04/10/2007
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Recebido por mail de Comunidades # Ricardo Cantarelle
SE EU PUDESSE SER OUVIDO !!

Se eu pudesse ser ouvido pela Nação Brasileira , dir-lhes-ia que os políticos mal-intencionados, que se convertem nos governantes perversos e nos legisladores divorciados e exploradores do povo e espoliadores das riquezas nacionais em proveito próprio, não têm temor a Deus, respeito pela Lei, pelo direito e pela justiça e caridade e compaixão para com a pobreza e a miséria de tantíssimos, que sob elas vergam, se afligem e são humilhados em nosso País. Só respeitam e temem a espada de Dâmocles sobre suas cabeças, da vigilância dos filhos da Nação em defesa da Pátria, da paz e da concórdia, como tanto e tantas vezes demonstrado em nossa História. Se o líder comunista Luis Carlos Prestes, em Moscou, comprometeu-se a trair a sua Pátria, também o cubano-brasileiro José Dirceu e muitos outros da mesma laia, cujos nomes são de domínio público, foram treinados em Cuba, para assassinar, à traição, a democrática alma brasileira e submeter a nossa gente a um regime totalitário. Quando 77% das obras federais em andamento apresentam algum tipo de irregularidade, alguma coisa vai muito mal na administração pública. O relatório divulgado pelo TCU é mais do que um alerta. É um brado pela fiscalização eficiente do dinheiro público que sai do bolso dos contribuintes atolados em contribuições, taxas, impostos e tributos os mais variados que levam, de cada um, quase 35% do que ganham.A desfaçatez é tamanha que o TCU decidiu bloquear R$ 23 bilhões das verbas já liberadas, por falhas graves. O prejuízo total até agora soma R$ 5 bilhões. Entre 231 obras auditadas, 77 estão mergulhadas em fraudes vergonhosas. Outras 101 apresentam falhas contratuais ou de execução. As maracutaias atingem 18 pequenas e grandes empreiteiras - como a Gautama, de Zuleido Veras, empresário que ganhou liberdade na Justiça depois de flagrado na Operação Navalha da Polícia Federal. Sua empresa é a líder em irregularidades. Os repasses suspensos, no conjunto, atingem 10 unidades da Federação, especialmente Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte e Rondônia . A sensação da impunidade alimenta as fraudes e funciona como fermento para a ambição dos administradores públicos. O embargo das obras, a suspensão dos repasses, a punição dos responsáveis e o rigor adotado pelo TCU nas auditorias possibilitaram, até hoje, uma economia de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. Acoorda Maricá, pois em se tratando de “Traição”, nosso país tem alguns especialistas, que transformam com seus comportamentos, atitudes e omissões o famigerado “Joaquim Silvério dos Reis” em anjinho da Inconfidência Mineira, que o digam todos os brasileiros que elegeram um presidente que governa para os banqueiros nacionais e estrangeiros, e que todos nós pagamos muito caro à conta deste desgoverno, em tempo: Até Quando?