20/09/2002
Comunidades em Ação
MANDATO DE SEGURANÇA CONTRA ATO ILEGAL E ABUSO DE PODER
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O vereador Gilson Francisco da Silva entrou com MANDATO DE SEGURANÇA COM MEDIDA LIMINAR, contra o ato do Presidente da Câmara Municipal de Maricá o vereador Paulo Maurício Duarte de Carvalho, por prática de ATO ILEGAL E ABUSO DE PODER.
A autoridade coatora, arbitrariamente expediu "ATO DO PRESIDENTE", nº 001 DE 20 DE AGOSTO DE 2002, arquivando a Comissão Parlamentar de Inquérito
(Resolução nº 367 de 14 de dezembro de 2001), após negar o Plenário da Câmara Municipal de Maricá para leitura pública do Relatório Final, que condena o Exmº.Sr. Prefeito o Eng. RICARDO JOSÉ QUEIROZ DA SILVA, conforme consta nas investigações da CPI.
A Comissão Parlamentar de Inquérito vinha cumprindo a sua obrigação regimental, ouvindo testemunhas, colhendo documentos, fazendo investigações "in loco" quando passou a ser interpelada pelo Exmº.Sr. Prefeito e pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Maricá.
Com muita dificuldade o vereador Adão José Pravadelli, Relator da CPI, concluiu com a sua obrigação, apurando várias irregularidades por parte do Senhor Prefeito, e acentuou a perseguição política e pessoal contra os membros da Comissão Processante.
O mais grave foi apurado com relação a empresa ARP.COM DE MATERIAL MEDICO HOSPITALAR, que retirou dos cofres públicos a importância de R$463.816,64(quatrocentos e sessenta e três mil, oitocentos e dezesseis reais e sessenta e quatro centavos) em licitação fraudulenta e que se apurou que os medicamentos não foram entreques, pois não há nenhum "atesto" nas notas fiscais em poder da Comissão Parlamentar de Inquérito. Sugere a Comissão mais uma vez a extinção do MANDATO DO PREFEITO, alegando não ter condições de manter-se numa administração voltada para beneficiar seus amigos e doadores da campanha eleitoral do Exmo.Sr. Prefeito, O Engenheiro José Ricardo Queiróz da Silva, no pleito ocorrido no ano de 2000.
As perseguições políticas foram veladas e até propagadas em vias públicas, sendo estampado em vários logradouros do Município faixas com o nome do Vereador Gilson Francisco da Silva que preside a CPI, na tentativa desesperada por parte de alguns seguidores do Exmo.Sr. Prefeito, o Engenheiro José Ricardo Queiroz da Silva, são os dizeres:
                                 "O que que o vereador Gilson Francisco da Silva e
                                   seu advogado fizeram por Maricá".
Em outras "faixas" os seguidores do Exmo.Sr.Prefeito, José Ricardo Queiroz da Silva, ofenderam a dignidade do vereador Márcio José Pinheiro,por ter votado favorável a prorrogação do prazo desta CPI.
A tentativa contra o vereador Márcio José Pinheiro, foi intimidatória, sendo chamado de "Traidor" por defender o povo de sua cidade contra atos ilegais,corruptos e lesivos ao patrimônio Público do Município de Maricá.
As intimidações por parte do Exmo.Sr.Prefeito Municipal, o Engenheiro José Ricardo Queiroz da Silva contra a Comissão Processante continuaram tiveram a coragem de propor junto a 2º Vara da Comarca de Maricá - processo nº 2002.031.003713-2 Ação Ordinária com intuito de demolir a residência do Vereador Gilson Francisco da Silva, Presidente desta CPI, estas ameaças demonstram com clareza a pressão que vem sofrendo esta Relatoria e a Presidência da CPI por parte do Executivo Municipal.
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 Este foi parte do relatório da CPI aonde a mesma declara ter provas suficientes para que o Ministério Público faça sua avaliação de fato e de direito e a mesma tome sua decisão seja ela qual for, o povo de uma cidade aguarda o resultado para que se prove toda a verdade perante a Lei.       .