10/02/2003
 
Devido à obra de ampliação ter sido feita "na corrida" para ficar pronta antes da eleição do ano passado, uma série de problemas restaram para os que convivem diariamente com a via.
A falta de passarela e retorno tem sido os causadores principais de acidentes, devido as "manobras" que as pessoas estão utilizando para cruzar a pista. Carros na contra-mão, ciclistas e motociclistas nos vãos da mureta com metades de seus cicles uma em cada pista, pedestres correndo em meio dos carros, são a opção para não andar quilômetros até um retorno.
O acostamento utilizado também como calçada, em muitos pontos se confunde com o mato lateral, e queimadas são constantes ao longo da pista, dificultando a visibilidade.
Um ponto de ônibus totalmente tomado pelo mato lateral, foi "queimado" por alguém nesse final de semana, possivelmente na intenção de deixa-lo acessível, mas colaborando desse modo para aumentar o risco dos que a atravessam.
Ao final das longas extensões das mureta central de concreto, um risco maior acontece, pelas pessoas que preferem tentar a travessia por ali.
Cavalos, bicicletas e idosos se aglomeram nesses pontos estreitos, e muitas vezes ocultos pelo final da mureta saem numa corrida perigosa para atravessar vivo a pista.
A alta velocidade dos veículos, até mesmo para quem transporta crianças e jovens na caçamba, só é limitada pelos tremendos engarrafamentos nos limites do município em Inoã, ao final da duplicação.
Sendo assim, não é de se estranhar que num paredão de rocha lateral da pista, alguém tenha feito "altas ginásticas" para conseguir colocar um "despacho" ali.
No mínimo quem fez isso deve ser PHD em atravessar a Rodovia.