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Se eu pudesse ser ouvido pela Nação Brasileira , dir-lhes-ia que
os políticos mal-intencionados, que se convertem nos governantes
perversos e nos legisladores divorciados e exploradores do povo
e espoliadores das riquezas nacionais em proveito próprio, não têm
temor a Deus, respeito pela Lei, pelo direito e pela justiça e caridade
e compaixão para com a pobreza e a miséria de tantíssimos, que sob
elas vergam, se afligem e são humilhados em nosso País. Só respeitam
e temem a espada de Dâmocles sobre suas cabeças, da vigilância dos
filhos da Nação em defesa da Pátria, da paz e da concórdia, como
tanto e tantas vezes demonstrado em nossa História. Se o líder comunista
Luis Carlos Prestes, em Moscou, comprometeu-se a trair a sua Pátria,
também o cubano-brasileiro José Dirceu e muitos outros da mesma
laia, cujos nomes são de domínio público, foram treinados em Cuba,
para assassinar, à traição, a democrática alma brasileira e submeter
a nossa gente a um regime totalitário. Quando 77% das obras federais
em andamento apresentam algum tipo de irregularidade, alguma coisa
vai muito mal na administração pública. O relatório divulgado pelo
TCU é mais do que um alerta. É um brado pela fiscalização eficiente
do dinheiro público que sai do bolso dos contribuintes atolados
em contribuições, taxas, impostos e tributos os mais variados que
levam, de cada um, quase 35% do que ganham.A desfaçatez é tamanha
que o TCU decidiu bloquear R$ 23 bilhões das verbas já liberadas,
por falhas graves. O prejuízo total até agora soma R$ 5 bilhões.
Entre 231 obras auditadas, 77 estão mergulhadas em fraudes vergonhosas.
Outras 101 apresentam falhas contratuais ou de execução. As maracutaias
atingem 18 pequenas e grandes empreiteiras - como a Gautama, de
Zuleido Veras, empresário que ganhou liberdade na Justiça depois
de flagrado na Operação Navalha da Polícia Federal. Sua empresa
é a líder em irregularidades. Os repasses suspensos, no conjunto,
atingem 10 unidades da Federação, especialmente Paraná, Espírito
Santo, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte e Rondônia . A sensação
da impunidade alimenta as fraudes e funciona como fermento para
a ambição dos administradores públicos. O embargo das obras, a suspensão
dos repasses, a punição dos responsáveis e o rigor adotado pelo
TCU nas auditorias possibilitaram, até hoje, uma economia de R$
1 bilhão aos cofres públicos. Acoorda Maricá, pois em se tratando
de “Traição”, nosso país tem alguns especialistas, que transformam
com seus comportamentos, atitudes e omissões o famigerado “Joaquim
Silvério dos Reis” em anjinho da Inconfidência Mineira, que o digam
todos os brasileiros que elegeram um presidente que governa para
os banqueiros nacionais e estrangeiros, e que todos nós pagamos
muito caro à conta deste desgoverno, em tempo: Até Quando?
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