FATALIDADE NÃO EXISTE
José de Souza Soares
Parece que uma boa parte dos motoristas aqui de Maricá,
tem vocação para suicida. Já virou rotina se vê carros trafegando
na contra mão, sem nenhum respeito às Leis de transito vigentes.
Nos acostamentos da Rodovia Amaral Peixoto, por exemplo, é que
se pode constatar o maior número de motoristas burlando a legislação
sem nenhuma preocupação até mesmo com os outros que por ali trafegam
cumprindo as normas previstas, mas correndo o risco de deparar
com um desses prevaricadores que vem sempre em sentido contrário
da via.
Outra coisa que também preocupa bastante, são os ciclistas
que acham que o código de transito não os atinge, com isso cometendo
as maiores barbaridades, como se não fossem passivos de penas.
É bom que os ciclistas saibam que eles também são sujeitos as
penalidades previstas no código em decorrência de delitos no transito.
Entretanto, toda esta farra vista constantemente nas ruas
da cidade, ocorre por falta de uma rigorosa fiscalização
por parte do poder público, tanto estadual quanto municipal. É
normal quando alguém morre por acidente logo dizem que foi uma
fatalidade. Só que fatalidade não existe, porque todo e qualquer
acidente é previsto - nada é por acaso - cabendo a cada um de
nós a tarefa de evitá-lo.