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Bem, o que vocês acham que o algo mais
sem o qual hoje ninguém pode viver
nos seus momentos de descanso ou trabalho, na rua ou em casa?
Pense em pouco:
Um bom aparelho de ar condicionado?
Um micro computador?
Uma poltrona confortável?
Um livro, uma cafeteira elétrica etc...etc...?
Pois bem, errou todo mundo.
Hoje a única coisa indispensável em casa ou na rua, sem a qual você
não
é nada, não descansa nem dorme em paz; são os aparatos
contra a DENGUE:
repelentes, velas, sprays, cremes e tudo mais que possam dizer,
que é para
combater esse miúdo e temível inseto. A que ponto chegamos?
Está surpreendido?
Você nem sabe qual a 1ª coisa que tem a fazer? Talvez haja
um desequilíbrio
muito grande entre o que se gasta em propagandas em horários nobres,
para
dizer que as larvas do mosquito estão ?zzzzzzzzzz (dormindo)? e
a campanha
de esclarecimento com a população (o Povão).
A falha de comunicação é tida como um dos fatores para o aumento
da DENGUE.
Se realmente o povo tivesse esse ?esclarecimento? estaríamos vivendo
essa
situação política em nosso País ou em nossos Municípios?
Conversando com as pessoas da rua onde moro, percebi que muitas
não sabiam
que a
PREVENÇÃO tem que continuar, e que achavam que isso não iria
mais acontecer
pois não entendem que todo o dia é o dia D, de PREVENÇÃO e de cuidados
muitos
simples. Mas como todo bom brasileiro o que se ouve é: ?- na minha
casa
não tem mosquito não!!!?
Quando as pessoas não sentem na própria carne o que é contrair uma
Dengue
Hemorrágica ou ( clássica ), jamais poderá imaginar o quanto nós
?seres
humanos? somos IMPOTENTES e sem recursos para curar ou salvar uma
pessoa
doente ou seja infectada.
As consequëncias são terríveis. Há sempre o TEMOR de uma nova
infectação.
O que pode ser feito?
A verba destinada ao combate da DENGUE já está disponível para os
municípios
pois onde resido, os responsáveis informaram-me que o governo ainda
não
enviou nenhuma verba, e está com insuficiência de pessoal para a
realização
do trabalho de prevenção e combate ao Aedes Aegypti e agora, o Aedes
Albopictus,
também transmissor.
Sou moradora da cidade de Maricá e segundo a estimativa dos gráficos
apresentados
a mim, o meu bairro chegou a quase 10%(dez por cento) em relação
aos outros
bairros que estimavam entre 4%(quatro por cento) a 6%(seis por cento);
considerados graus elevados para um Município do tamanho de
Maricá.
Um descaso total.
Este é um relato de quem acompanhou e vivenciou de perto tudo isto.
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