08/07/2005
A SAÚDE DE TODOS DEPENDE
DE CADA UM DE NÓS
Exerça a sua cidadania
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A ILUMINAÇÃO PÚBLICA

 

Li  a mensagem de Albeniz T, referindo-se a iluminação pública,mais precisamente

na rua onde reside, a 63.Muita gente confunde AMPLA com a Secretaria Municipal

de Energia, outrora CME-Comissão Municipal de Energia.

A AMPLA não tem qualquer poder sobre as luminárias. O órgão da prefeitura

citado é que determina os padrões e avalia as necessidades.Não estou fazendo

qualquer defesa,estou apenas orientando o leitor ,uma vez que tenho alguma

experiência, haja vista que consegui instalar mais de 50 pontos .A Rua 90,onde

resido, talvez seja uma das mais iluminadas.

1-A taxa de ilumição pública,cobrada na conta de luz,era ilegal até que

saiu desta condição através de legislação federal.No Jardim Atlântico eram

instaladas luminárias por moradores sem qualquer critério técnico.Era comum

vermos vários tipos de diferentes luminárias em uma mesma rua, da mesma

forma que os curtos circuitos se tornavam rotina,pela falta de preparo dos

que as instalavam.A então CERJ, era complascente e não as retirava.Ela procurava

se mostrar boazinha para,segundo eu soube por,fontes da empresa, assumir

a responsabilidade pela iluminação pública o que , na minha opinião era

discrepante e incoerente. A prefeitura não aceitou e existe um contrato

onde a municipalidade paga a AMPLA um determinado valor por ponto de luz

Na época, em represália,a concessionária arrancou a máscara da face,tirou

a pele de cordeiro e iniciou a retirada dos pontos não cadastrados.Por diversas

, ao ver a CERJ chegando com os seus truculentos seguranças para retirar

e levar as luminárias,chamei a polícia e impedi que ela levasse o material.Entendia

a empresa que luminárias irregulares eram gatos.Foi uma longa briga e eu

até tive participação no RJ TV,após um grande desentendimento na Ponta do

Francês,quando eu seria levado para a 82 DP juntamente com um engenheiro

da empresa.Somente não paramos na DP porque um sargento da PM de nome Castro,usando

de total imparcialidade, exigiu que todos os funcionários da CERJ envolvidos

fossem juntos, levando as luminárias retiradas Após os vários desagradáveis

episódios, a prefeitura tomou a iniciativa de pedir um prazo para que os

pontos irregulares que já existiam fossem regularizados, na medida em que

eram substituídos pela luminária padrão,um padrão que,suponho,tenha nascido

de entendimentos entre as partes.

2- Após a regularização dos referidos pontos, foi criado um programa de

parceria com a comunidade,onde o interessado vai até a sede da comissão

de energia e faz a solicitação.O órgão público providencia uma inspeção

no local e dá a relação dos materiais,que  são adquiridos pelo próprio interessado

no estabelecimento comercial que lhe convier.Feito isto,entrega a luminária

e uma cópia da nota fiscal,quando então é marcada a data para a instalação.Pelo

que eu me lembre, o kit é composto de uma braçadeira e um braço completo-ambos

galvanizados,um reator, uma lâmpada de vapor de sódio de 75Watts e um foto

célula,que custa em média R$ 170,00.

Eu sempre procedi assim e consegui,como disse acima, a instalação de vários

pontos.É interessante  dizer que na comissão de energia o tratamento é bastante

gentil,onde o Derli se esforça ao máximo para um pronto atendimento.Por

outro lado, a inspeção é feita pelo atencioso Jair que também faz de tudo

para atender.

Acho que o leitor está com toda a razão,mas tenho certeza de que verá o

seu pleito atendido se proceder da forma como descrevi.Como faço muitos

contatos com a comissão-hoje secretaria,sei que o telefone é 2637-8934 e

o e mail é  

cme@marica.rj.gov.br.

Quanto ao Hélder,trata-se de um cidadão da nossa comunidade que sempre participou

dos nossos movimentos reivindicatórios,saiu candidato e não se elegeu,mas

mereceu a indicação,ele mora no Jardim Atlântico,anda nas ruas de barros

como todos nós e ,consequentemente, é conhecedor dos problemas. Digo-o com

bastante isenção,uma vez que não votei nele e ele sabe que a minha candidata

foi a Bete Lagoeiro.Acontece que a superintendência foi criada recentemente

e problemas no Jardim Atlântico existem desde o loteamento ganancioso e

irresponsável.Uma única sub prefeitura não era suficiente para todo o distrito.Atualmente,com

funcionários e equipamentos próprios, entendo que estamos caminhando (digo

estamos,colocando-me como morador) para uma grande conquista.

Lembro que já mandei um texto sobre a matéria e me considero um fiscal dessa

superintendência, até porque fui um dos que mais cobrou a divisão da sub

prefeitura de Itaipuaçu ao prefeito Ricardo Queiroz e,embora não fazendo

parte da administração municipal, a convite do vice prefeito Tucalo,participei

da escolha do local..Quase que diariamente vou até lá para dar uma olhadinha

nos trabalhos.

 
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