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FW: COMERCIALIZAÇÃO DO GÁS NATURAL BATE RECORDE NO MÊS DE OUTUBRO
ADM - AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DE MARICÁ
* PMM-SEBRAE-ACM-CDL-ASSESI *
Prezados amigos,
Admitindo o vosso interesse neste assunto, temos o prazer de encaminhar
a noticia hoje recebida da Assessoria de Comunicação ABEGÁS.
Com um grande abraço e ao dispor,
Jorge M. R. Monteiro
Gestor Municipal
----- Original Message -----
From: Assessoria de Comunicação Abegás
To: undisclosed-recipients:
Sent: Thursday, November 30, 2006 2:32 PM
Subject: Comercialização do Gás natural bate recorde no mês de
outubro
CONSUMO DE GÁS NATURAL CONTINUA BATENDO RECORDE NO BRASIL
Comercialização em outubro atingiu os 44,5 milhões m³/dia
O consumo nacional de gás natural atingiu 44,5 milhões de metros
cúbicos diários em outubro, segundo dados consolidados pela Abegás
– Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado.
É o novo recorde da comercialização de gás natural no país, superando
os 44,2 milhões de metros cúbicos comercializados no mês de setembro.
A Região Sudeste continua liderando a expansão do consumo. Nos
Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais,
que representam 66% da média nacional, o consumo foi de 29,6 milhões
m³/dia. Seguidos pelas Regiões Sul, Nordeste e Centro-Oeste, que
consumiram, respectivamente, 7,3 milhões m³/dia, 6,8 milhões m³/dia
e 0,8 milhões m³/dia de gás natural.
Comparando-se com o mês anterior (setembro), o número aponta um
ligeiro aumento de 0,79%. Os setores de geração elétrica e automotivo
apresentaram crescimento de 5,56% e 1%, respectivamente. Em contrapartida,
os setores residencial, comercial e industrial apresentaram retração
de 1,53 %, 4,71 % e 0,57%, respectivamente.
Em relação ao consumo registrado em outubro do ano passado, este
dado representa aumento de 9,74%. O setor que mais se destacou foi
o automotivo, que cresceu 22,11% nos últimos 12 meses.
Além de novo recorde na comercialização, o mês de outubro foi marcado
pelo acordo entre Petrobras e YPFB. A Petrobras foi uma das dez
empresas que assinaram novos contratos com o Governo boliviano para
adequar suas atividades à regulamentação do decreto de nacionalização.
A nacionalização dos hidrocarbonetos na Bolívia decretado em maio
tinha gerado incertezas no Brasil, já que parte do gás natural consumido
pelos brasileiros vem desse país (19,2 milhões m³/dia em outubro).
Foram negociadas condições de prospecção e um contrato de 30 anos,
válido a partir da homologação e da aprovação do acordo pelo Parlamento.
O contrato permitirá à Petrobras continuar explorando as reservas
de gás natural em Tarija, de onde vem o gás importado pelo Brasil.
Pelos termos acordados, 50% da receita gerada pelos campos irá para
o Estado boliviano sob forma de impostos e outras contribuições.
Dos 50% restantes sairão os recursos para o ressarcimento dos custos
que a Petrobras Bolívia terá para operar as áreas de produção e
pagar os investimentos já feitos. O restante será rateado entre
Petrobras e YPFB. A divisão, porém, não será igualitária, visto
que vai variar segundo o nível de produção dos campos, o preço do
gás e os investimentos necessários para a manutenção da extração
de gás. Na divisão, caberá à Petrobras Bolívia (subsidiária integral
da estatal brasileira) a produção do gás. O transporte e a comercialização
do produto ficarão a cargo da YPFB.
Após o fechamento do acordo, a questão se concentra agora sobre
os preços do gás natural. Ainda sem resultado sobre o pedido de
elevação fora do contrato dos preços feitos pela Bolívia, as duas
companhias marcaram uma nova rodada de negociações para o início
de dezembro.
* inclui cogeração, GNC e outros
Fonte: Assessoria de Comunicação Gás Brasil
Jornalistas: Vanusa Bezerra
Assistente: Juliana Martins
E-mail: imprensa@abegas.org.br
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