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Enquanto o Ministro da Educação criticava o Judiciário por decidir
a favor do pagamento do salário do professores em greve e, sem aumento
salarial por sete anos, outro poder entrava em acordo com os ruralistas
e suas já eternas dívidas.
Os ruralistas conseguiram, com pompas, um aumento de quinze anos
no prazo de pagamento, passando o mesmo para vinte e cinco anos.
Conseguiram uma redução nos juros da dívida em mais de cinco pontos
percentuais, ficando o mesmo em 3%. E ainda, uma correção monetária
de 9,5% ao ano, vale lembrar que o índice constitucional é de 12%,
nunca conseguidos por mortal nenhum.
O Ministro da Educação declarava também achar injusto que os contribuintes
pagassem os salários dos professores. Mas os ruralistas, se continuarem
a não pagar suas dívidas, as mesmas serão assumidas pelo governo
em Brasília.
Enquanto isso, os vestibulandos...
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