Li a mensagem de Albeniz T, referindo-se a iluminação
pública,mais precisamente
na rua onde reside, a 63.Muita gente confunde AMPLA com
a Secretaria Municipal
de Energia, outrora CME-Comissão Municipal de Energia.
A AMPLA não tem qualquer poder sobre as luminárias. O
órgão da prefeitura
citado é que determina os padrões e avalia as necessidades.Não
estou fazendo
qualquer defesa,estou apenas orientando o leitor ,uma
vez que tenho alguma
experiência, haja vista que consegui instalar mais de
50 pontos .A Rua 90,onde
resido, talvez seja uma das mais iluminadas.
1-A taxa de ilumição pública,cobrada na conta de luz,era
ilegal até que
saiu desta condição através de legislação federal.No
Jardim Atlântico eram
instaladas luminárias por moradores sem qualquer critério
técnico.Era comum
vermos vários tipos de diferentes luminárias em uma mesma
rua, da mesma
forma que os curtos circuitos se tornavam rotina,pela
falta de preparo dos
que as instalavam.A então CERJ, era complascente e não
as retirava.Ela procurava
se mostrar boazinha para,segundo eu soube por,fontes
da empresa, assumir
a responsabilidade pela iluminação pública o que , na
minha opinião era
discrepante e incoerente. A prefeitura não aceitou e
existe um contrato
onde a municipalidade paga a AMPLA um determinado valor
por ponto de luz
Na época, em represália,a concessionária arrancou a máscara
da face,tirou
a pele de cordeiro e iniciou a retirada dos pontos não
cadastrados.Por diversas
, ao ver a CERJ chegando com os seus truculentos seguranças
para retirar
e levar as luminárias,chamei a polícia e impedi que ela
levasse o material.Entendia
a empresa que luminárias irregulares eram gatos.Foi uma
longa briga e eu
até tive participação no RJ TV,após um grande desentendimento
na Ponta do
Francês,quando eu seria levado para a 82 DP juntamente
com um engenheiro
da empresa.Somente não paramos na DP porque um sargento
da PM de nome Castro,usando
de total imparcialidade, exigiu que todos os funcionários
da CERJ envolvidos
fossem juntos, levando as luminárias retiradas Após os
vários desagradáveis
episódios, a prefeitura tomou a iniciativa de pedir um
prazo para que os
pontos irregulares que já existiam fossem regularizados,
na medida em que
eram substituídos pela luminária padrão,um padrão que,suponho,tenha
nascido
de entendimentos entre as partes.
2- Após a regularização dos referidos pontos, foi criado
um programa de
parceria com a comunidade,onde o interessado vai até
a sede da comissão
de energia e faz a solicitação.O órgão público providencia
uma inspeção
no local e dá a relação dos materiais,que são adquiridos
pelo próprio interessado
no estabelecimento comercial que lhe convier.Feito isto,entrega
a luminária
e uma cópia da nota fiscal,quando então é marcada a data
para a instalação.Pelo
que eu me lembre, o kit é composto de uma braçadeira
e um braço completo-ambos
galvanizados,um reator, uma lâmpada de vapor de sódio
de 75Watts e um foto
célula,que custa em média R$ 170,00.
Eu sempre procedi assim e consegui,como disse acima,
a instalação de vários
pontos.É interessante dizer que na comissão de energia
o tratamento é bastante
gentil,onde o Derli se esforça ao máximo para um pronto
atendimento.Por
outro lado, a inspeção é feita pelo atencioso Jair que
também faz de tudo
para atender.
Acho que o leitor está com toda a razão,mas tenho certeza
de que verá o
seu pleito atendido se proceder da forma como descrevi.Como
faço muitos
contatos com a comissão-hoje secretaria,sei que o telefone
é 2637-8934 e
o e mail é
cme@marica.rj.gov.br.
Quanto ao Hélder,trata-se de um cidadão da nossa comunidade
que sempre participou
dos nossos movimentos reivindicatórios,saiu candidato
e não se elegeu,mas
mereceu a indicação,ele mora no Jardim Atlântico,anda
nas ruas de barros
como todos nós e ,consequentemente, é conhecedor dos
problemas. Digo-o com
bastante isenção,uma vez que não votei nele e ele sabe
que a minha candidata
foi a Bete Lagoeiro.Acontece que a superintendência foi
criada recentemente
e problemas no Jardim Atlântico existem desde o loteamento
ganancioso e
irresponsável.Uma única sub prefeitura não era suficiente
para todo o distrito.Atualmente,com
funcionários e equipamentos próprios, entendo que estamos
caminhando (digo
estamos,colocando-me como morador) para uma grande conquista.
Lembro que já mandei um texto sobre a matéria e me considero
um fiscal dessa
superintendência, até porque fui um dos que mais cobrou
a divisão da sub
prefeitura de Itaipuaçu ao prefeito Ricardo Queiroz e,embora
não fazendo
parte da administração municipal, a convite do vice prefeito
Tucalo,participei
da escolha do local..Quase que diariamente vou até lá
para dar uma olhadinha
nos trabalhos.