteção
sobre as áreas de Mata atlântica e de pequena produção rural. Fonte:
Clipping Service
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OF CUTRJ 24/2007
Rio de Janeiro, 19 de Abril de 2007
Ao
Excelentíssimo Senhor Governador do Estado do Rio de Janeiro
Sr. Sérgio Cabral Filho
A Central Única dos Trabalhadores - CUT-RJ, por sua
Comissão de Meio Ambiente, e a Rede Alerta Contra o Deserto Verde
Fluminense, compostas pelas entidades abaixo relacionadas (sindicatos,
federações, grupos ambientalistas, ONG's, associações de classe,
etc), vem à
presença de V. Exª. solicitar a designação de audiência com a maior
brevidade possível, para tratar de temas relativos ao desenvolvimento
econômico do Estado e suas conseqüências ao meio ambiente e aos
trabalhadores do campo e da cidade.
Faz-se necessário destacar que o seu Programa de
Governo abordou, mesmo que de maneira superficial, a criação de
um pólo de
celulose para plantio e exploração da monocultura do eucalipto,
para a
produção de papel e celulose voltados para a agro-exportação.
Nos últimos tempos, os veículos de comunicação vêm
noticiando a presença de empresas internacionais, como a Aracruz
Celulose, à
procura de imóveis rurais e investindo em pesquisas tecnológicas
para o
supra citado cultivo.
Chegou ao nosso conhecimento, via imprensa, que
(Portaria) editada por V. Exª. determinou a criação de um grupo
de trabalho
composto pelas Secretarias de Desenvolvimento Econômico, Trabalho,
Agricultura e Meio Ambiente, com a finalidade de remover os obstáculos
e
criar os meios necessários à instalação do pólo, e que este GT
teria a
função de rever a Lei Estadual contra as monoculturas (Lei Estadual
No.
4063/2003).
Tendo em vista o histórico dos problemas
sócio-ambientais causados pela monocultura do eucalipto em outros
Estados
(Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, etc) e
o
desenvolvimento da indústria da celulose, com seus resíduos tóxicos,
que
atingiram nos últimos anos os Rios Paraíba do Sul e Muriaé, ocasionando
prejuízos humanos, materiais e ambientais a todo o Noroeste e Norte
fluminense, é que, como representante dos trabalhadores e da sociedade
civil
organizada, solicitamos o diálogo no sentido de buscarmos, em conjunto,
alternativas econômicas e Políticas Públicas que verdadeiramente
apresentem
sustentabilidade social, ambiental e econômica para o Estado do
Rio de
Janeiro, e em especial para os municípios do interior do Estado.
Entre as
quais destacamos como prioritária a imediata realização do Zoneamento
Ecológico-Econômico do Estado do Rio de Janeiro, previstos na citada
Lei
4063/2003 e no Decreto Federal No. 4297/2002.
Certos da vossa compreensão, nos colocamos à
disposição para esclarecermos as nossas preocupações e objeções,
e
discutirmos projetos alternativos de desenvolvimento, ambiental
e
socialmente sustentáveis.
Atenciosamente,
_______________________
Paulo Sergio Farias
Secretário de Políticas Sociais - CUT-RJ
______________________
Neuza Luzia Pinto
Presidente CUT-RJ
Assinam este documento:
- Central Única dos Trabalhadores (CUT) - Comissão de Meio Ambiente
- Rede Alerta Contra o Deserto Verde Fluminense
- MST - Movimento dos Trabalhadores sem Terra
- FETAG - Federação dos Trabalhadores na Agricultura
- Fórum de Meio Ambiente e Qualidade de Vida da Zona Oeste e da
Baía de Sepetiba
- Verdejar - Proteção Ambiental e Humanismo
- AGB (Associação dos Geográfos do Brasil) - Seção Rio e Niterói
- Sindicato dos Petroleiros
- Sindicato dos Bancários
- FBCN - Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza
- ICA - Instituto de Cultura e Ambiental
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