Prezados Ambientalistas, Voluntários e Simpatizantes,
A situação no Parque Estadual da Serra da
Tiririca - PEST é lamentável. Mesmo tendo alcançado o "consenso" de
vários segmentos com atuação na região, após a realização de cinco
plenárias com duração média de seis horas cada, há cinco meses a atual
administração do Instituto Estadual de Florestas - IEF não define
as "regras" de estabelecimento do Conselho Consultivo. Não bastasse
a omissão em garantir uma gestão participativa para o PEST, e segundo
informação obtida na 2ª Promotoria de Interesse Difusos e Coletivos
de Niterói, a proposta de novos limites elaborada pela Comissão Pró-Parque
foi "desviada" do Gabinete Civil para (PASMEM!) a Diretoria de Fiscalização
do IEF (?????), localizada no Parque da Chacrinha (recentemente municipalizado),
numa atitude incompreensível. Soma-se a isso a contínua
e "histórica" deficiência estrutural do PEST, que ainda não dispõe
de veículo permanente e infra-estrutura básica que determine seu pleno
e eficiente funcionamento a serviço da sociedade. Exemplo gritante
do descaso é o abandono da "edificação" do posto avançado do PEST
no início da trilha da Enseada do Bananal, em Itacoatiara, e do lote
doado pela Prefeitura de Maricá em Itaipuaçu para construção da sede
oficial do parque florestal.
Ao que sugere os desencontros administrativos em
torno do PEST, muitas surpresas desagradáveis serão notícias nos próximos
meses.
Um forte abraço,
Gerhard Sardo
Ambientalista, jornalista, pós-graduando em Análise
e Avaliação Ambiental (PUC-Rio), membro titular no CONAMA e no COMAN,
ex-integrante titular na Comissão Pró-Parque Estadual da Serra da
Tiririca.
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