01/03/2002
Recebido por e-mail
ATA DA 5a. SESSÃO ORDINÁRIA DO CENTRO DE REFERÊNCIA DE JUSTIÇA AMBIENTAL
 

            Em 20 de fevereiro de 2002, às 10:25 horas, no Palácio Nilo Peçanha, Niterói-RJ, teve início a 5a sessão ordinária com os membros do CEREJA. O Sr. Gerhard Sardo, coordenador do CEREJA, abre os trabalhos informando a pauta do dia: apresentação do Regimento Interno; distribuição das atas da 4a sessão ordinária do CEREJA e Audiência Pública realizada no entorno do Parque Estadual da Serra da Tiririca; apresentação de relatórios de vistoria de mutirões ambientais realizados na Ilha Grande, rio Itaocaia e Parque Estadual da Serra da Tiririca; resultado da blitz ambiental realizada pela CECA no município de Paraty e definição sobre a realização de Audiência Pública na Reserva Ecológica da Juatinga; situação da lagoa de Araruama e posicionamento do Cereja sobre obras da Prolagos; fechamento de vias públicas de acesso à Lagoa de Itaipu; instalação de lixão no entorno da Reserva Biológica do Tinguá; demarcação da faixa marginal de proteção da lagoa de Imboassica, degradação de manguezal no estuário do rio Macaé; projeto Aracruz “Deserto Verde” de plantio industrial de eucaliptos no norte-noroeste fluminense; exploração de palmito nativo Euterpe edulis no interior do Parque Nacional de Itatiaia; demarcação do Parque Estadual da Serra da Tiririca.

            Indagado ao Gerhard qual o corpo técnico do CEREJA, é respondido que é constituído pelo coordenador e sub-coordenador, Sr. Hilton Jordão, responsável pelos laudos técnicos de vistoria, dois advogados, Srs. Orlando Caputo e Fernando de Oliveira, responsáveis pelo encaminhamento jurídico, e Sra. Solange Mattos, responsável pelas atas e parte de informática. “O CEREJA está para servir a cidadania dentro da lei, de forma apartidária,visando o bem comum, buscando o consenso para direcionar as ações em defesa do meio; desenvolvendo mutirões ambientais em parceria órgãos ambientais. De acordo com a resolução CONAMA efetua blitz ambiental cujo resultado é o laudo técnico de vistoria, que é encaminhado ao secretário de Justiça, que por sua vez encaminha ao Ministério Público exercendo um poder de pressão. As ações contra o desmatamento do Parque da Tiririca; na Ilha Grande com o IEF, Feema e Capitania do Portos,  Comitê de Defesa da Ilha Grande e Sapê; foram feitas visitas a grande parte das praias ocupadas indevidamente. Com a colaboração da Dra. Anaiva Oberst, do Ministério Público Federal, da CECA, do Ministério Público Estadual, o movimento ambientalista é fortalecido. As ações contra o crescimento desordenado e o processo de favelização no entorno da Serra da Tiririca envolveu uma audiência pública em Itaipuaçu onde compareceu a Prefeitura, a SERLA, representantes da sociedade civil e a comunidade local, e uma reunião em 19/02/02 na Prefeitura de Maricá com o secretariado para definir providências. Ficou acordado uma reunião com a SERLA posteriormente para buscar cooperação técnica. Será discutido hoje a formação de câmaras técnicas para fortalecer estas ações”. Gerhard reintera que as atas serão enviadas por e-mail através do cadastro dos participantes do CEREJA, e que as ONG’s devem encaminhar um ofício indicando um representante para publicação em Diário Oficial do Estado do RJ, e que quaisquer discordância da ata deverá ser feita por e-mail.

            Com a palavra a Dra. May Terrel, da ONG SAPLAN,  que solicita publicar elogio em ata a Dra. Maria Helena Cisne Cid, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, pela brilhante sentença de 62 páginas sobre o complexo de Maricá em 1978, contra o loteamento da faixa marginal, onde ela chamou todos os órgãos ambientais e a Prefeitura para darem pareceres. “É uma das pessoas que mais sabe sobre legislação ambiental”.

            Gerhard esclarece que o CEREJA  atendende as ONG’s conforme suas demandas, como o exemplo da lagoa de Araruama. “Sem a articulação com a sociedade civil não se teria alcançado o sucesso da Ilha Grande, com o as ONG’s do Rio de Janeiro ainda não aconteceu porque não mandaram suas demandas”.

            Com a palavra, Arnaldo Vila Nova, da ONG Viva Lagoa,  que veio falar a respeito do problema na lagoa de Araruama de saneamento, despejo de esgoto, lixo (que é praticamente jogado na lagoa), problemas de invasões. “As ONG’s têm feito monitoramento da lagoa, existindo uma plenária na Região dos Lagos com 36 ONG’s com a possibilidade de se tornar 45 militando para defender a Lagoa. Sendo o problema mais crítico o saneamento. A lagoa desenvolveu um sistema de algas que a água se tornou turva, o que antes se enxergava a 6 m hoje se alcança apenas 30 cm. A concessionária que ganhou a concorrência pública Águas de Juturnaíba só vai entrar em operação em 2006, a Prolagos que é a responsável pela água, desde que a Prefeitura extinguiu sua empresa de saneamento. Pelo contrato, 30% da população já deveria ser atendida e não há nada. A Prolagos aumentou a conta d’água e não melhorou o esgoto, pelo contrato a empresa tem que cumprir os dois lados. A empresa lança um efluente de esgoto. A Prefeitura de São Pedro da Aldeia fez um documento de protesto sobre as obras de esgotamento sanitário. A empresa têm jogado fósforo e clorofila na água que mudou o ambiente. Na última reunião com a Feema, Ministério Público Estadual e o representante da Prolagos, esta declarou que não tem compromisso com o meio ambiente. Por isto deveria ser processado e preso, pois está matando uma lagoa. O camarão foi extinto, existem 3.000 famílias de pescadores que estão à mingua, só sobrou a tainha, que tem o preço baixo. É uma região que precisa da pesca e do turismo, a lagoa virando um “privadão” o turista vai embora. A lagoa é um patrimônio do Estado e da humanidade. O objetivo da presença aqui é da ação do CEREJA apoiando o saneamento para que o cronograma de obras seja apresentado, a empresa resolve o problema ou volta para Portugal”.

            Com a palavra a Dra. May Terrel, que, quando esteve no congresso da Apedema, onde presenciou a privatização do saneamento e da água, a estação de tratamento foi filmada jogando matéria orgânica na lagoa. “A probabilidade da lagoa de Araruama virar uma salina estéril é muito grande, pois ela não é vista como um ecossistema, é visto como um reservatório, a química intoxica tudo, é inoperante e inadequada, a água tem que voltar a lagoa tratada e doce, a região tem balanço hídrico negativo pois não tem rios, chove pouco e tende a desertificação da lagoa”.

            Vera Lúcia, da ONG AMAITA,  pergunta qual a participação do CEREJA na nova lei municipal que está discutindo instrumentos de política urbana, falta de responsabilidade das autoridades e falta de recursos, gestão democrática, Plano Diretor, legislação municipal, planos urbanísticos. Gerhard responde que já existe atuação junto ao CCOB E CCRON.

            Luiz Eduardo Rocha, da FEEMA, deseja saber a visão histórica e técnica envolvida na questão de Araruama, a organização das ONG’s para pressionar a concessionária a resolver o problema. “Primeiro, qual a sensibilidade da agência reguladora? Segundo, no conjunto estão se organizando tecnicamente e encaminhando soluções? Terceiro, politicamente há perspectiva encaminhamento em conjunto com o governo?” Sérgio Mattos, da  ONG Aprec, complementa perguntando por que o contrato não foi denunciado.

            Arnaldo Vila Nova responde que “a lagoa de Araruama é um ecossistema especial com salinidade alta, em função da característica da reunião secular, o despejo de esgoto acentua o problema. A Feema faz parte do consórcio ambiental. Todas as infrações foram colocadas em documento. Temos questionado a AZEPE (agência da região) que não aplicou multa e a CECA também não. Por que tanta impunidade? Por que as autoridades ambientais não atuam com mais energia para o cumprimento do contrato?”

            Luiz Eduardo Rocha, da Feema, diz que deve-se buscar uma mudança de postura junto a AZEPE e ao Ministério Público Estadual. Arnaldo Vila Nova diz que já existe inquérito civil no Ministério Público Estadual. Estamos atacando a AZEPE, Ministério Público. As ONG’s tem corpo técnico, da Feema, existe solução, mas a empresa ignora os projetos. A Prefeitura está brigando ao lado das ONG’s de tão crítica que está a situação. O poder concedente não tem autoridade, o contratante é o Governo do Estado, é um contrato entre o Governador e 8 prefeitos”.

            Sérgio Mattos  sugere denúncia do contrato via CEREJA por cidadania. Arnaldo Vila Nova completa que a empresa promete cronograma, mas existem soluções mais baratas, as obras que lá estão são elefantes brancos, a Prolagos não escuta o povo nem o governo. Os algicidas vão para a lagoa sem licença ambiental, há uma série de exigências não cumpridas”.

            Com a palavra Daniela Munhoz, da ONG Grupo de Ação Ecológica, “as ações no Ministério Público são barradas na lei de crime ambiental quando não se tem clareza dos culpados, neste caso a autoria é clara, o papel do CEREJA é cobrar do Ministério Público a denúncia. Tendo elementos a ação vai para frente, podendo-se punir pessoa física e pessoa jurídica, sofrendo sansão financeira, é uma forma de pressionar o cumprimento do contrato”.

            Valdemir Rebello, da CECA, esclarece que “se aplica a sansão depois dos órgãos ambientais derem seus pareceres, carecendo o processo chegar a CECA”.

            Omar Serrano, da ONG SOS Lagoa, diz que as informações deveriam ser levantadas por uma câmara técnica, sugere reformulação do processo dos órgãos ambientais quem devem ter poder de polícia, pois da forma que está hoje quando se chega ao lodo já não se tem o que resolver porque já está tudo degradado”.

            Dra. May Terrel acha mais importante “criar um Comitê de Bacia, que tem força de lei federal e estadual, sendo um governo paralelo, definindo prioridades e aplicando multas, privatizando o sistema. A CECA deveria ter poder de polícia, antes que qualquer resolução legal que demora anos deveria chegar a embargar”.

            Valdemir Rebello, da CECA, diz que “todos os órgãos tem como fazer o embargo cautelar, carece de fazer processo de perícia, a CECA é um colegiado baseado em informações técnicas”.

            Alexandre G. O . Silvada, da ONG CODIG, diz que “há dificuldade da ONG fazer a lei ser cumprida, os procedimentos são confusos. O Comitê que se está fazendo na Ilha Grande pode servir de modelo”.

            Arnaldo Vila Nova acha a “CECA burocratizada, órgãos ambientais fracos, queremos um Comitê forte. A própria Prolagos desafia as agências ambientais, as ignora, só conversa com a AZEPE porque libera o dinheiro”.

            Valdemir Rebello, da CECA, diz que “criminoso em qualquer lugar pratica o crime, quando o órgão ambiental toma conhecimento do crime faz a punição, não tem agilidade por falta de recursos, mas não há pactuação com o errado, há a demora, é importante a pressão para mudança de norma”.

            Luiz Eduardo Rocha, da Feema, solicita que “sempre que houver uma questão relacionada com a Feema que seja encaminhada por escrito, senão cria um mal estar numa reunião desta. É justo que se paute pela via legal, o rito tem que ser acompanhado ou mudado pela maneira legal”.

            Gerhard propõe “a criação da câmara técnica para ser definida aqui, para se levantar a história real, definir forma de levantamento de informações, problemas, convocar audiência pública”.

            Sérgio Mattos sugere que “a câmara técnica seja criada como da faixa de lagoas do Estado do Rio de Janeiro, se estruturando seriamente para fazer um trabalho de assessoramento ao CEREJA”.

            Arnaldo Vila Nova acha que a câmara técnica da lagoa de Araruama terá uma ação mais rápida. Sérgio Mattos defende que a atuação será rápida em Araruama mas que a câmara técnica deva ter uma visão holística.

            Luiz Eduardo Rocha, da Feema, acha que “a câmara técnica deveria tratar de um assunto específico, se organizar para tratar todos os assuntos para médio prazo e num caso emergencial deveria se criar um câmara técnica para determinado caso”

Dra. May Terrel defende a idéia da visão holística. Omar Serrano faz alusão a “experiência do CONAMA que têm vária câmaras técnicas que atuam especificamente e reúne pessoas com conhecimentos específicos”.

Gerhard acha que “temos que ser objetivos, hoje o problema é Araruama, depois desta experiência passa para outras”. Raul Portugal, da ONG CTA, propõe votação para a câmara técnica. Sérgio Mattos opina que “deve-se verificar o regimento, pois se criar uma câmara técnica para cada caso corre-se o risco de esvaziamento, sugere a criação de câmara de ação voluntária para a ação emergencial, a câmara técnica deve ser uma e criar a experiência”. Luiz Eduardo Rocha, da Feema, sugere se criar um embrião com esta situação de Araruama, como um piloto. Alexandre G. O . Silva  reforça a opinião do Arnaldo Vila Nova. Omar Serrano observa que “deve-se haver representação de militantes com conhecimento de base na câmara técnica para passar a história da questão. Sérgio Mattos sugere que a câmara técnica seja formada por 5 pessoas e a câmara de voluntários por 15 pessoas, com capacidade técnica multidisciplinar, que vai tratar de todo o sistema, tratando prioritariamente a lagoa de Araruama.

Gerhard coloca em votação a formação da câmara técnica que ganha por maioria simples a constituição de camâra técnica de gerenciamento costeiro e sistema lagunar. Solicita aos participantes 5 nomes para compor a câmara técnica. São voluntários para compor a câmara técnica: Sérgio Azevedo, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA); Sérgio Mattos, da ONG APREC; Arnaldo Vila Nova, da ONG Viva Lagoa; Dra. May Terrel,  da ONG SAPLAN;  e Omar Serrano, da ONG SOS Lagoa. Assim, fica criada a Câmara Técnica de gerenciamento Costeiro e Sistema Lagunar do Estado do Rio de Janeiro.

Gerhard passa a palavra ao Sérgio Mattos para tratar da via de acesso em Itaipu, “pelo aspecto de segurança está se criando o cordão de porteiras, inclusive em áreas adjacentes a Serra da Tiririca, na reserva Darcy Ribeiro e Maravista, onde 2 associações de moradores estão fechando a área como condomínio com o lema de proteger a comunidade, porque houve um crime as pessoas acabam aderindo, mas ninguém fica protegido pois estas porteiras não impedem a expansão da criminalidade. Existe um processo no Ministério Público Estadual em que se reclama que a porteira inibe a ação educativa da Associação, e que esconde os aterramentos da lagoa de Itaipu. O Ministério Público Estadual vêm acumulando laudos falsos dizendo que a porteira não impede o acesso”. Pede ajuda jurídica ao CEREJA nesta questão.

Gerhard informa que “o CEREJA não tem autonomia para entrar com a ação, quem entra é a Defensoria Pública, os advogados promovem a ação e a entidade entra”. Sérgio Mattos complementa que “a construção de edifícios na Av. Central, desmatamentos, campo de futebol, inibe a vigilância e a relação da cidadania com a lagoa”.

Sr. Orlando Caputo, assessor jurídico do CEREJA, avisa que “haverá amanhã (21/02/02) reunião do CCRON sobre o plano diretor a respeito do processo de gabarito que passa pelo PUR, será discutido as questões de construções irregulares que é objeto de ação civil pública.

Gerhard coloca que o CEREJA irá se manifestar publicamente junto ao procurador geral de Justiça para desarquivar o processo das porteiras de Itaipu.

Regina Rabello, da ONG MEI, denuncia uma invasão na Serra da Tiririca, e sugere que o CEREJA faça um documento para pressionar os órgãos competentes.

Com a palavra Liana Sá, da ONG Viva Rio, que faz a denúncia da construção irregular do “Nova Sepetiba II” em Guaratiba – Santa Cruz. “Criou-se uma comissão que se auto denominou de SOS Guaratiba que em conjunto com o Viva Rio resolveu denunciar a construção de 5 mil casas numa área de remanescentes de mata atlântica onde havia projeto de reflorestamento, entrou o trator e destruiu tudo, provocando imenso impacto ambiental. Verificou-se que a construção não é legal, e que não se consegue informação do projeto, o estudo de impacto ambiental foi feito para agradar. Pede ajuda ao CEREJA pois as casas já estão sendo construídas”.

Gerhard propõe a criação uma câmara técnica para tratar do assunto. Liana Sá  sugere que a ONG SOS Guaratiba participe da câmara técnica. Gerhard indaga se a representante da Feema possa compor a câmara técnica, esta responde que a solicitação deva ser feita por escrito à presidência da Feema para esta designar um representante. Gerhard sugere o nome da câmara técnica de florestas ou planejamento urbano.

Álvaro Motta, da CDMA-ALERJ,  questiona a criação de câmaras técnicas amplas, defende a criação de câmaras técnicas específicas e faz uma crítica ao regimento interno que não deve impor limite aos número de câmaras técnicas e ao tempo de sua duração.

Posto em votação a câmara técnica passa a se denominar de Câmara Técnica de Planejamento Urbano e Ambiental, formada por: Liana Sá, da ONG Viva Rio; Sergio Mattos, da ONG Aprec; um representante a ser definido pela ONG SOS Guaratiba;  Álvaro Motta, da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da ALERJ; e Joelma Soares de Castro, cidadã.

Convocada para o dia 27 de fevereiro de 2002 sessão extraordinária do CEREJA às 9:30 hs no Palácio Nilo Peçanha com os seguintes pontos de pauta: termelétrica de carvão de Itaguaí, epidemia dedengue no Rio de Janeiro, consórcio Baía Azul e lincenciamento ambiental de torres de celular.

Tendo se esgotado a pauta, o Sr. Gerhard Sardo agradece a presença de todos e encerra a reunião às 13:00 horas.

Niterói, 20 de fevereiro de 2002.

Este é o conteúdo,

Gerhard Sardo

Coordenador do Centro de Referência de Justiça Ambiental

Participantes:

Arnaldo Vila Nova – ONG Viva Lagoa

Regina Rabello – ONG Movimento Ecológico de Itaipuaçu

Alberto Pimenta – Departamento de Apoio Comunitário da Defesa Civil

Hermano Reis – ONG Comitê de Defesa da Ilha Grande

Omar Serrano de Abreu - ONG SOS Lagoa

Mário Amaral – Superintendência Estadual de Rios e Lagoas

André Augusto – ONG UNIVERDE

Dyrton Bellas da Silva – Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente

Leila Walquer – ONG Sociedade dos Amigos de Itacoatiara

Vera Lúcia de Sá Pereira – ONG Associação de Moradores de Itaipu

Daniela Munhões de Ávila – ONG Grupo de Ação Ecológica

Joelma Soares de Castro

Maria José dos Santos – ONG Sociedade Angrense de Preservação Ecológica

Luiz Eduardo da Rocha – Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente

Rodrigo Sanglard – Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente

Solange Mattos – CEREJA

Raul Portugal Neto – ONG Projeto CTA

Sergio Mattos – ONG Aprec Ecossistemas Costeiros

Sérgio Azevedo – Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente

Valdemir Rebello Corta – Comissão Estadual de Controle Ambiental

Hilton Jordão Jr – CEREJA

Nelson da Nóbrega Fernades – Instituto do Patrimônio Histórito e Artístico Nacional

Alexandre G. O . Silva – ONG Comitê de Defesa da Ilha Grande

Da Matta – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente

May Terrel Eirin – ONG Sociedade de Amigos para Preservação da Lagoa de Marica

Luiz Carlos de A  Nascimento – Universidade Federal do Rio de Janeiro

Marcela De Biase – Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente

Lúcia Regina Teixeira Mendes – Instituto Estadual de Florestas

Álvaro Motta – Comissão de Defesa do Meio Ambiente da ALERJ

Liana Sá – ONG Viva Rio

Fernando Barcellos de Oliveira – CEREJA

Orlando Caputo Júnior – CEREJA

José Ribeiro dos Santos – AMAPAR/IPHAC

Gerhard Sardo - CEREJA

Elaborada por: Solange Maria S. Nunes Mattos (Assessora da Coordenação do CEREJA).