Uma das maiores vergonhas nacionais continua sendo a ESCRAVIDÃO.
E esta se encontra em todos os setores da sociedade, sendo que,
a pior delas tem sido a promovida pelas Instituições Financeiras,
cujas chibatadas são as inúmeras taxas cobradas.
Para
sermos bem sinceros, os Bancos hoje estão iguais à grande maioria
dos órgãos públicos: dizem que fazem, mas não comprovam. Três exemplos
posso citar:
1)
aos ligarmos para o serviço de atendimento ao cliente, ficamos –
em média – 10 (dez) min para sermos atendidos. (isso quando a ligação
não cai);
2)
outro é o serviço on-line. Se for para efetuarmos transações bancárias,
tudo bem. Quando queremos reclamar, aí fica impossível, pois em
99,9% das vezes não conseguimos completar a reclamação; ou então
aparece: ‘a página não pode ser exibida’;
3-)
se optarmos por fazer a reclamação por escrito, os bancos se recusam
a protocolar a 2ª via, sendo que, só o fazem, quando a mesma é enviada
pelo correio e registrada.
E
as arbitrariedades não param por aí: as tarifas que deveriam ser
reajustadas somente uma vez por ano, são feitas duas vezes, sem
prévio aviso ao cliente, ou melhor; o Banco Central diz que esse
aviso é feito 30 dias antes, por meio de cartazes afixados nas agências.
Aqui
tem uma agravante ainda maior: a propaganda enganosa em que os bancos
incentivam seus clientes a usarem os serviços eletrônicos. Então,
como os mesmos saberão desses avisos? Ora, se enviam cobrança das
taxas, porquê não colocam na própria fatura/extrato esse aviso?
E
mais: a Febraban se isenta de toda e qualquer responsabilidade quanto
às práticas na cobrança dessas tarifas, sob a alegação de que não
interfere na política de seus associados.
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