23/05/2003
Recebido da Coordenadoria de Comunicação Social do Governo do Estado
Coordenadoria de Comunicação Social do Governo do Estado
 
Produtores discutirão normas para a exportação   de frutas para o mercado internacional
 

A produção de frutas no Estado do Rio de Janeiro se prepara para atender às exigências do mercado internacional. Cada vez mais freqüentes, as exportações desses produtos fluminenses para a Europa precisam se adaptar para cumprir as normas estabelecidas pelo comprador.
A Produção Integrada de Frutas (PIF) será um dos temas do III Encontro de Fruticultura Irrigada, que acontece no Cefet (Centro Federal de Educação Tecnológica),em Campos, na região Norte, nos próximos dias 29 e 30 de maio, promovido pela Firjan e Governo do Estado. O assunto vai tratar da discussão das normas que serão estabelecidas pelo Ministério da Agricultura para a certificação de frutas tropicais voltadas para a comercialização no mercado europeu. Essa legislação, que deverá entrar em vigor a partir de 2005, vai regulamentar as exigências no processo de produção para exportação, como por exemplo, a utilização de mudas certificadas e minimização do uso de fertilizantes, entre outras.
De acordo com o secretário estadual de Agricultura, Abastecimento, Pesca e Desenvolvimento do Interior, Christino Áureo, o volume crescente da exportação de frutas do Estado para o exterior é um fator de indução para a qualidade. O esforço exportador fará com que o padrão de qualidade para o mercado interno também seja aumentado.
Norman Steiner, presidente da Cooperativa Mista de Produtores Rurais de Quissamã, responsável pela  exportação do primeiro carregamento de coco produzido em território fluminense para a Europa, ressaltou que, no caso específico do coco de Quissamã, as regras de produção do Programa Frutificar foram a chave para a abertura do mercado exterior. Segundo ele, a exigência da irrigação, controle fitossanitário e adubação foram os ingredientes responsáveis pela produção das frutas requisitadas pelo mercado inglês.
“Atualmente, ainda não são muitos os nossos produtores que dispõem do coco tipo padrão – arredondado, limpo, sem manchas, com no mínimo 400 ml de água e brix elevado (grau de doçura da água), de 4,5 a 5,5”, disse Steiner ao afirmar que: “a partir do momento que todos aqueles que integram o Frutificar estiverem produzindo, esse perfil da fruta de qualidade será uma constante nas lavouras de coco em nosso município”.
Além do coco, que já é vendido para a Grã Bretanha, a Cooperativa de Quissamã está em negociações para até o final do ano enviar seu primeiro carregamento de abacaxi para o exterior.
 
Coordenadoria de Comunicação Social (Redação Seaapi)
Tels (0xx21) 2299-9503 e 2627-1580
(Antônio Fábio Campos)
Visite a página de notícias e pautas da
Coordenadoria de Comunicação Social
do Governo do Estado na Internet. www.imprensa.gov.br