Exmo. Senhor Presidente Luiz Inácio Lula da Silva:
Assunto:
Em atenção à pseudo-resposta de Claudio Soares Rocha, da Diretoria
de Documentação Histórica do Gabinete Pessoal do Presidente da República.
Em
sendo o segundo período na tentativa de GOVERNAR O BRASIL, eu realmente
me indigno tal qual se indignava um dos maiores, embora o sejam
bem pouquíssimos, o grande Mestre, intelectual, SENADOR... Darcy
Ribeiro. Infelizmente aos 62 anos, deixei-me enganar elegendo-o
“presidente” do que gostaria ver: uma Augusta e Soberana Nação.
Porém somos vencidos até pelo grito do índio boliviano. Dizia meu
velho e honrado pai que o Chefe é o espelho da tropa.
Não
Excelência! O problema é complexo, mas tem solução desde que estejamos
imbuídos do papel que representamos. Já disse anteriormente que
devemos e queremos construir uma GRANDE NAÇÃO e jamais continuar
com um circo armado ao lado de um carrossel de cavalinhos. Não é
trocando de boné e camiseta que o Presidente, os Parlamentares e
os Ministros devem exercer as obrigações inerentes aos seus cargos
e funções. Antes de mais nada sentirem-se BRASILEIROS qualificados
e responsáveis; comprometidos com a Verdade. Chega de engodo e vamos
escrever uma nova e digna História, bem diferente dessa que está
sendo redigida por Claudio Soares Rocha, Documentação Histórica
do Gabinete Pessoal do Presidente da República. História mentirosa
e dissimulada que ultraja a conquista da Cidadania Brasileira. Ora!
Sempre ouvi: “quem não tem competência não se estabelece!” Até quando
o presidente tentará justificar a ineficiência e a ineficácia da
máquina administrativa devido aos erros do passado? A falência das
instituições, do Executivo, do Legislativo e do Judiciário?... Todos
falidos e desacreditados. Como justificar a derrama? A falta de
crescimento, de postos de trabalho? A fome e a miséria? Os Senhores
são os responsáveis civil e criminalmente pela quebra do Estado;
pelo tráfico de armas e drogas; pelas pessoas mortas e incapazes
fisicamente, devido à violência que campeia e assola o Brasil; o
somos indiretamente pela falta de opção, principalmente pela coação
do voto e a escolha do “menos-pior”.
Não é com a bolsa-família
que incluímos os deserdados. Não é o uso do clientelismo que se
arroja em aprisionar o norte, nordeste e pobres ao curral eleitoral
dos Senhores. Não é a estratégia demagógica e racista de cotas que
teremos uma verdadeira Nação. Mas qual, se o presidente NADA VIU
E NADA SABE? Desconhece e desrespeita o Senado e se apóia na Câmara
Federal, cujo presidente, filiado ao maculado e falido PT não expressa
a vontade popular e se compraz com a pauta trancada pelas malditas
medidas provisórias. Enfim, a impressora que registra a Documentação
Histórica do Gabinete Pessoal do Presidente da República deveria
imprimir as marcas fétidas dos rastros deixados pelos maus: ministros,
assessores palacianos e dos bobos da corte.
Que tal o projeto de
um memorial? A exposição de fotos dos bonés e camisas do presidente;
de sua alegria e dos cortesãos a degustar o churrasco do churrasqueiro
indiciado, das melhores safras de vinho e champanhe... e do cachaçal
generalizado, tudo pago pelos outros bobos; o Povo. Da venda que
o impede de enxergar; da massa de cera que o impede de escutar;
da balança que pesa os “companheiros”, inimigos da Nação; da cueca
mais famosa do Mundo, dos vampiros sanguessuga e chupa-sangue do
Povo; dos marqueteiros e doleiros mais famosos do planeta; do importante
duto, valerioduto; das representações governamentais junto ao PT
e ao PTB e seus (in)dignos tesoureiros; à Petrobrás, ao departamento
de Correios; ramificações no Banco do Brasil e bancos privados.
Quão
majestosa a calçada da fama com a marca dos pés e das mãos (com
suas digitais) dos mais famosos quadrilheiros da Nação!
Esse memorial deveria
ser honrado com a galeria de bancos e banqueiros afortunados e agradecidos;
donos de hospitais e plano de saúde; do povo Chinês, do Venezuelano
Chavez e do Índio Boliviano, quiçá dos EUA e da Rainha da Inglaterra.
Muito mais felizes porque deixam de remunerar o capital a 5% ao
máximo, em seus países de origem, remunerando-o a 13% no Brasil.
Ao lado de os bem-sucedidos, “brasileiros” que se locupletam elevando
os próprios salários a R$ 24.000,00, sem falar de outros privilégios
e mordomias, enquanto o Brasil recebe R$ 360,00 de SM. A partir
daí a galeria dos miseráveis e do famigerado povo analfabeto, faminto,
doente, desdentado, sem saneamento básico, sem auto-estima, desempregado
e seus negócios falidos pelo governo; sem dignidade e sem cidadania.
Quão bonito a galeria com exposição da agro-pecuária, do transporte
ferroviário e marítimo, falidos e sepultados; o assoreamento, contaminação
e morte dos rios; a derrubada da selva e a desertificação do solo
brasileiro. Mais há um grande mérito do governo digno do memorial:
O prêmio Nariz de Pinóquio e o dvd com a história de Alice no País
das Maravilhas.
O
mínimo de Cidadania é SegurançaImagine ser arrastado por um carro
durante 15 minutos, sobre um piso de asfalto quente, o seu corpo
se chocando contra uma roda em movimento e sem a menor possibilidade
de fuga?
Lembra
um filme de terror, um filme de ação, cenas de Lampião ou do Velho
Oeste dos EUA, mas não é. Aconteceu nas ruas do Rio de Janeiro,
em fevereiro de 2007. O menino JOÃO HÉLIO FERNANDES, de apenas 6
anos, teve sua vida tragicamente interrompida depois que o carro
da família, um Corsa Sedan, foi interceptado por 3 homens, que obrigaram
a mãe e a irmã do menino a saírem do carro. Quando a mãe tentava
soltar o cinto de segurança e retirar o menino do banco traseiro,
os bandidos arrancaram com o veículo, e o pequeno João ficou dependurado
próximo à roda traseira.
Os
bandidos arrastaram a criança durante 7 km, passando pelos bairros
de Osvaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura, todos da zona
norte. E mais passaram por um quartel do Corpo de Bombeiros e pelo
Fórum, no Campinho/Cascadura. E a Polícia Civil e Militar, onde
estavam? Estavam sem comunicação e sem viatura? Bem próximo há duas
delegacias: uma em Madureira e outra na Cândido Benício, próximo
ao Campinho.
O
trajeto durou cerca de 15 minutos e nenhuma guarnição da Polícia
Militar foi vista ou se apresentou? E a Força Nacional de Segurança
(de quê e de onde)?
Durante
o impiedoso trajeto, pessoas gritaram, avisaram que o menino estava
pendurado, sendo arrastado, se chocando e se dilacerando, mas os
bandidos ignoraram todos os avisos e respondiam com deboche: “È
o nosso boneco de Judas”.
Os
responsáveis pela segurança e o policiamento ostensivo deviam estar
dormindo, enquanto o relação-pública, talvez já preparava as desculpas
de praxe à imprensa: “O policiamento foi reforçado na área. . .”
O
carro e o corpo do menino foram encontrados horas depois, em um
local de difícil acesso.
Agora eu me pergunto,
até onde vai tudo isso? Já vimos acontecer de tudo nesta Cidade,
mas a cada novo crime bárbaro, continuamos mais e mais aterrorizados.
Onde estão as autoridades, o Estado que impede a adoção de crianças
por estrangeiros, mas prefere deixa-los na rua cheirando cola e
na prática criminosa? Que não interfere o suficiente para impedir
que nossas crianças sejam esquartejadas por uma roda em movimento?
Que
o chefe do poder paralelo julgue, condene e mate inocentes dentro
de pneus, chamado de micro-onda, ou os fuzile sumariamente.
Onde
estão os DIREITOS (DES)HUMANOS que só aparecem na mídia para defender
bandidos? E criticam uma ação mais violenta da Polícia ao tratar
com delinqüentes perigosos. Talvez a Polícia devesse subir as favelas
e invadir bocas-de-fumo com gestos de amor, lançando beijos e flores
por uma comissão de frente formada pelos integrantes e defensores
dos direitos des(humanos).
Passa
ano, entra ano, e o crime organizado continua reinando nos morros
e favelas do Rio de Janeiro, que agora já desceu ao asfalto, auxiliado
pela corrupção e por uma certa "vista grossa" de certos
integrantes do Poder Público que parecem se favorecer com toda essa
desordem.
Qual
pena será dada a esses bandidos, que possa acabar com a dor dessa
mãe? Se um dos suspeitos, como já foi anunciado, é menor e poderá
ficar, no máximo, internado numa instituição de recuperação por
3 anos? A resposta é NENHUMA.
É
uma dor profunda que perdurará por toda a vida dessa família, principalmente
dessa mãe, que foi impedida de salvar seu filho.
Atentai Sr. Presidente,
·
Falamos de 15 Milhões
de brasileiros analfabetos, por conseguinte sem cidadania;
·
Falamos de corrupção
e até agora nada se viu. porém nesta quarta-feira, 7 de fevereiro
de 2007, um empregado sentiu imediatamente o peso da lei por furtar
03 (três) bifes do açougue onde trabalhava. Talvez se tivesse furtado
ou “desviado” uma boiada com milhares de cabeças, tivesse ficado
livre e fornecendo churrasco.
·
Não quero ser redundante
ou repetitivo, porém V. Exa. Não foi pessoalmente, como deveria,
ao Congresso Nacional. Enviou a Ministra Chefe da Casa Civil, ao
que parece não teve disposição para articular as palavras do discurso
presidencial. Deveria tê-lo enviado ao Senador Renan Calheiros por
Sedex. Lá esteve a Exma. Ministra Presidente do STF e do CNJ. Belos
discursos, retóricas e semânticas, todavia não foram além de um
discurso qualquer.
·
Entretanto, na prática
a teoria é outra e tudo acontecendo como antes no castelo de Abrantes:
guerra de quadrilhas, atos de vandalismo, danos ao patrimônio público
e à integridade da população. Como sempre foram tomadas medidas
paliativas, ineficientes e ineficazes, a um custo diário de R$ 60
Mil Reais ou R$ 1.800.000,00 ao mês.
·
Atentai Sr. Presidente
que durante a permanência da Força Nacional de Segurança no Rio
de Janeiro, o traficante, o delinqüente perigoso vai ficar quieto,
encistado, até que as condições voltem a lhes serem favoráveis.
De certo tudo recomeçará.
·
A Força nacional
de Segurança a um salário de R$ 5.000,00, vive desfilando improdutiva
e sem qualificação para invadir uma favela de tráfico pesado, ficando
a nossa PM com salário de R$ 1.000,00, exposta, enquanto homicídios,
latrocínios e todos os tipos de delitos se propagam no dia a dia.
·
Sr. Presidente, no
Rio de Janeiro não fabricamos as armas aqui usadas e nem produzimos
as drogas traficadas;
·
Sugiro que a Força
Nacional seja levada às fronteiras do Brasil em terra enquanto as
hidrovias patrulhadas com barcos bem equipados para guerra, que
nós podemos construir no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e
outros estaleiros, além de helicópteros preparados para apoio e
combate;
·
Dessa forma, armas
e drogas não entrarão no País, não chegando aos nossos Municípios,
enquanto a biopirataria seria erradicada, preservando os minerais,
a flora e a fauna.
Veja mais, Sr. Presidente, pois queremos entender:
·
No Rio de Janeiro
verificou-se que a Polícia com um efetivo de 50.000 homens não conseguiu
dominar e exterminar o tráfico;
·
As milícias, tal
qual em Nova York, disseminaram a tolerância zero, expulsando marginais,
erradicando o tráfico local, aparentemente com poucos homens, realizando
o que toda a polícia jamais conseguiu, enquanto a comunidade voltava
à paz;
·
Agora resolvem perseguir
e acabar com as milícias. . . Será que há interesses escusos que
motivam a perseguição e caça às milícias? Em breve os morros e o
asfalto estarão tomados pelo antigo PODER PARALELO.
Atentai Senhores!
·
Enviai a Força Nacional
às fronteiras do Brasil e mantendes as milícias remuneradas; desapropriem
o topo do morro, sendo ligado por uma estrada ampla e fortificada.
No topo do morro edificai uma fortaleza bem armada com metralhadoras,
lança míssil, visão noturna e rádio potente;
·
Do topo, desse forte,
será fácil controlar não só a favela, mas as pistas do asfalto por
sua vez controladas com câmeras, cujas imagens serão enviadas e
acompanhadas dentro do forte e outras corporações;
·
Sr. Presidente e
Parlamentares, se o brasileiro aos 16 anos é plenamente responsável
e capaz de interferir nos destinos da Nação com o seu voto, por
que é considerado incapaz perante ao Código penal e ao Processo
Penal? Todos conhecem os monstros-bestas-feras que estão nas ruas,
porém a hipocrisia legal mascara suas caras, pois não têm rosto,
ao ser mostrado pela imprensa;
Não podemos abdicar do rigor das penas aplicadas. Precisamos
de PRISÃO PERPÉTUA OU PENA DE MORTE AOS MONSTROS! Precisamos extirpar
os tumores malignos da Sociedade pacífica e laborativa, porém Saiba
Sr. Presidente (o Sr. Bem o sabe):
·
Enquanto estiver
crescendo o número de analfabetos no País;
·
Enquanto não houver
um ensino de boa qualidade e professores bem-remunerados que levem
o aluno do ensino fundamental à uma vaga na universidade sem a baixaria
demagógica e racista da cota que induz o negro à incapacidade intelectual
ou lhe proporcione colocação no mercado de trabalho;
·
Enquanto jovens nortistas,
nordestinos e outros nascidos e criados na agropecuária, sem formação
técnica e profissional, muitos dos quais analfabetos, forem banidos
de seus municípios e obrigados pela fome e outras necessidades motivadas
pela falta de investimentos e de uma política séria compromissada
com outros valores, a migrarem para as zonas urbanas de grandes
capitais. O êxodo rural em busca de melhores condições de vida.
Se não as encontram, temos aí um constante renascer de delinqüentes
em potencial, à disposição do tráfico e de outras quadrilhas organizadas.
Senhores das medidas provisórias! Sr. Presidente e Ministros, eis
a fábrica de violência que os consagram mestres e doutores nessa
gestão do caos, fomento da guerrilha urbana em desenvolvimento.
Que esperam? Uma nova Queda da Bastilha, ou melhor, do planalto?
·
Considere ainda,
que os deserdados não são apenas os jovens, mas seus pais desempregados,
sem auto-estima, doentes e sem a mínima condição de orientar e dar
limites aos seus filhos;
·
Enquanto os juros
e impostos não forem reduzidos, incentivando investimentos não especulativos
no País, por empresários brasileiros (até o vice-presidente deixou
de aplicar no Brasil para fazê-lo fora);
·
Um animal é capaz
de qualquer ato para saciar a fome e a sede!
Por outro lado, assistimos a casos de delinqüência
juvenil ligada a jovem de família abastada e bem informada, cujos
pais ocupam posições importantes no cenário Nacional. São os jovens
que estudam em boas escolas, viajam internacionalmente, lutam artes
marciais, têm bons carros e dinheiro. São aqueles do tipo que puseram
fogo no índio e estupram meninas, aí em Brasília. Onde estão? Matando
outras pessoas. Não são os mesmo monstros, então nascidos em berço
de ouro e protegidos pelo corporativismo?
Não cobre da Sociedade a responsabilidade e a incapacidade
que é do Governo;
Já pagamos sob verdadeira extorsão do Governo, o dinheiro
desviado, os rombos do INSS e outras séries, por quadrilhas organizadas
no seio do Governo Federal. Faça a sua parte. Cumpra o seu dever
e obrigação para com o Povo.
Cidadania no mínimo é o direito de ir e vir com segurança;
de ser respeitado, sem constrangimentos moral, patrimonial e o resguardo
da integridade física. Não há porque discutir o sexo dos anjos,
elaborar projetos sem praticidade e onerosos. Não trazem resultados
positivos. Apenas decisões paliativas.
Basta, Presidente! Atentai novamente
ao que fora dito na Itália: “O mínimo que um governo
pode e deve proporcionar ao Povo é segurança”.
Assim,
Sr. Presidente, maxima venia, não aceitamos a resposta superficial,
sem conteúdo, imprecisa e insatisfatória. Não somos idiotas a serem
enganados por meia dúzia de palavras vãs, sem compromisso com a
Verdade que se esperava ao elegê-lo.
Cordialmente,
Um
brasileiro verdadeiramente indignado e enojado,
Luiz da Silva Mattos.
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A
seguir, o que recebi como resposta do Presidente Lula:
Prezado
Luiz,
Respondemos suas mensagens enviadas ao Presidente Luiz Inácio Lula
da Silva para dizer-lhe que ele também se vem indignando com os
vários atos de violência cometidos contra cidadãos, especialmente
crianças, em particular nas grandes cidades. O problema é complexo,
resultado de muitos anos de indiferença frente à desigualdade social
que assola o nosso país. São várias as causas que levam a situações
de violência, o que requer da sociedade e do Governo a adoção de
diversas providências.
Da parte das autoridades federais, trata-se de promover a inclusão,
o máximo possível, de crianças e jovens no sistema educacional.
Por estar ciente disso, o governo Lula encaminhou ao Congresso Nacional
o projeto que institui o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da
Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação -
FUNDEB, que injetará na Educação volume de recursos nunca visto
anteriormente. Outra causa, embora nem sempre determinante, é a
mi séria. Nosso governo vem lutando, desde o primeiro dia, pela
erradicação da miséria e pela inclusão social. O Bolsa-Família,
parte do programa Fome Zero, vem desempenhando importante papel
com esse objetivo e é hoje referência internacional. Outro fator
relevante é a sensação de impunidade que as pessoas têm, em especial
os transgressores potenciais. A verdade é que a legislação penal
precisa ser aperfeiçoada e o Congresso Nacional está deliberando
e votando, neste momento, alguns projetos de lei nessa área. Tais
providências são, portanto, da competência do Legislativo e o Executivo
atuará cooperativamente.
Teríamos muito que falar a respeito, mas o espaço é curto para isso.
Lembramos, por fim, que a segurança pública, pela Constituição,
é da alçada dos estados federados. Mesmo assim, o governo Lula,
sensível ao clamor popular, criou a Força Nacional de Segurança
Pública e vem investindo de forma criteriosa os recursos disponíveis.
Tanto quanto você, nosso governo quer menos violência e mais segurança
para os cidadãos. A tarefa é grande e requer a participação de toda
a sociedade.
Cordialmente,
Claudio Soares Rocha
Diretoria
de Documentação Histórica
Gabinete
Pessoal do Presidente da República
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