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Devido
à obra de ampliação ter sido feita "na corrida" para ficar pronta
antes da eleição do ano passado, uma série de problemas restaram
para os que convivem diariamente com a via.
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A falta de passarela e retorno tem sido os causadores principais
de acidentes, devido as "manobras" que as pessoas estão utilizando
para cruzar a pista. Carros na contra-mão, ciclistas e motociclistas
nos vãos da mureta com metades de seus cicles uma em cada pista,
pedestres correndo em meio dos carros, são a opção para não andar
quilômetros até um retorno.
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O
acostamento utilizado também como calçada, em muitos
pontos se confunde com o mato lateral, e queimadas são constantes
ao longo da pista, dificultando a visibilidade.
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Um ponto de ônibus totalmente tomado pelo mato lateral, foi
"queimado" por alguém nesse final de semana, possivelmente
na intenção de deixa-lo acessível, mas colaborando
desse modo para aumentar o risco dos que a atravessam.
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Ao
final das longas extensões das mureta central de concreto,
um risco maior acontece, pelas pessoas que preferem tentar a travessia
por ali.
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Cavalos, bicicletas e idosos se aglomeram nesses pontos estreitos,
e muitas vezes ocultos pelo final da mureta saem numa corrida perigosa
para atravessar vivo a pista.
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A alta velocidade dos veículos, até mesmo para quem
transporta crianças e jovens na caçamba, só
é limitada pelos tremendos engarrafamentos nos limites do
município em Inoã, ao final da duplicação.
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Sendo
assim, não é de se estranhar que num paredão
de rocha lateral da pista, alguém tenha feito "altas
ginásticas" para conseguir colocar um "despacho"
ali.
No mínimo quem fez isso deve ser PHD em atravessar a Rodovia.
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