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Assassinato
do vereador Ledy Costa
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Vista
lateral da rua
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Frente
da casa
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Aspecto
geral da rua em frente
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No terreno onde fica a casa do vereador assassinado, mais
parentes moram pelo local. Na garagem ao fundo do lado direito,
são guardados os dois tratores e caminhão de uso coletivo de toda
a família, que há muitos anos trabalham no ramo de extração de areia
de morros e rios.
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Terreno
baldio ao lado
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Vista
lateral do quarteirão
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O
velório estava lotado
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Na
rua de terra onde fica a casa do vereador, ao lado existe um terreno
baldio, por onde é possível o assassino ter entrado, pois ao redor
do quarteirão, muito chão com buracos fundos, tornam muito ruim
para transitar de moto. No velório na Câmara Municipal, a presença
maciça de políticos e população necessitou a ajuda de guardas de
trânsito para dar ordem aos veículos que passavam pelo local.
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Carros
do Bombeiro
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Vista
do Cemitério
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A
multidão acompanhou o enterro
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O
caminhão dos bombeiros levou o corpo para o cemitério, onde novamente
a polícia foi utilizada para dar ordem ao trânsito intenso de pessoas
e carros. A entrada do caixão no cemitério foi acompanhada pelas
lágrimas de muitos dos presentes, sendo que após as noticias divulgadas
hoje por jornais do Rio, nem mais a família quer falar sobre o assunto,
pois a questão do roubo de areia da praia, já há muitos anos em
Maricá é motivo de morte pra quem "dedurar" essa máfia.
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Abaixo,
segue uma das reportagens de jornais do Rio, recebida por mail,
motivadas pelo assassinato do vereador:
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JORNAL
O DIA - 24/01/2001
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"O
assassinato do vice- presidente da Câmara de Vereadores de Maricá,
Ledy Francisco da Costa, de 47 anos, pode estar relacionado à extração
irregular de areia nas praias da cidade ou ter sido planejado por
inimigos políticos. O delegado Flávio Leal Botelho, da 82ª DP (Maricá),
considera essas duas possibilidades até agora como as mais prováveis
para esclarecer a morte de Ledy, que levou cinco tiros na cabeça,
no peito e na barriga, quando se preparava para jantar em sua casa,
no bairro do Flamengo. A polícia descobriu que a família do vereador
possui tratores e retroescavadeiras para extração e transporte de
areia. A máfia da areia – como ficou conhecido o grupo na cidade e
nos meios policiais – trabalha clandestinamente na orla de Maricá
retirando grandes quantidades das dunas. O produto é revendido para
setores da construção civil e para a indústria naval. “As duas linhas
de investigação, em princípio, são as prováveis”, afirmou o delegado.
Eleito pelo PPB para o segundo mandato com 653 votos, Ledy integrava
o grupo de sustentação do atual prefeito, Ricardo Rangel (PDT), e
fazia articulações para se lançar candidato a deputado estadual .
“Ledy achava que a cidade deveria ter um representante na Assembléia
Legislativa”, afirmou o presidente da Câmara, Paulo Maurício Duarte
Coelho (PDT). O pintor de placas Nílton da Barra, primeiro suplente
pelo PPB, assumirá a vaga. Nílton está na lista de pessoas a serem
chamadas para depor pelo delegado Flávio Leal Botelho.
POLÍCIA FEZ RETRATO FALADO DO MATADOR - Os policiais da Delegacia
de Homicídios fizeram ontem o retrato falado de um suspeito de ser
o assassino de Ledy Francisco da Costa. Ele foi descrito como um homem
branco e forte e procurou o vereador na Câmara Municipal um dia antes
do crime. O retrato será distribuído às delegacias da região. A equipe
da 82ª DP também conseguiu descobrir, no bairro do Flamengo, uma testemunha
que teria visto o assassino entrar na casa do vereador e bater na
janela da cozinha. Ledy levou os tiros a queima-roupa. No local, foram
achadas duas cápsulas deflagradas de revólver calibre 38. " |
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